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Acima de tudo, cultura geral

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Três adolescentes portugueses vencem concurso europeu de ciência

23.09.14, Planeta Cultural

Três portugueses, de 16 anos, receberam esta terça-feira, em Varsóvia, o primeiro prémio da 26.ª edição do Concurso da União Europeia para Jovens Cientistas, com projetos nas áreas da matemática e da biologia, informou a Comissão Europeia. 

João Pedro Araújo (matemática) e a dupla Mariana Garcia e Matilde Moreira (biologia) vão receber, cada, um prémio de sete mil euros, partilhando o primeiro lugar com Lubos Vozdecky, um jovem checo, de 19 anos, que apresentou um trabalho no domínio da física. 

O concurso de Varsóvia, na Polónia, reuniu 77 projetos de 36 países, incluindo os Estados-Membros da União Europeia, estados associados e outros países, segundo uma nota divulgada esta terça-feira pela representação da Comissão Europeia em Portugal. 

Os temas dos projetos incidiam nas áreas de biologia, física, química, informática, ciências sociais, ambiente, matemática, materiais, engenharia e medicina. 

Ao concurso, no qual foram atribuídos segundos e terceiros prémios, apresentaram-se 110 jovens, entre os 14 e os 20 anos. 

Os segundos prémios (cinco mil euros por projeto) foram concedidos a trabalhos da Irlanda, Bulgária e Eslovénia (em matemática e química) e os terceiros (3500 euros) a projetos da Lituânia, do Reino Unido e da Alemanha (nas áreas da biologia, medicina e engenharia). 

Um outro prémio, de cooperação internacional (cinco mil euros), foi para um jovem suíço (física). 

O Concurso da União Europeia para Jovens Cientistas foi criado pela Comissão Europeia, em 1989, para «estimular a cooperação e o intercâmbio entre jovens cientistas e dar-lhes a possibilidade de serem orientados por alguns dos mais proeminentes investigadores da Europa». 

Citada em comunicado, a comissária europeia para a Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn, elogiou «a qualidade dos trabalhos», salientando a importância de «dar aos jovens a oportunidade» de desenvolverem ideias e de «serem criadores». 

Máire Geoghegan-Quinn lembrou, ainda, a necessidade de «envidar mais esforços para aumentar a participação das mulheres no domínio da ciência e da tecnologia». Este ano, o concurso teve a participação de 41 candidatas, contra 69 candidatos.

 

 

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