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Tomates roxos podem tratar cancro e outras doenças

Segunda-feira, 27.01.14

  

Esta fruta de cor púrpura, cuja produção aconteceu numa estufa em Ontário, no Canadá, onde a legislação em relação aos transgénicos é menos apertada do que na Europa, provou já ter efeitos anti-inflamatórios em testes realizados em laboratório, tendo também conseguido atrasar o desenvolvimento do cancro em ratinhos.  
 
De acordo com informações adiantadas à imprensa internacional pelo John Innes Centre, instituição responsável pela produção, estes tomates, enriquecidos com anticioninas, composto normalmente presente nos mirtilos, amoras e outras frutas silvestres que lhes dá a tonalidade roxa, foram concebidos para serem superiores aos comuns, tendo também um tempo de vida mais longo (o que permite "apurar" o seu sabor).  
"Queremos explorar uma forma de os consumidores beneficiarem das nossas descobertas, visto que sabemos que existe uma procura cada vez maior de vantagens ao nível da saúde", explica Cathie Martin, investigadora daquela instituição britânica.   
Os primeiros 1.200 litros de sumo de tomate roxo vão ser enviados para Norwich, em Inglaterra, nas próximas duas semanas, e farão parte de um ensaío clínico com pacientes reais. Entretanto, os investigadores vão continuar a trabalhar no sentido de obter autorização para a sua comercialização, que poderá começar, na América do Norte, dentro de apenas dois anos.  
Segundo a equipa de Martin, os tomates (escolhidos por serem a fruta mais consumida no mundo, explicaram os cientistas) e o sumo serão utilizados para estudar o efeito de uma dieta rica em antocianinas no combate ao cancro, às doenças cardiovasculares e a outras doenças crónicas.   
Atualmente, outras variedades, ricas em compostos como o resveratol, presente no vinho tinto, estão a ser já usadas no desenvolvimento de produtos para cuidados da pele.   
A investigação está a ser financiada pela União Europeia e através do fundo estratégico para biotecnologia e biocências do John Innes Centre.
Para visitar a fonte da informação clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 22:06


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