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Grécia propõe à UE novo acordo de financiamento a dois anos

Terça-feira, 30.06.15

Tsipras enviou uma nova proposta para cima da mesa das negociações com os credores, que surge horas antes do fim do prazo para a Grécia reembolsar o Fundo Monetário Internacional (FMI) em quase 1.600 milhões de euros.

 

A Grécia pediu esta terça-feira à União Europeia um novo acordo de financiamento a dois anos para salvar o país da crise, anunciou o gabinete do primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras.

 

Num documento dirigido ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira, o governo grego afirma que "continua à mesa das negociações" e "propôs hoje um acordo de dois anos" para cobrir as suas necessidades de financiamento.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:58

Reino Unido vai tentar recuperar poderes da União Europeia

Terça-feira, 12.05.15
O portador da esperada mensagem foi George Osborne, ministro britânico das Finanças, que aos seus homólogos assegurou que Londres está firme na intenção de recuperar alguns dos poderes conferidos à União Europeia. Já Cameron pondera antecipar o prometido referendo sobre a permanência na UE para 2016.
 
 

Discutir e redefinir os termos da adesão do Reino Unido à União Europeia (UE) é um dos grandes objectivos definidos pelo governo conservador para a próxima legislatura que agora começa. Isso mesmo foi transmitido esta terça-feira pelo ministro britânico das Finanças, George Osborne, durante a reunião do Ecofin (ministros das Finanças da UE) que teve lugar em Bruxelas.

 

Segundo o Guardian, Osborne que assume agora o papel de número dois do governo maioritário dos "tories", disse aos seus homólogos que o Reino Unido está "firme e resoluto" no objectivo de recuperar alguns dos poderes transmitidos para a alçada de Bruxelas. E assegura ser esse o mandato conferido pelo povo britânico.

 

"Chegamos aqui com o mandato claro de melhorar a relação britânica com o resto da União e de a reformar", disse Osborne. Apesar de não serem ainda conhecidos os objectivos do novo Executivo liderado por David Cameron, espera-se que o recém-reconduzido primeiro-ministro os possa revelar durante o Conselho Europeu, agendado para 25 de Junho, na Letónia.

 

Ainda assim, segundo fontes oficiais da UE, o Guardian adianta que Cameron irá tentar renegociar a forma como os tratados europeus devem enquadrar a presença britânica na União. Ideia que já foi rejeitada no passado pelas instâncias europeias. Em Bruxelas teme-se a definição de linhas vermelhas por parte do Reino Unido, algo que poderia dificultar as negociações. Vários líderes europeus já garantiram, porém, que Londres não poderá obrigar à revisão dos tratados.

 

Ainda assim, Osborne garante que "ninguém deve subestimar a nossa determinação de ter sucesso, pelos trabalhadores britânicos e, na verdade, em nome dos trabalhadores da UE".

 

De acordo com as informações que têm surgido na imprensa, David Cameron, agora reforçado pela maioria inesperada conseguida nas eleições de 7 de Maio, pretende obter cedências de Bruxelas, que garantam maior autonomia ao Reino Unido, antes da realização do referendo, prometido para 2017, sobre a permanência britânica na UE.

 

Contudo, as negociações com as instâncias europeias deverão ter de acontecer no curto ou médio-prazo, isto porque Cameron poderá estar a pensar antecipar o referendo já para 2016, evitando assim a coincidência com o ano das eleições na Alemanha e na França. Teme-se o contágio entre diferentes questões que podem coincidir, sobretudo em relação ao caso gaulês, dado que as eleições podem ditar o reforço ou mesmo a vitória de forças políticas anti-europeias.

 

Até porque não se sabe ainda qual será a indicação que Cameron dará aquando da realização do referendo. Se o primeiro-ministro conseguir recuperar alguns dos poderes centralizados em Bruxelas, terá seguramente maior margem para defender, junto do povo britânico, a permanência na UE. Também a antiga governante e na altura líder da oposição, Margaret Thatcher, foi favorável à permanência na UE no referendo promovido em 1975.

 

Apesar de George Osborne ter dito que o Eurogrupo de ontem não serviria para discutir quais as concessões que Bruxelas pode conceder a Londres no que diz respeito à autonomia britânica, surgiram críticas e frases de apoio ao comportamento do Reino Unido. Destaca-se a frase do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, que, segundo o Wall Street Journal, terá dito que "concordamos que ambos iremos contribuir para levar este processo em frente".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:08

Bactéria que mata oliveiras preocupa UE

Sexta-feira, 27.03.15

O surto que está a matar as oliveiras no sul de Itália está a preocupar a UE, mas os Estados-membros não se entendem sobre as medidas de emergência a adotar.

 

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A União Europeia está preocupada com os riscos de propagação de uma bactéria que mata as oliveiras, perante um surto no sul de Itália, mas os Estados-membros não se entendem sobre as medidas de emergência a adotar. O comité fitossanitário reuniu-se dias 26 e 27 de março em Bruxelas, a pedido de Portugal, Espanha e França, para analisar o surto no sul de Itália da bactéria Xylella fastidiosa, que já atinge 10% das oliveiras, e que ameaça propagar-se ao sul da Europa, inclusivamente a Portugal.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:42

Juncker sobre a troika: "Pecámos contra a dignidade" de Portugal e Grécia

Quarta-feira, 18.02.15

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O líder da Comissão Europeia defende que a "troika é pouco democrática, falta-lhe legitimidade" e deve sofrer alterações. Agora, é preciso saber retirar "as lições da história e não repetir os mesmos erros". Também houve críticas à Comissão de Durão Barroso.

 

A troika cometeu erros durante a sua actuação nos resgates internacionais na Zona Euro. O "mea culpa" foi feito hoje pelo presidente da Comissão Europeia, que era o líder do Eurogrupo à altura dos pedidos de resgate, que admitiu que é preciso rever o actual modelo da troika.

 

"Pecámos contra a dignidade dos povos, especialmente na Grécia e em Portugal e muitas vezes na Irlanda", reconheceu Jean-Claude Juncker esta quarta-feira, 18 de Fevereiro.

 

"Eu era presidente do Eurogrupo, e pareço estúpido em dizer isto, mas há que retirar as lições da história e não repetir os mesmos erros", admitiu, em declarações citadas pela Europa Press.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:27


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