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Resultados do défice dão alento ao PS

Quarta-feira, 23.09.15

Socialistas reagem aos novos dados do défice divulgados pelo INE - 7,2% em 2014, devido ao Novo Banco - e questionam o Governo, que acusam de incompetência: “De que valeram todos os sacrifícios?”. Costa responde: “Fracassaram os objectivos, não merecem confiança”

 

Os resultados divulgados esta quarta-feira pelo INE - o défice do primeiro semestre deste ano foi de 4,7% e, devido ao adiamento da venda do Novo Banco, o défice de 2014 será de 7,2% e não de 4,5%, comprometendo os 2,7% que o Governo tinha adiantado para este ano - foram uma benção para o PS.

 

Em plena campanha eleitoral, a direção do partido vê nestes dados a possibilidade de explorar em seu favor os dados, acusando o Governo de incompetência e Passos Coelho em particular de má gestão.

 

Em Aveiro, onde está a cumprir mais uma etapa do seu percurso pelo país, António Costa fez boa dupla com Pedro Nuno Santos, o cabeça de lista pelo distrito, no ataque à dita incompetência do Governo, que, segundo as suas próprias palavras, "falhou todas as metas a que se propôs". Com o défice alterado em 2014, o deputado considera que o resultado pode repercutir-se também no deste ano.

 

"De que valeram todos os sacrifícios?", perguntava esta quarta-feira Pedro Nuno Santos, num almoço com apoiantes. "Não, não valeu a pena", respondeu ele próprio.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 17:04

António Costa: Se Alemanha precisa de 500 mil imigrantes, Portugal precisa de 500 mil postos de trabalho

Sábado, 28.03.15
O secretário-geral do PS defendeu hoje medidas europeias de combate à migração em massa da periferia para o centro, citando notícias recentes sobre a necessidade alemã de trabalhadores estrangeiros, e a manutenção em Portugal dos jovens qualificados.
 
 

"Quando a Alemanha diz que precisa de 500 mil novos imigrantes, nós também podemos dizer que precisamos de 500 mil novos postos de trabalho. A circulação da mão-de-obra tem de ser acompanhada também da criação de postos de trabalho e emprego. Se não, a União Europeia (UE) não se reforça e será cada vez mais frágil", afirmou António Costa.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:20

José Sócrates detido por ser suspeito de envolvimento em corrupção!

Segunda-feira, 24.11.14

As medidas de coação aplicadas a José Sócrates foram aquelas que todos nós já-mais esperaría-mos, ou seja, prisão preventiva!

 

Quando se apresentava em publico, José Sócrates parecia tão firme e seguro de si próprio, ao ponto que as pessoas ficavam encantadas e contagiadas com tal postura, só que afinal, tal comportamento correspondia a alguém de ser suspeito de ser ladrão e ser corrupto..!

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:40

Jerónimo aconselha PS a aprender a ganhar eleições com o PCP

Domingo, 01.06.14

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, deixou um recado aos partidos "com problemas internos", numa alusão ao PS, para que aprendam com o PCP a ganhar eleições, em vez de se refugiarem em alterações à lei eleitoral.

 

"Alguns que andam aí, com problemas internos, com problemas críticos em relação aos seus partidos, recorrem ao argumento de que é preciso alterar a lei eleitoral, que é preciso aproximar os eleitores dos eleitos: Aprendam com a CDU. Aprendam com o PCP", disse o dirigente comunista, no encerramento da Festa da Amizade, que decorreu na Cova da Piedade (Almada), destacando o "assinalável avanço eleitoral da CDU" nas eleições europeias.

 

Jerónimo de Sousa falava um dia depois do secretário-geral do PS, António José Seguro, dizer que vai propor na Assembleia da República, até 15 de Setembro, uma nova lei eleitoral para o parlamento, com redução do número de deputados para 180 (actualmente são 230) e a possibilidade do eleitor escolher o seu deputado, através do duplo voto, ou da criação de círculos de um só deputado.

 

"Vejam este colectivo partidário, este espaço que é a CDU, que contou com milhares e milhares de comunistas, de ecologistas, de muitos independentes, democratas que se revêm neste espaço da CDU, que foram autênticos candidatos, demonstrando assim que o problema não está na lei, o problema está na forma como os outros agem junto dos eleitores, junto das massas populares", desafiou.

 

Em contraste com o avanço da CDU, que passou de 10,7% dos votos para 12,7% e aumentou o número de mandatos para três, Jerónimo de Sousa focou também o "revés" dos partidos da 'troika' (PS, PSD e CDS) e da sua política, "claramente condenada nas urnas", o que foi atestado "pela redução da expressão eleitoral dos três partidos" que viram a sua votação reduzir-se de 66% em 2009 para 59,1% em 2014, perdendo mais de 400 mil votos.

 

O secretário-geral do PCP insistiu na ideia de que o Governo está "contra a Constituição", ao "confrontar" o Tribunal Constitucional e a Constituição pela oitava vez, e lembrou que o Presidente da República não pode esquecer que perante os portugueses "jurou cumprir e fazer cumprir" a Constituição da República Portuguesa.

 

O Tribunal Constitucional chumbou na sexta-feira três normas do Orçamento do Estado para 2014, incluindo os cortes dos salários dos funcionários públicos a partir dos 675 euros, mas a decisão não tem efeitos retroactivos. Os juízes do Palácio Ratton consideraram ainda inconstitucional a aplicação de taxas sobre os subsídios de doença (5%) e de desemprego (6%) e o cálculo das pensões de sobrevivência.

 

 

 

In' RR

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Publicado por Planeta Cultural às 23:02

António Costa: "Se o secretário-geral não convocar o congresso, apresentarei essa proposta na comissão nacional"

Quarta-feira, 28.05.14

Menos de uma hora e meia foi quanto durou a conversa "cordata" entre o secretário-geral do PS, António José Seguro, e o actual presidente da Câmara de Lisboa, António Costa.

 

À saída da reunião realizada na sede socialista no Largo do Rato, António Costa evidenciou a sua "disponibilidade para liderar o processo" que permita ao PS constituir alternativa concreta ao Governo. Ou seja, António Costa assume que quer ser líder do partido e garante que apresentará a sua vontade na Comissão Nacional do próximo sábado.

 

"Se o secretário-geral não convocar o Congresso, apresentarei essa proposta na comissão nacional", afirmou António Costa à saída do encontro com António José Seguro.

 

Questionado sobre a posição transmitida pelo líder do PS, Costa preferiu manter a pose. "O secretário-geral teve a amabilidade de me ouvir mas não me transmitiu a sua decisão", esclareceu o autarca.

 

O proponente a líder socialista sublinhou ter dito a Seguro que é "muito importante devolver a palavra aos militantes socialistas", assegurando ter revelado ao secretário-geral estar disponível para liderar o partido.

 

Depois de na terça-feira a direcção socialista ter anunciado que António Costa teria de recolher as assinaturas necessárias para se candidatar, resguardando-se no facto de o PS ser "um partido com regras", o edil lisboeta lembrou que no PS "não há a tradição de se resolver administrativamente questões que são politicas".

 

"Há uma questão política que se resolve facilmente, devolvendo a palavra aos militantes", acrescentou. Numa espécie de ataque à postura defensiva do secretariado geral socialista atirou ainda que "é nestas questões metodológicas que muitas vezes se cria um fosso entre os eleitores e os partidos", situações que "interessam muito pouco aos cidadãos", concluiu.

 

Consciente dos estatutos do PS, António Costa lembrou que caberá a Seguro "ponderar se toma ou não a iniciativa de convocar" um Congresso extraordinário. Mas assegura considerar "natural que haja Congresso. "E eu serei candidato nesse Congresso", rematou.

 

 

Disputa que se anunciava

 

Esta conversa estava agendada desde domingo à noite. António Costa terá enviado uma mensagem sms a Seguro logo à saída do programa televisivo Quadratura do Círculo onde analisou a noite eleitoral, tendo considerado o resultado do PS "uma vitória que soube a pouco".

 

Mas se o encontro desta quarta-feira estava apenas agendado desde domingo, o duelo entre Costa e Seguro estava já agendado há muito, embora sem data ainda definida. Foi uma "vitória de Pirro", nas palavras do fundador socialista Mário Soares, a precipitar o vendaval há muito anunciado.

 

Quando, em 2011, Francisco Assis avançou na luta com Seguro pela liderança do PS, muitas foram as vozes que garantiam que António Costa preferira aguardar por melhor oportunidade. Costa terá vislumbrado essa possibilidade quando em Janeiro do ano passado ameaçou desafiar a liderança do actual secretário-geral. Todavia tudo acabou num acordo de circunstância em que poucos acreditaram.

 

Costa resguardou-se mas depois das autárquicas voltaria à carga. Em reacção aos resultados das eleições locais de Setembro de 2013, notou que o PS ainda não era uma alternativa clara ao Governo, realçando o elevado número de votos brancos e nulos para justificar a sua tese.

 

As eleições europeias deste domingo serviram para Costa lançar novo ataque. Agora resta saber se a investida do autarca lisboeta tem resultados práticos numa mudança da liderança ou se servirá apenas para enfraquecer a posição do actual líder socialista.

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 20:30

Moção de censura do PCP vai ser discutida na sexta-feira

Segunda-feira, 26.05.14

A sexta moção de censura com que o actual Governo se vê confrontado deve ser debatida na próxima sexta-feira, dia 30. O anúncio foi feito esta tarde pelo líder parlamentar dos comunistas, João Oliveira (na foto), que apresentou o texto da moção. "Seria impensável não apresentar uma moção de censura ao Governo no quadro político com que estamos confrontados, estamos a cumprir a nossa obrigação", justificou o deputado.

 

De acordo com o Regimento da Assembleia da República, uma moção de censura é obrigatoriamente debatida três dias depois de ser apresentada. "Apontamos [a entrega para] amanhã para que debate aconteça sexta-feira", explicou João Oliveira. Para sexta-feira estava agendado o debate quinzenal com o primeiro-ministro. Com um debate de uma moção de censura, é expectável que todos os ministros marquem presença no hemiciclo – tem sido assim nas moções anteriores.

 

Para João Oliveira, o resultado de 27,7% nas Europeias "confirma que este Governo tem perdido base social e política de apoio e está numa situação em que não há correspondência entre a vontade dos portugueses e a maioria na Assembleia da República".

 

O texto integral da moção de censura só será conhecido amanhã. O PS já anunciou que vai votar a favor do texto dos comunistas. Este domingo, António José Seguro chegou a afirmar que a moção de censura do PCP é um "claro frete ao Governo".

 

A moção de censura do PCP foi anunciada por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, depois de serem conhecidos os resultados oficiais das Europeias. A CDU obteve o melhor resultado desde 1989 e conseguiu eleger três eurodeputados, mais um que em 2009.

 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:45

Os que chumbaram o PEC IV prejudicaram o País - Sócrates

Terça-feira, 22.10.13

O antigo primeiro-ministro rejeita qualquer responsabilidade no pedido de ajuda externa e acusa a direita de ter aproveitado o momento para ganhar as eleições. Acredita que o PEC IV “era uma boa saída para Portugal”, e defende eleições antecipadas “o mais cedo possível”.

 

Numa longa entrevista à TSF, José Sócrates recorda o período que antecedeu o pedido de ajuda externa no início de Maio de 2011. Revela que convidou, mais do que uma vez, Pedro Passos Coelho para uma coligação mas que a resposta do líder da oposição foi sempre negativa. “Falei duas ou três vezes ao então líder da oposição nessa possibilidade. Isso foi recusado porque o líder da oposição queria ser primeiro-ministro”.

 

O antigo chefe de Estado garante que sempre se opôs à ajuda externa e que fez o possível para a evitar. “Sabia que pagaríamos um preço demasiado elevado [pela ajuda externa]. Mas durante uns meses convivi com uma direita que só queria a ajuda externa”, recorda Sócrates, rejeitando assim qualquer responsabilidade no pedido de ajuda externo feito a 3 de Maio de 2011. “A responsabilidade do pedido de ajuda é da direita que quis aproveitar o momento para ganhar eleições”.

 

O chumbo o PEC IV e o consequente pedido de ajuda foi, no entender de Sócrates, o primeiro erro do PSD, ainda como partido da oposição. O antigo primeiro-ministro acredita que o PEC IV era uma boa saída para Portugal e que aqueles que o chumbaram prejudicaram o País”. O segundo erro do PSD, agora já como Governo, foi ter ido além do memorando de entendimento assinado com a troika, afirma José Sócrates.

 

Defende a realização de eleições antecipadas o "mais rápido possível", por acreditar que o País precisa de "outros orçamentos" e de "outra política".

 

"Fui muito feliz entregue à vida contemplativa" em Paris

 

Nesta entrevista à estação de rádio TSF, José Sócrates fala ainda sobre os dois anos que se seguiram à derrota nas eleições legislativas. Neste período, o antigo chefe de Estado foi estudar para Paris e garante que não sentiu falta da vida política activa. "Fui muito feliz nestes dois anos, entregue ao que os filósofos chamam de vida contemplativa por oposição à vida activa".

 

Questionado sobre a frase "Não quero voltar a depender do favor popular", dita ao "Expresso" na entrevista do passado Sábado, 19 de Outubro, José Sócrates explicou que, neste momento, só quer ter responsabilidades consigo próprio. "Tenho a estranha e feliz liberdade de responder apenas perante mim próprio", disse.    

 


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Publicado por Planeta Cultural às 23:09

Soares: «Estou desiludido com Seguro»

Sábado, 27.07.13

Histórico socialista não gostou da reação do líder do partido às negociações sobre um compromisso de salvação nacional

 

Soares não ficou nada contente com a atitude de António José Seguro nas negociações sugeridas pelo Presidente da República para um compromisso de salvação nacional. O histórico socialista admite, em entrevista ao jornal «i» estar desiludido com o líder do PS.

«Honro-me de, com Manuel Alegre, termos evitado que alguns membros significativos do PS se demitissem nos dias anteriores a Seguro dizer que não havia acordo. Por mim, nunca acreditei que aquelas conversações fossem feitas sem que houvesse uma cisão grave no PS. Seguro mandou-me um recado por Almeida Santos a dizer que estava muito magoado comigo. Ora eu também estou com ele, principalmente depois da entrevista que deu à inteligente entrevistadora da SIC, Ana Lourenço, em que só falou uma vez e de passagem do PS, como se fosse o seu dono. Ora não é. É apenas o seu líder, eleito por esmagadora maioria, pelo congresso, a que assisti, é verdade. Mas isso não lhe dá o direito a falar sempre na primeira pessoa. Pelo contrário», começou por dizer, indo mais longe:

«Não posso negar que me desiludiu, principalmente com a maneira como ele me mandou dizer, por Almeida Santos, que estava magoado comigo por ter salvo alguns dos melhores militantes do PS. Tanto Manuel Alegre como eu evitámos que eles se demitissem antes de Seguro se pronunciar. Mas confesso-lhe que fiquei desiludido com o discurso brando com que anunciou o desacordo e deixou algumas portas abertas para uma nova discussão».

Sobre o Governo, considera que Passos Coelho deu um presente envenenado a Paulo Portas: «Do meu ponto de vista é um governo moribundo que continua com a mesma política de austeridade. A promoção do vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, que Cavaco Silva teve de engolir depois de ter dito publicamente o contrário, como o país todo sabe, não augura nada de bom. Nem julgo que seja a pessoa indicada para discutir com a troika. Realmente acho que o lugar de vice-primeiro-ministro para Paulo Portas é um presente envenenado, como ele perceberá, passada a euforia e a vaidade do momento.».

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:17

Não há acordo entre PS, PSD e CDS

Sexta-feira, 19.07.13
António José Seguro revelou esta sexta-feira que o "PSD e o CDS/PP inviabilizaram um compromisso de salvação nacional". Numa declaração ao País, após ter estado reunido com Cavaco Silva em Belém, o líder socialista garantiu que o PS "fez tudo o que devia" durante as negociações.
 

O secretário-geral do PS revelou esta sexta-feira que o "PSD e o CDS/PP inviabilizaram um compromisso de salvação nacional".

 

Após oito reuniões, em seis dias de negociações entre os três partidos, António José Seguro apontou na sua declaração ao país todas as propostas defendidas esta semana pelo Partido Socialista, sublinhando que “durante esta semana fizemos tudo o que devíamos”. “Estivemos a lutar por soluções realistas para os graves problemas dos portugueses, das empresas e das famílias”, asseverou.

 

“Mesmo assim, o PSD e o CDS inviabilizaram um compromisso de salvação nacional”, disse Seguro, sublinhando que não há acordo.

 

“O actual governo ignorou sistematicamente o PS, mas mesmo assim o PS disse ‘sim’ ao senhor Presidente da República. Eu próprio, como líder do PS, impus-me ao silêncio e cancelei toda a actividade pública. Infelizmente nem todos assim o fizeram”, criticou.

 

“Durante esta semana batemo-nos para que não houvesse mais despedimentos e cortes salariais na função pública. (…) Durante esta semana batemo-nos para que o governo parasse com as políticas de austeridade, e em particular para que não aplicasse os cortes de 4,7 mil milhões de euros. (…) Trabalhámos para a diminuição do IVA da restauração de 23% para 13%. (…) Batemo-nos contra a privatização da TAP, da Águas de Portugal, da RTP e da CGD”, referiu. “Durante esta semana, trabalhámos pelo equilíbrio e sustentabilidade da despesa pública, (…) pela renegociação das maturidades dos empréstimos concedidos. (…) Durante esta semana, lutámos pelo apoio ao investimento público e privado”, exemplificou ainda.

 

“Que fique claro para todos os portugueses o que cada um defendeu”, declarou o líder do PS depois de elencar tudo o que o partido defendeu neste diálogo interpartidário. “A nossa posição está pública no site do PS”, disse ainda.

 

“Alguns olham para as limitações do país e resignam-se. Eu olho para as potencialidades dos portugueses e quero aproveitá-las. Bem hajam”, concluiu Seguro.

 

Já depois da declaração, nas respostas aos jornalistas, Seguro salientou que considera que “durante esta semana, houve conversações que mostraram que nalgumas propostas é possível haver convergência”. “É o resultado positivo desta semana. O PS, ao ter conseguido essa convergência, não deixará de a aproveitar para colocar essas propostas ao serviço dos portugueses”, afirmou.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:54

Moção de censura foi rejeitada com 131 votos da maioria PSD/CDS

Quinta-feira, 18.07.13
Após mais de três horas de debate da moção de censura apresentada pelos Verdes, o chumbo do Governo foi afastado pelos votos da direita.
 

Os votos a favor de PS, PCP, Bloco e Verdes não foram suficientes para derrubar o Governo. A moção de censura apresentada pelo partido ecologista teve 87 votos a favor de todas as bancadas da esquerda, que se revelaram insuficientes face aos 131 votos contra do PSD e CDS, os partidos que suportam o Executivo. Foi a quinta moção de censura que o Governo enfrentou e ultrapassou.

 

Quando a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, anunciou os resultados, as bancadas do PSD e do CDS irromperam num aplauso ruidoso que durou alguns minutos. Alguns deputados socialistas foram saindo da bancada enquanto a maioria aplaudia o chumbo da moção.

 

No debate, o PS chegou a criticar o “triste serviço” que resulta da apresentação da moção de censura, por considerar que beneficia a direita. Paulo Portas demonstrou ter um entendimento semelhante, ao afirmar que uma moção de censura que é rejeitada “é uma espécie de moção de confiança”. “Uma censura que não censura, confia”, resumiu.

 

No final, um dos cidadãos presente nas galerias atirou um chinelo para o meio do hemiciclo, sendo retirado de seguida pelas autoridades.

 

Os partidos da maioria, principalmente o PSD, insistiram durante quase todo o debate que a moção, rejeitada, tem um significado: o apoio parlamentar ao Governo. “Se for aprovada, o Governo é demitido, se não for, então tem a confiança do Parlamento para prosseguir”, atirou Luís Montenegro. A esquerda pediu uma ida a votos. “Qual é o seu medo de eleições? Parecia, há pouco, que falava do país das maravilhas, então qual é o seu medo?”, ironizou Heloísa Apolónia, dos Verdes.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:54


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