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Jerónimo aconselha PS a aprender a ganhar eleições com o PCP

Domingo, 01.06.14

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, deixou um recado aos partidos "com problemas internos", numa alusão ao PS, para que aprendam com o PCP a ganhar eleições, em vez de se refugiarem em alterações à lei eleitoral.

 

"Alguns que andam aí, com problemas internos, com problemas críticos em relação aos seus partidos, recorrem ao argumento de que é preciso alterar a lei eleitoral, que é preciso aproximar os eleitores dos eleitos: Aprendam com a CDU. Aprendam com o PCP", disse o dirigente comunista, no encerramento da Festa da Amizade, que decorreu na Cova da Piedade (Almada), destacando o "assinalável avanço eleitoral da CDU" nas eleições europeias.

 

Jerónimo de Sousa falava um dia depois do secretário-geral do PS, António José Seguro, dizer que vai propor na Assembleia da República, até 15 de Setembro, uma nova lei eleitoral para o parlamento, com redução do número de deputados para 180 (actualmente são 230) e a possibilidade do eleitor escolher o seu deputado, através do duplo voto, ou da criação de círculos de um só deputado.

 

"Vejam este colectivo partidário, este espaço que é a CDU, que contou com milhares e milhares de comunistas, de ecologistas, de muitos independentes, democratas que se revêm neste espaço da CDU, que foram autênticos candidatos, demonstrando assim que o problema não está na lei, o problema está na forma como os outros agem junto dos eleitores, junto das massas populares", desafiou.

 

Em contraste com o avanço da CDU, que passou de 10,7% dos votos para 12,7% e aumentou o número de mandatos para três, Jerónimo de Sousa focou também o "revés" dos partidos da 'troika' (PS, PSD e CDS) e da sua política, "claramente condenada nas urnas", o que foi atestado "pela redução da expressão eleitoral dos três partidos" que viram a sua votação reduzir-se de 66% em 2009 para 59,1% em 2014, perdendo mais de 400 mil votos.

 

O secretário-geral do PCP insistiu na ideia de que o Governo está "contra a Constituição", ao "confrontar" o Tribunal Constitucional e a Constituição pela oitava vez, e lembrou que o Presidente da República não pode esquecer que perante os portugueses "jurou cumprir e fazer cumprir" a Constituição da República Portuguesa.

 

O Tribunal Constitucional chumbou na sexta-feira três normas do Orçamento do Estado para 2014, incluindo os cortes dos salários dos funcionários públicos a partir dos 675 euros, mas a decisão não tem efeitos retroactivos. Os juízes do Palácio Ratton consideraram ainda inconstitucional a aplicação de taxas sobre os subsídios de doença (5%) e de desemprego (6%) e o cálculo das pensões de sobrevivência.

 

 

 

In' RR

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Publicado por Planeta Cultural às 23:02

Moção de censura do PCP vai ser discutida na sexta-feira

Segunda-feira, 26.05.14

A sexta moção de censura com que o actual Governo se vê confrontado deve ser debatida na próxima sexta-feira, dia 30. O anúncio foi feito esta tarde pelo líder parlamentar dos comunistas, João Oliveira (na foto), que apresentou o texto da moção. "Seria impensável não apresentar uma moção de censura ao Governo no quadro político com que estamos confrontados, estamos a cumprir a nossa obrigação", justificou o deputado.

 

De acordo com o Regimento da Assembleia da República, uma moção de censura é obrigatoriamente debatida três dias depois de ser apresentada. "Apontamos [a entrega para] amanhã para que debate aconteça sexta-feira", explicou João Oliveira. Para sexta-feira estava agendado o debate quinzenal com o primeiro-ministro. Com um debate de uma moção de censura, é expectável que todos os ministros marquem presença no hemiciclo – tem sido assim nas moções anteriores.

 

Para João Oliveira, o resultado de 27,7% nas Europeias "confirma que este Governo tem perdido base social e política de apoio e está numa situação em que não há correspondência entre a vontade dos portugueses e a maioria na Assembleia da República".

 

O texto integral da moção de censura só será conhecido amanhã. O PS já anunciou que vai votar a favor do texto dos comunistas. Este domingo, António José Seguro chegou a afirmar que a moção de censura do PCP é um "claro frete ao Governo".

 

A moção de censura do PCP foi anunciada por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, depois de serem conhecidos os resultados oficiais das Europeias. A CDU obteve o melhor resultado desde 1989 e conseguiu eleger três eurodeputados, mais um que em 2009.

 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:45

Bernardino Soares louvado por todas as bancadas no "adeus" após 18 anos

Sexta-feira, 18.10.13


O deputado sai da assembleia para assumir a presidência de Loures. João Oliveira é o novo íder parlamentar PCP

 

O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, que hoje cessou funções como deputado para liderar o município de Loures, viu o seu trabalho e "lealdade" elogiados por todas as bancadas, após 18 anos de atividade, merecendo uma ovação de pé.

 

"Gostava de me despedir com a mesma frase de um camarada em ocasião semelhante - Otávio Teixeira: 'tive muita honra em ser deputado'", afirmou o militante comunista, que tomará posse na Câmara Municipal de Loures a 22 de outubro.

 

Os líderes dos grupos parlamentares social-democrata e democrata cristão, respetivamente Luís Montenegro e Nuno Magalhães, reconheceram a "capacidade de trabalho" do deputado do PCP, classificando-o como "um dos deputados com a maior expressão de lealdade do parlamento", frisando a "capacidade de diálogo e de abertura".

 

"Apesar das naturais divergências que separam os grupos parlamentares de CDS e PCP, gostava de reconhecer a competência, inteligência, capacidade de trabalho e o sentido de humor particular, na defesa intransigente do prestígio desta casa", afirmou Nuno Magalhães que se despediu com um "até já... e não digo o resto".

 

O socialista Alberto Martins, o bloquista Pedro Filipe Soares e a ecologista Heloísa Apolónia sublinharam também a "coerência", "empenho", "frontalidade", "capacidade de compreensão e diálogo" de um "grande homem que sabe tanto estar na política".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:56

Moção de censura foi rejeitada com 131 votos da maioria PSD/CDS

Quinta-feira, 18.07.13
Após mais de três horas de debate da moção de censura apresentada pelos Verdes, o chumbo do Governo foi afastado pelos votos da direita.
 

Os votos a favor de PS, PCP, Bloco e Verdes não foram suficientes para derrubar o Governo. A moção de censura apresentada pelo partido ecologista teve 87 votos a favor de todas as bancadas da esquerda, que se revelaram insuficientes face aos 131 votos contra do PSD e CDS, os partidos que suportam o Executivo. Foi a quinta moção de censura que o Governo enfrentou e ultrapassou.

 

Quando a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, anunciou os resultados, as bancadas do PSD e do CDS irromperam num aplauso ruidoso que durou alguns minutos. Alguns deputados socialistas foram saindo da bancada enquanto a maioria aplaudia o chumbo da moção.

 

No debate, o PS chegou a criticar o “triste serviço” que resulta da apresentação da moção de censura, por considerar que beneficia a direita. Paulo Portas demonstrou ter um entendimento semelhante, ao afirmar que uma moção de censura que é rejeitada “é uma espécie de moção de confiança”. “Uma censura que não censura, confia”, resumiu.

 

No final, um dos cidadãos presente nas galerias atirou um chinelo para o meio do hemiciclo, sendo retirado de seguida pelas autoridades.

 

Os partidos da maioria, principalmente o PSD, insistiram durante quase todo o debate que a moção, rejeitada, tem um significado: o apoio parlamentar ao Governo. “Se for aprovada, o Governo é demitido, se não for, então tem a confiança do Parlamento para prosseguir”, atirou Luís Montenegro. A esquerda pediu uma ida a votos. “Qual é o seu medo de eleições? Parecia, há pouco, que falava do país das maravilhas, então qual é o seu medo?”, ironizou Heloísa Apolónia, dos Verdes.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:54

Sampaio elogia "patriota" Brito e lamenta ausência do PCP

Domingo, 10.02.13

Os 80 anos do histórico comunista, que há uma década saiu do PCP em rutura, foram homenageados na Casa do Alentejo, em Lisboa.

 

"Eu gostava de ver aqui algum dirigente do partido a que Carlos Brito dedicou 48 anos da sua vida", disse Jorge Sampaio, ao discursar hoje à noite na homenagem a Carlos Brito. As palavras arrancaram aplausos entre os presentes. O ex-dirigente do PCP, partido do qual saiu um 2003, faz hoje 80 anos e teve à sua volta na Casa do Alentejo cerca de 200 "amigos, admiradores e camaradas".

 

O ex-presidente da República, um dos oradores da sessão, destacou a "inteligência, afectividade e inquebrantável coragem" de Brito. Sampaio recordou alguns dos momentos em que se cruzou com Carlos Brito, desde a Assembleia da República aos bastidores da candidatura presidencial de Mário Soares, passando pela coligação entre socialistas e comunistas (liderada por Sampaio), que conquistou a Câmara de Lisboa, em 1989.

 

Sampaio destacou diversas facetas do homenageado, mas sintetizou bastante numa simples frase: "Carlos Brito é um verdadeiro patriota". O antigo chefe de estado recordou ainda Brito como um "obsessivo fazedor de pontes e de compromissos".

 

António Borges Coelho, presidente da comissão promotora, evocou alguns dos momentos marcantes de Brito. Uns, há 60 anos, quando ambos se conheceram no MUD juvenil; outros, os da passagem de Brito pelas prisões do fascismo (onde esteve um total de oito anos), desde o Aljube a Peniche, passando por Caxias.

 

Foi após lembrar a caminhada de Carlos Brito, que o Borges Coelho lançou o desafio: "É tempo de abrir caminhos novos, que libertem Portugal da mentira e das amarras que o sufocam".

 

O homenageado centrou muito do seu discurso na situação actual do país. "O medo volta a condicionar a vida dos portugueses", afirmou. De seguida, alertaria para o rumo das coisas: "Em vez de fraterno, o país está a tornar-se fratricida".

 

Na homenagem ao histórico comunista (hoje um dos rostos do movimento Renovação Comunista) estiveram muitos antigos companheiros de partido, que antes dele abandonaram o PCP. Foi o caso de Mário Lino, Raimundo Narciso, Pina Moura, José Magalhães, António Mendonça ou Domingos Lopes.

 

Manuel Alegre, Manuel Carvalho da Silva, João Semedo, Manuel Oliveira, José Manuel Pureza, Rui Godinho, Álvaro Beleza, João Proença, José Carlos Vasconcelos ou Mário de carvalho foram outros dos presentes.


António José Seguro teve uma passagem fugaz, entre uma deslocação a Vinhais a reunião do PS em Coimbra, no domingo. António Costa, que integrava a comissão promotora, não compareceu.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 14:26

Gaspar: PCP é irresponsável e atenta contra paz social

Segunda-feira, 25.06.12

O ministro de Estado e das Finanças acusou hoje o PCP de optar "pela irresponsabilidade e pela bancarrota" ao apresentar uma moção de censura ao Governo e insistir na reestruturação da dívida pública rejeitada em eleições.

Durante o debate da moção de censura do PCP ao Governo, no Parlamento, Vítor Gaspar acusou ainda os comunistas de fazerem tudo para quebrar o "ambiente de paz e diálogo social" em Portugal, que apontou como indispensável para o sucesso do país.

Por outro lado, o ministro de Estado e das Finanças alegou que o Governo PSD/CDS-PP conseguiu um "progresso" na correção dos desequilíbrios macroeconómicos e dos níveis de endividamento "digno de registo" e uma "redução significativa dos diferenciais de juros da dívida pública portuguesa".

Contudo, Vítor Gaspar considerou que o Governo tem de gerir permanentemente "riscos e incertezas consideráveis", que nunca escondeu dos portugueses, e acrescentou: Se o sucesso for certo, a crise estará ultrapassada. Se o fracasso for certo, não teremos apenas crise, mas antes uma catástrofe".

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Publicado por Planeta Cultural às 18:16


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