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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Lampard defende gays e diz que futebol não é mais coisa de "machões"

Planeta Cultural, 03.04.15

O veterano Frank Lampard, do Manchester City, saiu em defesa de que homossexuais que estejam no mundo do futebol profissional sejam acolhidos respeitosamente. Em entrevista para um programa do Channel 4, em que bateu um papo com um apresentador gay, ele afirmou que a imagem de jogadores como "machões" não vale mais.

 

O apresentador Alan Carr foi o anfitrião da ida de Lampard à emissora, e questionou o jogador sobre a aceitação nos vestiários e junto às torcidas.

 

"Tivemos um par de jogadores gays se declarando. Isso é algo que está aí, em qualquer lugar, o tempo todo na vida das pessoas", afirmou Lampard.

 

"Tenho que dizer que o jogo está mudando muito, há uma grande quantidade de campanhas em prol da causa e noto mudanças nos vestiários. Eu gostaria de ver quem se declarar homossexual sendo tratado com respeito por todos", acrescentou.

 

"Esta teoria de que somos machões que jogam futebol é algo muito velho."

 

Lampard, experiente meio-campista de 36 anos, fez carreira no Chelsea e desde 2014 está no Manchester City. Ele tem no currículo 106 participações na seleção inglesa, com 29 gols.

 

 

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Homossexuais ugandeses lançam revista

Planeta Cultural, 10.02.15

UMA activista homossexual do Uganda, onde a homossexualidade é ilegal, lançou uma revista, alegadamente para se defender dos constantes ataques da Imprensa sensacionalista e dos políticos contra a comunidade “gay”.

 

“Eles escrevem sobre as actividades ‘secretas’ da comunidade lésbica”, disse à France Presse (AFP), Kasha Nabagesera, de 34 anos, que sublinha ser alvo de ataques constantes da Imprensa. A “Bombastic” é uma publicação de 72 páginas com reportagens de interesse humano, ensaios, comentários e poemas sobre o “orgulho gay, lésbico, bissexual, transsexual e intersex (LGBTI), do Uganda”. Segundo a Agência Lusa, a maior parte dos textos é assinada com recurso a pseudónimos, mas a revista “fala por todos os que não têm voz”.

 

 

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Parlamento chumba legalização da adoção por casais gay

Planeta Cultural, 22.01.15

O Parlamento chumbou esta quinta-feira os projetos de lei que visavam legalizar o direito de casais gay adotarem crianças. Estavam em causa projetos do BE, PEV e PS.

 

O projeto do Bloco obteve 119 a favor, 89 contra e 12 abstenções; o do PS teve 119 votos contra, 91 a favor e 10 abstenções. O projeto do PEV foi chumbado com 120 votos contra, 91 a favor e 9 abstenções.

 

 

 

Elton John volta a casar com David Furnish

Planeta Cultural, 21.12.14

Elton John e o seu companheiro David Furnish.JPG

O cantor britânico Elton John casou-se, este domingo, com David Furnish em Windsor, Reino Unido, oficializando o casamento civil que tinham firmado há nove anos.

 

Elton John, 67 anos, e David Furnish, 52, casaram-se meses depois de Inglaterra e o País de Gales, duas das nações que integram o Reino Unido, terem aprovado o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esta semana, a Escócia também aprovou legislação semelhante.

 

 

Filhos de gays são tão ou mais saudáveis do que os outros, indica estudo

Planeta Cultural, 07.07.14

No que diz respeito à saúde, as crianças criadas em contexto homossexual "estão a sair-se bem, quando não melhor", do que as que vivem em contexto heterossexual, considera a equipa de investigadores da Universidade de Melbourne, que publicou o estudo na revista médica "BMC Public Health" a 21 de junho

 

Os resultados do estudo australiano, que pretendia "descrever o bem estar físico, mental e social das crianças australianas que vivem com casais do mesmo sexo, e o impacto que o estigma tem nelas", foram hoje noticiados pelo jornal "The Washington Post".
A conclusão "não é propriamente uma novidade" e "confirma" o que já se sabia, que "são mais as semelhanças do que as diferenças entre as crianças que são educadas em contexto hetero e em contexto homoparental", destaca o psicólogo Jorge Gato, que ajudou a Lusa a ler os resultados.
Todos os estudos já feitos mostram que, "independentemente do método, do tamanho da amostra, daquilo que se estuda, há sempre uma convergência numa maior semelhança do que diferença entre estas duas famílias", resume Jorge Gato.
A "BMC Public Health" é uma revista "idónea", onde "é difícil publicar", pois "só" se aceitam "artigos de qualidade", frisa Jorge Gato, destacando a dimensão do estudo australiano, que recorreu a uma amostra "bastante significativa".
A equipa da Universidade de Melbourne seguiu 315 casais homossexuais e 500 crianças em toda a Austrália, comparando os seus resultados com os indicadores de saúde e bem-estar da população em geral.
Outra das novidades é que o estudo inclui quase 20 por cento de crianças que vivem com casais gay, amostra geralmente "menos estudada, porque menos disponível", realça Jorge Gato. "É mais fácil estudar as lésbicas, também porque provavelmente serão a maioria, porque é mais fácil para uma lésbica recorrer a uma inseminação artificial do que a um gay recorrer a uma barriga de aluguer", explica.
Em indicadores como "comportamento emocional" e "funcionamento físico", os investigadores australianos não encontraram diferenças entre as crianças em contexto homo e heteroparental, sublinhando que as qualidades da educação e o bem estar económico das famílias são mais importantes do que a orientação sexual dos pais.
Por outro lado, "as crianças que vivem com famílias homossexuais tiveram resultados, em média, seis por cento melhores em dois indicadores: saúde geral e coesão familiar", concluiu a equipa liderada pelo investigador Simon Crouch.
A conclusão de que os casais do mesmo sexo podem ser bons pais dá eco aos resultados de investigações já realizadas no passado. Porém, este estudo sugere que os filhos desses casais podem estar em vantagem por não terem um educação tão estereotipada no que respeita às relações e papéis de género.
Em declarações à ABC News, Simon Crouch deu como exemplo que os casais do mesmo sexo têm mais probabilidade de partilhar responsabilidades em casa do que os casais heterossexuais. Sair do esquema tradicional dos papéis de género resulta numa "unidade familiar mais harmoniosa", refere o estudo.
"Quando emergem diferenças [entre filhos de homo e heterossexuais], são geralmente a favor das crianças educadas em contexto homoparental, é o caso aqui também", nota Gato.
"Uma educação não tão estereotipada, mais livre, mais virada para a diversidade" promove o bem estar, corrobora o investigador, acrescentando que, geralmente, os casais homossexuais investem muito nas crianças, porque "foram uma escolha" e "raramente" um "acidente".
De acordo com o estudo, cerca de dois terços das crianças com pais homossexuais experimentaram alguma forma de discriminação por causa da orientação sexual dos seus pais, mas, "mesmo assim, conseguem ter melhores resultados do que os outros em algumas áreas", refere Gato.
O estudo sublinha que "nenhum tipo de família é necessariamente melhor do que outro" e que as crianças "podem crescer em contextos familiares muito diferentes".
Resumindo, "não é verdade" que, "como frequentemente se sugere, as crianças de pais do mesmo sexo tenham piores resultados por lhes faltar uma figura parental", sustenta a equipa, garantindo que "os dados são suficientes para saber o que é bom para as crianças".

 

 

In' Diário Digital

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