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Grécia propõe à UE novo acordo de financiamento a dois anos

Terça-feira, 30.06.15

Tsipras enviou uma nova proposta para cima da mesa das negociações com os credores, que surge horas antes do fim do prazo para a Grécia reembolsar o Fundo Monetário Internacional (FMI) em quase 1.600 milhões de euros.

 

A Grécia pediu esta terça-feira à União Europeia um novo acordo de financiamento a dois anos para salvar o país da crise, anunciou o gabinete do primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras.

 

Num documento dirigido ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira, o governo grego afirma que "continua à mesa das negociações" e "propôs hoje um acordo de dois anos" para cobrir as suas necessidades de financiamento.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:58

Eurogrupo: Proposta grega é “um passo na direcção certa” para acordo esta semana

Segunda-feira, 22.06.15
No final do encontro dos ministros das Finanças do euro, Jeroen Dijsselbloem afirmou que a proposta apresentada pelo Governo grego é “um passo na direcção correcta”, sendo agora necessário tempo para trabalhar ao nível técnico.
 
 

Como antecipado a reunião do Eurogrupo realizada esta segunda-feira, 22 de Junho, terminou sem um acordo final sobre a Grécia. No entanto, o presidente da instituição, o holandês, Jeroen Dijsselbloem, considerou que a proposta grega apresentada é "um passo na direcção correcta". 

Contundo, o político holandês explicou que não há ainda um acordo final com a Grécia também devido ao "pouco tempo para olhar para as propostas" recebidas esta manhã. Agora é tempo de estas propostas serem trabalhadas e "analisada detalhadamente" ao nível técnico, disse Jeroen Dijsselbloem.

 

As perspectivas positivas foram reiteradas por Pierre Moscovici, comissário europeu para os Assuntos Económicos, que na conferência de imprensa que se seguiu ao final do Eurogrupo classificou a proposta grega como uma "boa base de trabalho". "Esse trabalho pode começar agora", completou Dijsselbloem.

 

Moscovici revelou que as "instituições vão começar a trabalhar imediatamente", enquanto Dijsselbloem acrescentou que o objectivo é o de "atingir um acordo no final desta semana", antecipando ainda que "se necessário, o Eurogrupo realizará outra reunião no final da semana para tentar chegar a [esse] acordo final".

O líder do Eurogrupo notou, porém, que ainda "é preciso ver se [as propostas gregas] são abrangentes o suficiente", confidenciando de seguida que "em termos gerais, as instituições consideram que são uma boa base para retomar o trabalho tendo em vista um acordo".

 

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Publicado por Planeta Cultural às 15:52

Reino Unido vai tentar recuperar poderes da União Europeia

Terça-feira, 12.05.15
O portador da esperada mensagem foi George Osborne, ministro britânico das Finanças, que aos seus homólogos assegurou que Londres está firme na intenção de recuperar alguns dos poderes conferidos à União Europeia. Já Cameron pondera antecipar o prometido referendo sobre a permanência na UE para 2016.
 
 

Discutir e redefinir os termos da adesão do Reino Unido à União Europeia (UE) é um dos grandes objectivos definidos pelo governo conservador para a próxima legislatura que agora começa. Isso mesmo foi transmitido esta terça-feira pelo ministro britânico das Finanças, George Osborne, durante a reunião do Ecofin (ministros das Finanças da UE) que teve lugar em Bruxelas.

 

Segundo o Guardian, Osborne que assume agora o papel de número dois do governo maioritário dos "tories", disse aos seus homólogos que o Reino Unido está "firme e resoluto" no objectivo de recuperar alguns dos poderes transmitidos para a alçada de Bruxelas. E assegura ser esse o mandato conferido pelo povo britânico.

 

"Chegamos aqui com o mandato claro de melhorar a relação britânica com o resto da União e de a reformar", disse Osborne. Apesar de não serem ainda conhecidos os objectivos do novo Executivo liderado por David Cameron, espera-se que o recém-reconduzido primeiro-ministro os possa revelar durante o Conselho Europeu, agendado para 25 de Junho, na Letónia.

 

Ainda assim, segundo fontes oficiais da UE, o Guardian adianta que Cameron irá tentar renegociar a forma como os tratados europeus devem enquadrar a presença britânica na União. Ideia que já foi rejeitada no passado pelas instâncias europeias. Em Bruxelas teme-se a definição de linhas vermelhas por parte do Reino Unido, algo que poderia dificultar as negociações. Vários líderes europeus já garantiram, porém, que Londres não poderá obrigar à revisão dos tratados.

 

Ainda assim, Osborne garante que "ninguém deve subestimar a nossa determinação de ter sucesso, pelos trabalhadores britânicos e, na verdade, em nome dos trabalhadores da UE".

 

De acordo com as informações que têm surgido na imprensa, David Cameron, agora reforçado pela maioria inesperada conseguida nas eleições de 7 de Maio, pretende obter cedências de Bruxelas, que garantam maior autonomia ao Reino Unido, antes da realização do referendo, prometido para 2017, sobre a permanência britânica na UE.

 

Contudo, as negociações com as instâncias europeias deverão ter de acontecer no curto ou médio-prazo, isto porque Cameron poderá estar a pensar antecipar o referendo já para 2016, evitando assim a coincidência com o ano das eleições na Alemanha e na França. Teme-se o contágio entre diferentes questões que podem coincidir, sobretudo em relação ao caso gaulês, dado que as eleições podem ditar o reforço ou mesmo a vitória de forças políticas anti-europeias.

 

Até porque não se sabe ainda qual será a indicação que Cameron dará aquando da realização do referendo. Se o primeiro-ministro conseguir recuperar alguns dos poderes centralizados em Bruxelas, terá seguramente maior margem para defender, junto do povo britânico, a permanência na UE. Também a antiga governante e na altura líder da oposição, Margaret Thatcher, foi favorável à permanência na UE no referendo promovido em 1975.

 

Apesar de George Osborne ter dito que o Eurogrupo de ontem não serviria para discutir quais as concessões que Bruxelas pode conceder a Londres no que diz respeito à autonomia britânica, surgiram críticas e frases de apoio ao comportamento do Reino Unido. Destaca-se a frase do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, que, segundo o Wall Street Journal, terá dito que "concordamos que ambos iremos contribuir para levar este processo em frente".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:08

Juncker sobre a troika: "Pecámos contra a dignidade" de Portugal e Grécia

Quarta-feira, 18.02.15

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O líder da Comissão Europeia defende que a "troika é pouco democrática, falta-lhe legitimidade" e deve sofrer alterações. Agora, é preciso saber retirar "as lições da história e não repetir os mesmos erros". Também houve críticas à Comissão de Durão Barroso.

 

A troika cometeu erros durante a sua actuação nos resgates internacionais na Zona Euro. O "mea culpa" foi feito hoje pelo presidente da Comissão Europeia, que era o líder do Eurogrupo à altura dos pedidos de resgate, que admitiu que é preciso rever o actual modelo da troika.

 

"Pecámos contra a dignidade dos povos, especialmente na Grécia e em Portugal e muitas vezes na Irlanda", reconheceu Jean-Claude Juncker esta quarta-feira, 18 de Fevereiro.

 

"Eu era presidente do Eurogrupo, e pareço estúpido em dizer isto, mas há que retirar as lições da história e não repetir os mesmos erros", admitiu, em declarações citadas pela Europa Press.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:27

Perigo de ruptura da união monetária está ultrapassado, diz Draghi

Sábado, 28.12.13

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, assegura numa entrevista ao semanário alemão 'Der Spiegel', a publicar no domingo, que o perigo de ruptura da união monetária está já praticamente superado. 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 23:33

Há mais telemóveis em África que nos Estados Unidos e Europa

Domingo, 20.10.13


Há mais telemóveis em África do que nos Estados Unidos e na Europa, segundo um relatório do Banco Mundial, que argumenta que os 650 milhões de aparelhos existentes são fundamentais para desenvolver o continente e colmatar a falta de infra-estruturas.

"Nalguns países africanos, há mais pessoas com acesso a um telemóvel do que a água corrente, uma conta bancária ou até electricidade; os telemóveis estão a ser usados como uma plataforma de acesso à internet, a aplicações e a serviços governamentais", escreve o ICT África, que diz que os 650 milhões de aparelhos móveis existentes no continente no ano passado transformam África na região do mundo em crescimento mais acelerado.

Nos últimos dez anos, África viveu um período de crescimento tão acelerado na utilização das novas tecnologias que o relatório do Banco Mundial chama-lhe mesmo "a década móvel", e com razão: nos últimos 25 anos, cada 10 pontos de aumento na taxa de penetração dos telemóveis, isto é, na percentagem da população com um destes aparelhos, motivou uma subida de 0,8% no Produto Interno Bruto, a que se junta mais 1,4% quando se trata das redes sem fios.

A forte expansão dos telemóveis em África motiva também o interesse das operadoras de telecomunicações. África, aliás, tem uma enorme variedade de oferta nesta área, com a maior parte dos países a terem pelo menos três empresas nesta área, o que, no total, representa uma subida de mais de 10% na oferta entre 2008 e 2010, período em que o número de operadores passou de 158 para 175. Só a Vodafone, por exemplo, teve receitas superiores a mil milhões de euros nos 12 meses terminados em Março deste ano, anunciou a empresa em Julho.

Mais de metade destes operadores são afiliados dos grandes grupos mundiais, e para além do 'know-how', trazem também muitos milhões: sete dos dez maiores negócios realizados este ano em África dizem respeito às telecomunicações, e de acordo com a consultora Manifest Mind, este sector vai passar de 60 mil milhões de dólares, para mais de 230 mil milhões em 2020, o que representa uma taxa de crescimento média acima de 20%.

Oferecendo emprego a 5 milhões de pessoas e contribuindo com 15 mil milhões de dólares de receitas fiscais para os governos africanos, as telecomunicações melhoram também o ambiente empresarial: "África é agora um país muito mais fácil para se fazer negócios, graças à melhorada interconectividade, e isso acontece porque no continente os telefones móveis são também substitutos para vários tipos de serviços, incluindo transacções bancárias, jornais, jogos e entretenimento, por isso o valor de um telemóvel é mais elevado em África que em qualquer outra parte do mundo", escreve o Banco Mundial.

De acordo com a consultora BMI - TechKnowledge Group, citada num relatório da PriceWaterhouseCoopers, os investimentos nesta área em África vão chegar, em 2015, aos 145,8 mil milhões de dólares nos últimos quinze anos, o que significa que, nesse ano, o sector das comunicações móveis vai representar dois terços de todo o investimento em telecomunicações em África, o que inclui a ligação por cabo submarino com a Europa e a América do Sul.

A tendência de uma penetração mais acentuada no mercado móvel do que no fixo vai manter-se, "com grande probabilidade, quer devido à maior eficiência financeira, como também devido ao desenvolvimento da tecnologia móvel e à concorrência de fornecedores de equipamento de mais baixo custo (como a Huawei e ZTE), que, com a sua evolução, permitirá acompanhar o crescimento da procura em termos de número de utilizadores e de aumento de utilização individual", explicou à Lusa o partner da Deloitte para a área das Telcomunicações e Media.

Miguel Eiras Antunes diz que "a adopção das tecnologias mais avançadas prende-se com o facto de África não ter realizado, no passado, investimentos em tecnologia associada ao ramo fixo e de menor capacidade e mais cara, permite agora que não tenha que rentabilizar esses investimentos e activos, o que permite este 'leapfrogging' tecnológico sem necessidade de passar por todos os ciclos tecnológicos que os operadores ocidentais passaram".

Por outro lado, o continente vai beneficiar dos "investimentos em circuitos de ligação internacional" e da "inovação e adopção de serviços inovadores" pelo efeito de compensação da ausência de estruturas físicas das autoridades.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:16

Al-Qaeda prepara atentados na Europa

Segunda-feira, 19.08.13

O alvo da rede de terroristas são comboios de alta velocidade

 

A Al-Qaeda está a planear atentados na Europa e o alvo são comboios de alta velocidade. A informação é avançada, esta segunda-feira, pelo jornal alemão «Bild».

De acordo com a mesma notícia, que cita fontes dos serviços secretos, a informação foi recolhida pela NSA, a Agência de Segurança dos Estados Unidos, após captar uma conversa telefónica entre dois responsáveis da rede terrorista.

O ataque poderia acontecer de duas formas, escreve ainda o «Bild», através de atos de sabotagem nas vias e túneis ou colocando bombas nas carruagens.

Por fim, o «Bild» escreve que as autoridades alemãs reforçaram a segurança nas linhas de alta velocidade e nas estações de comboio.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:25

"Tempo da troika acabou"

Terça-feira, 16.07.13

A comissária europeia Viviane Reding defendeu hoje que "o tempo da 'troika' acabou".   

 

A comissária europeia Viviane Reding, vice-presidente da Comissão liderada por Durão Barroso, defendeu hoje que "o tempo da 'troika' acabou", sustentando que a Europa já não necessita do Fundo Monetário Internacional (FMI) para apoiar países economicamente fragilizados.

 

"O facto de nos últimos anos termos pedido ajuda ao FMI foi uma solução de emergência. A partir de agora, nós, europeus, devemos ser capazes de resolver os nossos próprios problemas", afirmou a comissária europeia responsável pela pasta da Justiça, durante um debate com cidadãos europeus em Heidelberg, Alemanha.

 

Segundo a vice-presidente da Comissão, cujas declarações foram divulgadas em Bruxelas pelo executivo comunitário, "os cidadãos têm a sensação de que a 'troika' trabalha na sombra, sem qualquer tipo de controlo, e que os tecnocratas do FMI não estão sujeitos a qualquer controlo democrático".

 

"A Comissão é o governo económico da Europa. Juntamente com o Banco Central Europeu e os Estados Membros, podemos velar por que os países economicamente fragilizados procedam a reformas em troca de solidariedade. Para isso, não precisamos da 'troika'; o tempo da 'troika' acabou", disse.

 

Actualmente, a UE presta assistência financeira em conjunto com o FMI a Grécia, Irlanda e Portugal, estando previsto que a Irlanda saia do programa este ano e Portugal no próximo.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:07

Strauss-Kahn diz que UE é um "exército de leões liderado por ovelhas"

Quarta-feira, 10.07.13

O ex-director-geral do FMI Dominique Strauss-Kahn disse, numa entrevista, que a União Europeia tem falta de liderança e uma incapacidade para tomar decisões difíceis, comparando o bloco comunitário a "um exército de leões liderado por ovelhas".

 

"Se quer que diga que há uma crise de liderança, então digo: existe. É como aquele provérbio árabe que diz que um exército de leões liderado por ovelhas será sempre derrotado por um exército de ovelhas liderado por leões. É onde estamos", afirmou o antigo líder do Fundo Monetário Internacional (FMI), numa entrevista ao canal de televisão norte-americano CNN.

 

Dominique Strauss-Kahn admitiu, no entanto, que "alguns líderes na Europa estão perfeitamente preparados e sabem o que têm de fazer", mas "o sistema europeu está construído de tal maneira que não podem tomar decisões difíceis".

 

Esta entrevista de Strauss-Kahn será divulgada na íntegra ainda hoje, mas a estação de informação norte-americana avançou com alguns excertos.

 

Estas declarações de Strauss-Kahn são as primeiras a um órgão de comunicação social norte-americano depois do processo judicial de 2011, quando foi acusado e detido por agressão sexual em Nova Iorque. O caso foi arquivado pela justiça norte-americana, mas o político de origem francesa acabou por abandonar o cargo no FMI.

 

Sobre a crise económica na Europa, o também ex-ministro das Finanças francês assegurou que os principais problemas estão concentrados no sistema bancário.

 

"O sistema bancário está muito doente. Muito mais do que dizem. Tem de ser limpo e corrigido antes do regresso ao crescimento. Se não for resolvido o problema dos bancos na Europa, não voltará a existir crescimento", frisou.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:27

FMI ameaça suspender pagamentos à Grécia no final de Julho

Quinta-feira, 20.06.13
O Fundo Monetário Internacional prepara-se para suspender os pagamentos a Atenas, no âmbito do programa de ajuda externa, se os bancos centrais da Zona Euro recusarem prolongar a maturidade de obrigações gregas, que permitiria ao país angariar entre 3 mil milhões a 4 mil milhões de euros.

O “Financial Times” acaba de noticiar que o Fundo Monetário Internacional prepara-se para suspender as ajudas à Grécia no final do próximo mês, caso as autoridades da Zona Euro não consigam suprir um buraco de 3 mil milhões a 4 mil milhões de euros.

 

Este buraco, explica o jornal britânico, é gerado pela recusa dos bancos centrais da região em prolongarem as maturidades das obrigações que têm na sua posse. E vai obrigar os ministros das Finanças da Zona Euro a discutir “fontes alternativas de financiamento”, que podem mesmo passar por um novo programa de resgate no final de 2013, disse ao "Financial Times" uma fonte envolvida nas negociações.  

 

“Ainda assim, o FMI avisou as autoridades europeias que o buraco exige que o fundo interrompa as ajudas no final de Julho”, disse a mesma fonte ao jornal britânico, que explica que segundo as regras do FMI um país deve ter financiamento disponível para, pelo menos, 12 meses para poder receber ajudas. Esta derrapagem de 3 mil milhões a 4 mil milhões significa que Atenas só tem financiamento disponível até ao final de Julho de 2014.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:51


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