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BlackRock supera os 5% na EDP

Segunda-feira, 13.04.15

A BlackRock detém desde 9 de Abril, através de entidades por si controladas, uma participação qualificada, composta por 183.572.500 acções, representativas de 5,02% do capital social da EDP e 5,02% dos respectivos direitos de voto,informou a eléctrica em comunicado à CMVM.

 

Já a Qatar Holding Luxembourg II S.à.r.l (QH Lux II) transmitiu, no passado dia 7 de Abril, à Qatar Holding LLC (QH LLC), 82.868.933 acções ordinárias, representativas de 2,27% do capital social e direitos de voto da EDP.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:44

Era uma vez a PT

Sexta-feira, 31.10.14

A EDP está indo e a PT já vai!

 

Onde estão as capacidades de governar de quem está levando o país à miséria?

 

Para um aluno poder entrar em medicina, exigem notas altíssimas, o que até se compreende, no entanto, porque é que para ingressar na política qualquer um serve?

 

Neste momento, uma grande percentagem que faz parte do governo e assembleia da república, nem lugar tinham para varredores de rua!

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Publicado por Planeta Cultural às 15:03

Administradores do BESI indiciados de abuso de informação privilegiada

Quarta-feira, 12.12.12

Os administradores do Banco Espírito Santo Investimento (BESI) terão comprado acções da EDP e da REN dias antes das privatizações, avança o “i”.

O Departamento Central de Investigação e Penal (DCIAP) está a investigar indícios da prática do crime de abuso de informação privilegiada por parte de alguns administradores do BESI, nos processos de privatização da EDP e da REN, no final de 2001 e início de 2012, respectivamente.

O que estará em causa são indícios de que alguns responsáveis do BESI terão adquirido acções das referidas empresas nos dias anteriores à decisão do Governo de vender 21,35% da EDP à China Three Gorges e 25% da REN à State Grid.

De acordo com o “i”, que cita fontes judiciais, estas operações terão sido realizadas através de sociedades “offshore”, disponibilizadas pela sociedade financeira Akoya Asset Management, liderada pelos suíços Michel Canals e Nicolas Figueiredo. O financiamento destas compras terá vindo de fundos transferidos de Portugal para o exterior pelos mesmos banqueiros indiciados.   

O jornal avança ainda que a equipa liderada pelo procurador-geral adjunto Rosário Teixeira terá detectado estas movimentações nos primeiros momentos da operação “Monte Branco”.

Os administradores do BESI estariam proibidos de adquirir acções destas empresas, uma vez que o banco de investimento esteve envolvido nos processos de privatização de ambas as empresas. Ao longo destes processos, o BESI terá tido acesso a informação interna e confidencial.

Posteriormente, o governo optou por mandatar o Caixa BI a contratar a norte-americana Perella Weinberg Partners, para o assessorar durante o processo de privatização da EDP e da REN. Deste modo, o BESI posicionou-se para encontrar um investidor interessado em concorrer às privatizações.

Já com uma “release letter” (carta que o libertou de determinadas obrigações contratuais) da Parpública, o BESI acordou a assessoria à China Three Gorges e à State Grid. Terá sido durante este processo, quando o banco teve acesso a mais informação confidencial sobre as empresas, que alguns banqueiros terão comprado acções da EDP e REN.

Por outro lado, os fundos utilizados para estas operações não terão sido declarados ao fisco pelos administradores, pelo que o DCIAP suspeitará também da possibilidade de fraude fiscal e branqueamento de capitais.   

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Publicado por Planeta Cultural às 11:55

Planos da EDP passam por engolir a Renováveis até 2015

Sábado, 26.05.12

A EDP já definiu a estratégia para os próximos três anos e nela está claro que o crescimento da empresa será suportado pela Renováveis que, na prática, é o centro da parceria com a China Three Gorges. Mas ficou a dúvida se para crescer os 5% que definiu até 2015 a EDP precisa de voltar a incorporar a Renováveis (EDP-R), ou seja, retirá-la da Bolsa. António Mexia admitiu este cenário, não para 2012 mas até 2015.

 

"A empresa continua a crescer e os cerca de 20% que não pertencem à EDP - a parte dos resultados - acabariam por ficar na casa-mãe. A três euros, estariam a comprar a mesma empresa, que entretanto cresceu, por um valor inferior", disse ao Dinheiro Vivo o account manager da XTB, Salvador Nobre da Veiga.

 

"Se a OPA tiver sucesso e o preço da contrapartida for inferior ao justo valor da empresa, o valor a que os investidores estão a vender é inferior ao que teriam, mantendo-se na empresa. Ou seja, seria um mau negócio", diz o presidente da Associação de Investidores e Analistas do Mercado de Capitais, Octávio Viana.

 

Prioridade é desalavancar
A entrada da China Three Gorges - que vai financiar a EDP em quatro mil milhões - antecipava um plano ambicioso. Mas a estratégia passa por rentabilizar os ativos existentes e escolher projetos e mercados "onde se possa criar valor". As metas são, assim, mais moderadas - crescimento de 5% do EBITDA até 2015, para 4,5 mil milhões, e aumento dos lucros a apenas um dígito.

 

O motor de crescimento
Os objetivos da EDP-R são vistos como o mais positivo da nova estratégia da EDP. "O dia do investidor trouxe uma mensagem positiva às perspetivas de crescimento da EDP-R, acima do esperado, e o pagamento do dividendo anunciado está a ser apreciado", diz o Morgan Stanley, num research a que o Dinheiro Vivo teve acesso. Segundo este documento, "a EDP Renováveis continuará a ser o principal veículo de crescimento da EDP", reafirma.

 

 

Para visitar a fonte da informação, clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 12:04

Renováveis ameaçadas com situação económica portuguesa, acusa federação europeia

Segunda-feira, 20.02.12
A Federação Europeia de Energias Renováveis (FEER) apresentou hoje uma carta aberta à Comissão Europeia onde aponta preocupações sobre o mercado português, definindo a situação económica do país como uma "séria ameaça" às renováveis.

 

O Governo decidiu 'congelar' no começo de Fevereiro a atribuição de novas licenças para a produção de electricidade em regime especial, afectando principalmente a geração eólica e a cogeração. Na carta aberta dirigida ao comissário responsável pela Energia, Günther Oettinger, e hoje divulgada em Bruxelas, a federação das renováveis "convida" o responsável a "tomar as medidas necessárias para convencer o governo português a abster-se da contraproducente medida" e a apoiar as renováveis como um "caminho para sair da crise".

Segundo o decreto-lei publicado em Diário da República, o Governo suspendeu, "com efeitos imediatos, a atribuição de potências de injecção na Rede Eléctrica de Serviço Público (RESP)", ressalvando, contudo, a possibilidade de poderem vir a ser excepcionados casos de "relevante interesse público".

O Governo comprometeu-se, na segunda revisão do memorando de entendimento com a 'troika', a analisar a eficiência dos regimes de apoio aos produtores de energia em regime especial até ao final de Janeiro, um mês após a data definida em Setembro, na primeira revisão do acordo.

Na segunda revisão do memorando de entendimento, os prazos para a análise da eficácia dos regimes de apoio à cogeração e possíveis reduções na tarifa, uma redução implícita da subvenção, deveriam ter sido entregues à 'troika' até final de Janeiro. No entanto, até ao momento, o Governo ainda não anunciou se entregou ou não.

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:00

Paulo Teixeira Pinto e Celeste Cardona acompanham Eduardo Catroga no conselho geral da EDP

Sexta-feira, 06.01.12
Celeste Cardona e Paulo Teixeira Pinto deverão integrar o conselho geral e de supervisão da EDP, um órgão que deverá ser presidido por Eduardo Catroga. Este é, pelo menos, a proposta que vai ser apresentada aos accionistas no dia 20 de Fevereiro.

A assembleia geral de accionistas da EDP vai realizar-se no próximo dia 20 de Fevereiro. Entre outras questões, será deliberado a eleição dos membros do conselho geral e de supervisão da eléctrica.

Entre os 23 membros encontram-se Celeste Cardona, ex-ministra da Justiça do Governo liderado por Durão Barroso e ex-administradora da CGD e Paulo Teixeira Pinto, ex-presidente do BCP.

 

 

Fonte: Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:20

EDP vai pagar subsídios de férias e de Natal

Quarta-feira, 19.10.11

Os funcionários da EDP podem estar descansados com os subsídios de férias e de Natal, pois o presidente da eléctrica nacional, António Mexia, afirmou que a EDP vai pagar aqueles subsídios aos seus trabalhadores.

 

Com esta posição, António Mexia, cimenta ainda mais a sua excelente liderança à frente da EDP e, não foi por acaso que a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola atribuiu ao CEO da EDP, o prémio de Gestor Ibérico do Ano 2010!

 

Mais palavras para quê!

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:43


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