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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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EUA se preparam para espetáculo de trilhões de cigarras que irão emergir após 17 anos sob a terra

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Os Estados Unidos se preparam para presenciar neste ano um fenômeno biológico que não ocorre em nenhuma outra parte do mundo. A partir de maio, na primavera do hemisfério Norte, trilhões de cigarras que passaram 17 anos vivendo debaixo da terra começarão a emergir do solo, invadindo cidades e zonas rurais em 15 Estados.

"Será um evento maravilhoso, único, muito especial", diz à BBC News Brasil o entomologista Michael Raupp, professor emérito da Universidade de Maryland e membro da Sociedade de Entomologia da América (ESA, na sigla em inglês).

Os insetos que irão emergir neste ano fazem parte da chamada Brood X de cigarras periódicas do gênero Magicicada.

"Definimos como 'brood' a emergência sincronizada massiva e geograficamente distinta de cigarras que aparecem a cada 13 ou 17 anos", explica Raupp.

As cigarras periódicas são diferentes das outras cigarras encontradas ao redor do mundo, as quais aparecem anualmente. Elas levam mais tempo para se desenvolver (de 13 a 17 anos) e emergem simultaneamente, e não individualmente ou em pequenos grupos. Costumam ter olhos vermelhos e coloração diferente.

 

In. BBC

Parlamento aprova uso obrigatório de máscaras ao ar livre

O Parlamento aprovou o uso de máscaras na rua com os votos a favor do PS, PSD e CDS. O Bloco, PCP e PEV abstiveram-se e o deputado da Iniciativa Liberal votou contra. O deputado do Chega, André Ventura, não votou por se se encontrar em campanha eleitoral nos Açores.

A proposta prevê que a obrigatoriedade do uso das máscaras em espaços públicos esteja em vigor durante 70 dias, uma alteração avançada pelo PS, já depois de o PSD ter recuado no prazo inicial de 120 dias. O Bloco e o PAN conseguiram fazer aprovar uma alteração (com propostas idênticas) que determina a realização de campanhas de sensibilização para a importância do uso de máscaras no combate à covid-19.

Ver mais na fonte - aqui

 

'Tenho medo do meu próprio filho': o desafio de lidar com crises de crianças com autismo

"Eu tenho medo do meu filho. Vivo sob o fio da navalha, nunca sei o que pode acontecer."

 

O desabafo é de Lucy Goldsworthy, mãe de Elliot, de 12 anos, diagnosticado com autismo severo no Reino Unido. Ele não fala, enfrenta dificuldades de aprendizagem e tem crises nervosas que já a deixaram com o lábio cortado e hematomas por todo o corpo. O pai, Ian, teve a córnea arranhada após ser atingido por um soco.

 

O garoto precisa de cuidado intensivo e não é capaz de entender as consequências de seus atos.

 

Em entrevista à BBC, pais como Ian relatam cenas de violência - e dizem ter muita incerteza em relação ao futuro. Muitos afirmam temer os próprios filhos e cobram das autoridades ajuda para lidar com a questão.

 

A Organização Mundial da Saúde estima que o Transtorno do Espectro Autista afete uma em cada 160 crianças no mundo - mas ele pode se manifestar em uma ampla gradação, de graus mais leves aos mais agudos. É importante ressaltar, porém, que nem todos os autistas são agressivos e que não há nenhuma evidência de que sejam mais propensos à violência.

 

A Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido ressalta, porém, que é necessário que haja assistência às famílias, em especial às de crianças que sofrem com crises agressivas mais frequentes.

 

No Brasil, a Associação de Amigos do Autista (AMA), que dá apoio a 350 crianças com autismo em São Paulo, também recomenda, em seu site, um tratamento multidisciplinar com orientação familiar, intervenções psicoeducacionais e uso de técnicas para desenvolvimento da linguagem e comunicação.

 

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Investigadores portugueses descobrem células que sinalizam doenças autoimunes

Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) de Lisboa descobriram um novo tipo de células reguladoras do sangue humano, as células T reguladoras foliculares, que funcionam como indicadores de doenças autoimunes.

 

As células, segundo a investigação, são formadas sempre que existe produção de anticorpos. Aumentam transitoriamente após uma vacina mas estão sempre em grande quantidade em pessoas com síndrome de Sjögren, uma doença crónica inflamatória autoimune.

 

Doenças autoimunes são aquelas em que o sistema imunitário em vez de proteger o corpo humano de agressões exteriores, produz anticorpos para atacar e destruir órgãos e estruturas que fazem naturalmente parte do organismo.

 

A equipa de investigadores, liderada por Luís Graça, descobriu que as células T reguladoras foliculares são um marcador de respostas imunitárias mas não são um indicador direto da capacidade de produção de anticorpos, como se explica nos resultados da investigação hoje publicados na revista Science Immunology.

 

Em declarações à Lusa, Luís Graça explicou que o trabalho permitiu identificar uma diferença entre as células T reguladoras foliculares que estão no sangue e as que estão em determinados tecidos, no sangue são imaturas e não cumprem a função de regulação e nos tecidos estão completamente formadas.

 

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Veja este sábado a maior chuva de estrelas da primavera

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A maior chuva de estrelas desta primavera vai atingir o ponto alto na madrugada de sábado, dia 6 de maio, mas o brilho da Lua vai ofuscar o fenómeno, conhecido como Eta Aquáridas.

 

Os meteoritos que se vão ver a atravessar o firmamento são partículas metálicas deixadas no rasto do cometa Halley, que gira em torno do Sol numa órbita que dura 76 anos.

 

Duas vezes por ano, atravessam a órbita terrestre e desintegram-se, o que é visível em todo o hemisfério sul da Terra, embora o cometa esteja a 44 anos de aparecer novamente.

 

Já são visíveis desde 19 de abril mas o ponto mais intenso decorrerá na madrugada de 5 para 6 de maio, podendo atingir 70 objetos por hora.

 

 

 

Mudança da hora esta madrugada

Para quem andar distraído, convém lembrar que na próxima madrugada, ou seja, 26 de Março, domingo, a hora muda do regime de inverno para o de verão, sendo que em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios são adiantados 60 minutos à 01:00 da manhã, passando para as 02:00, Tempo Universal. Por sua v ez, na Região Autónoma dos Açores, esta mudança é feita à meia-noite do dia 26, passando a ser 01:00 da manhã.

Como parar um asteróide em rota de colisão com a Terra?

Cientistas reunidos em uma conferência em San Francisco fizeram um alerta: o mundo não está preparado para lidar com a possível colisão de um asteroide contra o planeta no futuro - a não ser que sejam tomadas algumas medidas.

 

A boa notícia é que com a tecnologia atual, em teoria, seria possível evitar uma catástrofe como essas – diferente do que acontece com outras catástrofes, como terremotos e furacões.

 

Acredita-se que o impacto de um asteroide na Terra tenha causado a extinção dos dinossauros há milhares de anos. A comunidade científica vê os ateroides como ameaça para a humanidade, por isso há um grande esforço para monitorar a trajetória do maior número possível dessas grandes rochas espaciais.

 

Mas qual ação poderia ser tomada no caso de um desses asteroides entrar em rota de colisão com nosso planeta?

 

Segundo a cientista Cathy Plesco, do Laboratório Nacional Los Alamos, há duas respostas que poderiam ser colocadas em prática.

 

Uma delas é usar um tipo de bomba nuclear.

 

“O artefato explosivo nuclear seria lançado em um foguete no espaço profundo onde estaria o objeto. Em seguida, o artefato nuclear seria detonado ou na superfície do asteroide, ou logo abaixo da superfície, vaporizando parte dele e assim mudando a órbita do objeto de forma que ele não acerte a Terra”, disse ela.

 

A outra opção é usar um conceito de aparelho que a Nasa chama de “Kinetic Impactor” (algo como causador de impacto cinético). Na prática, trata-se de enviar uma ou mais espaçonaves de grandes proporções que se chocariam com o asteroide em alta velocidade.

 

“É basicamente uma bala de canhão gigante lançada em uma nave que colide com o objeto e faz com que o asteroide ou cometa perca massa e mude sua órbita o suficiente para não atingir a Terra”, disse ela.

 

Entretanto, de acordo com a Nasa, uma espaçonave dessas levaria 20 anos para ser construída.

 

 

Como tubarões estão ajudando as Filipinas a se recuperar de um tufão

Com quase 600 quilômetros de extensão, a massa entrou pelo leste, destruindo as pitorescas ilhas do arquipélago antes de chegar ao Vietnã e o Laos.

 

Os ventos de mais de 300 km/h derrubaram árvores, ruíram construções e varreram carros para longe. Em 48 horas, mais de um milhão de casas foram destruídas e mais de 6 mil pessoas morreram.

 

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Comunicado aos nossos leitores

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