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Bolsa regista maior queda desde final de Agosto

Segunda-feira, 12.10.15
Penalizada pelos títulos do sector financeiro, a bolsa nacional registou esta segunda-feira a maior queda desde 24 de Agosto ao desvalorizar mais de 3%. O BCP perdeu 9,38% e o BPI caiu 7,29%.  
 
 

O PSI-20 cedeu 3,05% para 5.350,31 pontos, com 17 cotadas em queda e uma em alta.

 

Foi o sector financeiro que mais penalizou o PSI-20, num movimento de queda acentuada que teve início pelas 14h00. O Banco Comercial Português afundou 9,38% para 5,7 cêntimos, depois de na semana passada ter valorizado 20%, e o BPI caiu 7,29% para 1,068 euros. Os bancos registaram, assim, as maiores quedas desde 29 de Junho. 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 17:11

Bolsas europeias mantiveram a tendência de ganhos

Terça-feira, 06.10.15

As bolsas europeias mantiveram a tendência de ganhos, com a praça portuguesa a acompanhar o movimento. Registaram ganhos de 1%, num dia em que os juros também avançaram. Já o petróleo está a disparar.


Os mercados em números

PSI-20 subiu 1,18% para 5.461,71 pontos

Stoxx 600 subiu 0,58% para 360,41 pontos

S&P 500 desvaloriza 0,50% para 1.977,01 pontos

"Yield" a 10 anos de Portugal recua 4,7 pontos base para 2,357%

Euro ganha 0,68% para 1,1264 dólares

Petróleo sobe 4,79% para 51,61 dólares por barril

 

Bolsas prolongam ganhos

Depois de um arranque de semana marcado por fortes ganhos, as bolsas europeias prolongaram a tendência positiva perante dados económicos negativos, nomeadamente na Alemanha que levaram os investidores a antecipar mais estímulos por parte do Banco Central Europeu. O Stoxx 600 avançou 0,58%, puxado pelos títulos do sector petrolífero num dia de subidas acentuadas no petróleo. Em Lisboa, o PSI-20 somou 1,18%, sendo um dos índices que mais subiu.

Tal como lá fora, também na praça nacional a sessão foi influenciada pelo desempenho positivo da Galp Energia que somou 3,82% para 9,97 euros. Mas a banca também voltou a puxar pelo mercado, nomeadamente o BCP que ganhou mais 3,79%. Em cinco sessões, os títulos da instituição liderada por Nuno Amado avançam mais de 44% para 6,02 cêntimos.

 

Juros mantêm tendência, mas são subidas ligeiras

Mais uma sessão de ganhos nas acções europeias, novo dia de queda no valor das obrigações soberanas da Zona Euro. O apetite por risco tem levado os investidores a afastarem-se da dívida, ditando uma subida das taxas, ainda que de forma ligeira. Os juros da dívida portuguesa a 10 anos aumentaram 4,7 pontos base para 2,357%, tal como aconteceu noutros periféricos como Espanha e Itália. Mas também a "yield" das "bunds" subiu 3 pontos para 0,596%. O prémio de risco da dívida nacional agravou-se para 176 pontos.

 

Euribor inalterada em mínimos

As Euribor mantiveram-se em mínimos a três e a seis meses, mas caíram para novos mínimos a nove meses e subiram a 12 meses. A taxa a três meses ficou estável nos -0,046%, o actual mínimo histórico verificado pela primeira vez no arranque desta semana, enquanto a taxa a seis meses, a mais utilizada como indexante dos créditos à habitação em Portugal, foi fixada de novo em 0,027%.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:47

PSI-20 sobe quase 0,5% impulsionado pela EDP e Semapa

Quarta-feira, 23.09.15
A bolsa nacional encerrou a sessão a valorizar 0,39%, acompanhando a recuperação das principais praças europeias, depois de o Stoxx600 ter registado, ontem, a maior queda do último mês.
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A bolsa nacional encerrou a sessão desta quarta-feira, 23 de Setembro, em terreno positivo, com o PSI-20 a subir 0,39% para 5.030,45 pontos. Das 18 empresas que formam o principal índice da bolsa nacional, 11 encerraram em alta, cinco em queda e duas inalteradas.

 

Na Europa, a tendência é igualmente positiva, com os principais índices a recuperaram da maior descida do último mês. O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, sobe 0,33% para 347,82 pontos, depois de ter deslizado mais de 3% na sessão de terça-feira, a maior queda desde 24 de Agosto.

 

A impulsionar os mercados bolsistas na Europa está a divulgação de dados que apontam para uma recuperação sólida da economia da Zona Euro e a subida dos preços das matérias-primas. Esta quarta-feira, foi divulgado que a actividade da indústria e serviços da Zona Euro caiu ligeiramente em Setembro mas, ainda assim, a média do PMI para a região está no nível mais elevado em mais de quatro anos.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 17:01

Como pode Portugal ser afectado pela turbulência nas bolsas?

Terça-feira, 25.08.15

bolsaToquio-perdas.jpg

Nem Wall Street escapou à “segunda-feira negra”. Sinais de que o Ocidente está preocupado com o desempenho da China, a segunda maior economia do mundo.

 

A Bolsa de Xangai, na China, voltou a abrir no vermelho esta terça-feira, depois de uma verdadeira “segunda-feira negra” nos mercados. As perdas iniciais desta manhã rondavam os 6%.

As quedas reflectem uma desaceleração na economia chinesa, o que afecta grande parte do mundo e deixa preocupado o Ocidente.

Mas como pode a instabilidade económica chinesa afectar a economia portuguesa?
Para responder, é importante recordar o volume de exportações para a China e o significativo aumento de investimentos chineses em terras lusas.

Portugal é o quarto país com maior volume de investimento chinês (a seguir ao Reino Unido, Alemanha e França) e o interesse tem crescido desde 2012. Tudo começou com a compra de mais de 21% do capital da EDP pela China Three Gorges.

Nos últimos três anos, o montante do investimento chinês em Portugal ultrapassou os 10 mil milhões de euros. Os negócios estendem-se agora à banca: a seguradora Anbang está em negociações exclusivas com o Banco de Portugal para fechar a compra do Novo Banco. O grupo chinês oferece 3,5 mil milhões de euros.

De cá para lá, no campo das exportações, portanto, o movimento também é ascendente. Os dados mais recentes da AICEP revelam que há mais de 1.100 empresas portuguesas a exportar para a China e que, nos últimos quatro anos, o número de marcas nacionais no mercado chinês cresceu 47%, com um volume de facturação que já ultrapassa os mil milhões de euros.

A segunda maior economia do mundo tem um mercado interno de 1,4 mil milhões de habitantes e ocupa o segundo lugar no ranking mundial em Produto Interno Bruto. Condições que fazem da China um mercado apetecível para as empresas portuguesas que procuram diversificar clientes.

Os dados oficiais confirmam que, de 2010 a 2014, a China passou de 21º para 10º lugar no “ranking” de clientes de Portugal. O sector automóvel lidera a exportações.

Uma preocupação global


As quedas a que assistimos na segunda-feira nas bolsas mundiais reflectem as preocupações do Ocidente quanto ao desempenho da segunda maior economia do mundo.

Xangai registou a maior queda diária em mais de oito anos (fechou a perder 8,49%) e as perdas alastraram-se às principais praças financeiras da Ásia, da Europa e chegaram depois à norte-americana Wall Street.

Esta terça-feira, a Bolsa de Xangai abriu e fechou a cair. A sessão encerrou a perder 7,63%.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:00

Bolsa nacional fecha em baixa

Terça-feira, 21.07.15

O principal índice do mercado nacional fechou a sessão a cair 0,64% para 5.828,89 pontos, com 13 cotadas em queda e cinco em alta. O PSI-20 foi penalizado pela EDP, que perdeu 1,42% para 3,598 euros, e pelo BCP, que encerrou a sessão a cair 2,93% para 0,0795 euros. O BPI acompanhou o sentimento negativo ao perder 1,92% para 1,074 euros.

Esta evolução acontece depois de o Santander ter revisto em baixas as estimativas de resultados e as avaliações de ambas as instituições. Para o BCP, "cortámos as nossas estimativas de lucros de 2015 e 2016 em cerca de 45% e 35%, respectivamente", já no caso do BPI "cortámos as nossas estimativas para 2015 em 16% e em 33% para 2016", referem os analistas Javier Echanove e Arturo de Frías, numa nota de "research" divulgada na segunda-feira.

Estes cortes levaram a avaliação do BCP a cair em 35,4%, de 0,13 para 0,084 euros por acção, enquanto o preço-alvo do BPI desceu de 2,00 para 1,11 euros (uma redução de 44,5%).

Ainda no sector bancário, o Banif fechou o dia a cair 3,03% para 0,0064 euros. 

A Galp Energia travou uma queda mais acentuada da bolsa nacional ao ganhar 0,55% para 10,97 euros, depois de ter sido divulgado, na segunda-feira, que a empresa está entre as pré-qualificadas pela Sonangol para operarem 10 blocos em Angola. A petrolífera nacional, que apresenta os seus resultados do segundo trimestre na próxima segunda-feira, 27 de Julho, deverá reportar um aumento de 146,2% no resultado líquido do período compreendido entre Abril e Junho, de acordo com o CaixaBI.

 

No sector da pasta e do papel, a Altri caiu 2,98% para 3,906 euros, a Portucel desceu 1% para 3,771 euros e a Semapa subiu 0,12% para 12,70 euros. O Negócios escreve hoje que a gestora britânica Petrus está contra OPA de Queiroz Pereira. Para que a oferta de troca de acções da Semapa por títulos da Portucel seja bem-sucedida, a "holding" deverá rever em alta a contrapartida, acredita a Petrus. Caso não o faça, a gestora vai manter-se accionista da empresa de Pedro Queiroz Pereira.  

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 20:42

Confira as novas avaliações do BPI para a bolsa de Lisboa

Quinta-feira, 02.07.15

O banco de investimento aproveitou a antevisão para o segundo semestre das bolsas ibéricas para revisitar as avaliações atribuídas a 16 cotadas do mercado nacional. Conheça as novas avaliações e recomendações.


O BPI tem novas avaliações para as cotadas portuguesas. Das 16 empresas que segue na bolsa nacional, reviu os preços-alvo para cinco, com a quatro destas a verem os seus respectivos preços justos a descerem. A Teixeira Duarte foi a mais castigada, enquanto a Novabase foi a única a ser alvo de uma revisão em alta.

 

"Em média, as nossas estimativas de resultados ficaram sem alterações para 2015, reduzindo-as em 1% para 2016", isto considerando o universo de cotadas portuguesas e espanholas acompanhadas pelo "research" do BPI. "Os preços-alvo foram revistos em alta em cerca de 2%", acrescenta o banco de investimento. No caso só da bolsa portuguesa houve uma revisão em baixa de 0,3% (-1,2% nas cotadas do PSI-20).

 

Das 16 empresas que segue na bolsa nacional, a Teixeira Duarte foi a mais castigada. O banco cortou a avaliação para 2016 em 19%, reduzindo-a para 0,60 euros, devido á exposição a economistas como a angolana, que atravessam um período complicado. Galp Energia, Altri e Jerónimo Martins foram as outras empresas cujos preços-alvo desceram. Só a Novabase viu a sua avaliação aumentar para 2,85 euros.

 

Veja as novas avaliações para todas as empresas da bolsa nacional acompanhadas pelo banco de investimento, mas também as recomendações.

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Publicado por Planeta Cultural às 13:50

PSI-20 encerrou em terreno negativo

Quarta-feira, 22.04.15
A Sonae, Jerónimo Martins, Galp e EDP pesaram na queda do PSI-20. As praças europeias negoceiam em terreno negativo, à excepção de Atenas que fechou em alta à boleia da subida acima de 13% da banca.
 
 

O PSI-20 encerrou em terreno negativo e perdeu 1,01% para 6.014,10 pontos, com 16 cotadas em baixa e duas em alta.

 

As cotadas de retalho e duas de energia pesaram na desvalorização do PSI-20. A Sonae liderou as perdas e desceu 4,75% para 1,304 euros e a Jerónimo Martinscaiu 1,43% para 11,695 euros.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:56

BCP encerra com ganho de 13,5% em dia de troca frenética de acções

Quarta-feira, 25.06.14

Foi um início bem carregado no vermelho. Mas o verde foi a cor de praticamente toda a sessão. Incluindo no final, também ele um verde bem tingido. Assim decorreu a sessão desta quarta-feira do Banco Comercial Português.

 

Os títulos terminaram o dia 25 de Junho com uma valorização de 13,56% para os 18 cêntimos. Chegaram a ganhar 17,5%, quando tocaram nos 18,62 cêntimos. Recuperaram das três quedas expressivas da última sessão e puxaram pelo índice de referência nacional, o PSI-20, que somou 0,96%.

 

Os analistas antecipavam uma pressão negativa inicial sobre a negociação das acções do BCP depois de relevados os pormenores sobre o aumento de capital de 2.250 milhões de euros que o banco vai fazer. Mas esse movimento negativo só ocorreu mesmo no início. As acções arrancaram com uma quebra de 9% para a cotação mais baixa desde Dezembro de 2013, depois de levantada a suspensão decretada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), mas pelas 8h20 logo inverteram.

 

Apesar da subida expressiva da sessão, o BCP não conseguiu compensar as quebras que viveu ao longo do último mês, desde que, a 14 de Maio, saiu a primeira notícia a dar conta da preparação de um aumento de capital. Estava a 20,3 cêntimos a 13 de Maio.

 

Volume máximo em quase dois anos

 

Na sessão desta quarta-feira, houve uma pressão compradora. Foram negociados 617 milhões de títulos da instituição financeira sob o comando de Nuno Amado, o que mais do que triplica a média de 163 mil acções transaccionadas por sessão nos últimos seis meses.

 

Por comparação, na sessão de terça-feira (ainda que com menos duas horas de transacção) foram negociadas 128 milhões de acções. Não trocavam de mãos tantas acções do BCP num único dia como o de 25 de Junho desde Agosto de 2012, há já praticamente dois anos.

 

Olhar para o futuro positivo

 

Os analistas, embora referindo que o aumento de capital de 2.250 milhões é num montante superior ao estimado, consideram que a operação é positiva no médio e longo prazo. "Dor no curto prazo". "Ganho no longo prazo", anota o BPI Equity Research. "Apesar de esperarmos uma reacção inicial negativa, acreditamos que a acção continue atractiva", assinalam os especialistas da casa de investimento do BPI. "Para lá da reacção inicial [negativa], a nossa leitura da operação é mais equilibrada", aponta, por sua vez, o BESI.

 

Praticamente todos os especialistas referiram que era preciso olhar para lá da reacção inicial, que antecipavam que fosse negativa. Até porque está em causa a utilização de mais de 80% do dinheiro arrecadado (1.850 milhões) para reembolsar a ajuda estatal (embora alguns estimassem que o aumento de capital fosse suficiente para pagar todo o valor injectado em 2012).

 

"Em termos fundamentais, mantemos uma visão positiva de médio e longo prazo para o banco. Continuamos a percepcionar o BCP como uma história de reestruturação ligada à recuperação da economia portuguesa, complementada com as operações em Angola, Moçambique e na Polónia", comenta a unidade de investimento da Caixa Geral de Depósitos.

 

A cotação de fecho de ontem foi de 9,9 cêntimos se ajustarmos ao aumento de capital (cada acção irá dar um direito de subscrição das novas acções e cada quatro direitos permitirão subscrever sete novas acções). A subscrição dos novos títulos será feita por 6,5 cêntimos. Ou seja, em causa está um desconto de 34% face ao preço teórico de 9,9 cêntimos.

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 20:04

Bolsa acompanha ganhos europeus com Fed a anular a ameaça de corte de "rating" da S&P

Quinta-feira, 19.09.13
O PSI-20 acabou por encerrar em alta numa sessão marcada pela volatilidade. A ameaça da S&P chegou a “empurrar” o índice para terreno negativo, mas a decisão da Fed acabou por ter mais peso.
 

O principal índice da bolsa nacional subiu 0,16% para os 5.980,71 pontos com nove acções em alta, oito em queda e três inalteradas. As restantes praças europeias registaram valorizações, sendo que algumas subiram mesmo mais de 1%, reagindo de forma positiva à surpresa da Reserva Federal, que decidiu não cortar os estímulos à economia norte-americana.

 

A bolsa nacional chegou a estar em terreno negativo penalizada pela ameaça da Standard & Poor’s em cortar o “rating” de Portugal, mas acabou por acompanhar o sentimento positivo europeu.

 

"A bolsa portuguesa não acompanha as subidas das suas pares europeias, que beneficiam da manutenção dos estímulos à economia por parte da Reserva Federal norte-americana, pressionada pelo alerta da S&P de que poderá rever em baixa a notação de crédito da República Portuguesa, o que levará à subida das 'yields' soberanas", disse Paulo Rosa, trader da Go Bulling, em declarações à Reuters.

 

A impulsionar esteve sobretudo a Zon Optimus, que somou 2,97% para os 4,263 euros. No restante sector das telecomunicações, a Portugal Telecom somou 0,59% para os 3,249 euros e a Sonaecom avançou 4,23% para os 2,096 euros, valor mais elevado de Setembro de 2009. Quem também tocou máximos, desta feita, de Janeiro de 2010 nos 0,928 euros foi a Sonae SGPS.

 

Determinante para a tendência foi ainda o BES, que apreciou 1,11% para os 0,821 euros. No restante sector da banca o Banco BPI valorizou 0,43% para os 0,937 euros e o BCP ficou estável nos 0,097 euros.

 

A travar maiores ganhos esteve o sector energético com a EDP Renováveis a cair 2,77% para 3,828 euros e a EDP a ceder 0,18% para 2,705 euros.

 

A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira, 18 de Setembro, ter dado início a um inquérito aprofundado para verificar se o preço pago em 2007 pela EDP pela extensão do seu direito de usar os recursos hídricos públicos para a produção de electricidade não foi artificialmente reduzido. Ao Negócios, o porta-voz do comissário da Concorrência admitiu que "a Comissão pode pedir a Portugal que remedeie a distorção concorrencial" e que isso pode passar por recuperar verbas da EDP, em benefício dos contribuintes.

 

Já a Galp Energia ficou estável nos 12,48 euros.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:36

Bolsa sobe quase 1% impulsionada pela subida próxima dos 5% da PT

Quinta-feira, 05.09.13
A bolsa nacional encerrou a sessão desta quinta-feira em alta, a avançar 0,85%, um sentimento positivo que é partilhado pelas restantes congéneres europeias. A liderar os ganhos do índice nacional esteve a Portugal Telecom, com especulação de que a Telecom Itália pode ser alvo de uma oferta de aquisição pela norte-americana AT&T.
 

O PSI-20 subiu 0,85% para 5.950,16 pontos, com 14 acções em alta, cinco em queda e uma inalterada. Destaque para a Portugal Telecom, que avançou 4,74% para 3,071 euros, e que foi a segunda empresa na área das telecomunicações que mais avançou na Europa, apenas ultrapassada pela Telecom Itália, depois da especulação de que esta poderá ser adquirida pela norte-americana AT&T.

 

A bolsa nacional encerrou a sessão desta quinta-feira em alta, a avançar 0,85%, um sentimento positivo que é partilhado pelas restantes congéneres europeias. A liderar os ganhos do índice nacional esteve a Portugal Telecom, com especulação de que a Telecom Itália pode ser alvo de uma oferta de aquisição pela norte-americana AT&T.

 

Também a Jerónimo Martins teve uma boa prestação esta quinta-feira, ao subir 2,47% para 15,15 euros, bem como a Galp Energia que apreciou 1,61% para 13,265 euros.

 

Com subidas acima dos 2% estiveram a Sonae e a Mota-Engil. A empresa liderada por Paulo Azevedo avançou 2,46% para 0,873 euros, enquanto que a construtora subiu 2,56% para 2,928 euros.

 

O sector da banca, que a meio da manha tinha os principais membros a registarem ganhos, acabou a sessão a liderar as perdas. O BCP recuou 2,04% para 0,096 euros, o BES deslizou 1,84% para 0,801 euros e o BPI depreciou 0,87% para 0,913 euros. o Banif negociou inalterado nos 0,011 euros, enquanto que o ESFG avançou 0,04% para 5,24 euros.

 

Por outro lado, o sector da energia também inverteu a tendência negativa, com a EDP a avançar 0,11% para 2,69 euros e a EDP Renováveis a subir 0,21% para 3,84 euros. Apenas a REN recuou 0,09% para 2,199 euros.

 

No resto das telecomunicações, a Sonaecom avançou 0,10% para 1,932 euros e a Zon subiu 0,49% para 4,291 euros, depois do BBVA ter aumentado o preço-alvo da entidade que resultou da fusão entre a Zon e a Optimus em 44%, para reflectir o valor das sinergias e o facto de os remédios impostos pela AdC não serem “particularmente penalizadores”.

 

Os mercados europeus e norte-americano evoluem em alta, depois de terem sido divulgados dados económicos positivos nos Estados Unidos e o BCE ter reiterado a promessa de manter os juros em níveis baixos "por um período prolongado de tempo".

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:35


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