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Bactéria que mata oliveiras preocupa UE

Sexta-feira, 27.03.15

O surto que está a matar as oliveiras no sul de Itália está a preocupar a UE, mas os Estados-membros não se entendem sobre as medidas de emergência a adotar.

 

oliveiras.jpg

 

A União Europeia está preocupada com os riscos de propagação de uma bactéria que mata as oliveiras, perante um surto no sul de Itália, mas os Estados-membros não se entendem sobre as medidas de emergência a adotar. O comité fitossanitário reuniu-se dias 26 e 27 de março em Bruxelas, a pedido de Portugal, Espanha e França, para analisar o surto no sul de Itália da bactéria Xylella fastidiosa, que já atinge 10% das oliveiras, e que ameaça propagar-se ao sul da Europa, inclusivamente a Portugal.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:42

Como capar/enxertar/podar tomateiros/tomates

Terça-feira, 06.05.14

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Publicado por Planeta Cultural às 18:54

Chineses querem comprar terrenos para produzir azeite e vinho em Portugal

Segunda-feira, 25.02.13



A secretária-geral adjunta do Fórum Macau, Rita Santos, disse hoje que há empresários chineses interessados em comprar terrenos em Portugal para produzir vinho e azeite, dois produtos que aumentaram significativamente as exportações para a China em 2012.

Este ano são cerca de 200 os empresários chineses que se deslocaram até Lisboa para visitar o SISAB (Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas), em busca de produtos portugueses.

Rita Santos, secretária-geral adjunta do Fórum para a Cooperação Económica entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum Macau) apontou um aumento significativo das exportações de vinho e azeite para a Macau e a China e acrescentou que os empresários querem ver “se há possibilidade de adquirir algumas adegas e quintas”.

“Já tivemos alguns contactos, estamos na fase de negociação”, afirmou, sem acrescentar pormenores.

Rita Santos disse que a China “está a alterar o regime alimentar” e procura “comida saudável”, sendo o azeite um destes alimentos.

“Se chegar à população em geral isto vai ser um grande negócio para Portugal”, já que os empresários chineses também procuram ‘know how’ para poderem exportar directamente.

Mas há também entraves à entrada de alguns produtos portugueses, sobretudo a nível da carne, devido às regras de higiene sanitária.

“O presunto não entra no mercado da China, mas entra em Macau”, adiantou Rita Santos, esperando que o problema seja ultrapassado em breve.

José Maria Pereira Coutinho, deputado da Assembleia Legislativa de Macau, afirmou que é “uma pena” que este produto, que “está a ser muito bem vendido em Macau, não consiga penetrar no mercado chinês” devido às barreiras higienossanitárias.

Apesar de os exportadores estarem a conseguir encontrar alternativas, já que o presunto está a chegar à China via Hong Kong, considerou que “para um maior sucesso é preciso maior esforço das autoridades portuguesas junto de Pequim” e aproveitar melhor a plataforma que existe em Macau.

Rita Santos destacou que o Fórum, que este ano comemora o seu 10º aniversário, tem sido uma plataforma onde “Portugal participa activamente” e que tem tido resultados positivos.

“Os empresários de Macau estão a fazer uma boa plataforma de ligação entre os empresários de Portugal e a China porque falam a mesma língua, o que é muito importante”, considerou.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 21:11

Estado pode vender terras sem donos ao fim de 15 anos

Segunda-feira, 10.12.12

A bolsa de terras está esta segunda-feira publicada em Diário da República. As terras privadas ou públicas, baldios e terras sem donos podem integrar a bolsa para arrendamento ou venda.

A bolsa de terras está definitivamente criada, ainda que a legislação publicada esta segunda-feira só entre em vigor dentro de dez dias. E há, ainda, aspectos que carecem de regulamentação própria, que tem de ser aprovada em dois meses (60 dias).  

Face à proposta inicial do Governo, que avançou para o Parlamento, o diploma publicado aumentou em cinco anos o período durante o qual o Estado não pode vender terras consideradas sem donos. Ao fim de 15 anos (e não de dez como inicialmente previsto), essas terras podem ser alienadas.  

"Os prédios referidos no número anterior [reconhecidos como prédios sem dono conhecido que não estejam a ser utilizados para fins agrícolas, florestais ou silvopastori] não podem ser definitivamente transmitidos ou onerados sem que tenham decorrido 15 anos sobre a data do seu reconhecimento como prédios sem dono conhecido que não estejam a ser utilizados para fins agrícolas, florestais ou silvopastoris", lê-se no diploma. Também de 15 anos é o prazo máximo da cedência temporária, por arrendamento, ainda que possa esse período ser renovado.  

Se no prazo de cedência a prova da propriedade for feita a imóvel é restituído ao proprietário.  

O processo de reconhecimento de terras sem dono terá de ter regulamentação própria e o Governo diz pretender promover "uma ampla divulgação de que o mesmo se encontra a decorrer, nomeadamente junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, através da rede diplomática e consular".

A bolsa de terras vai ter disponível imóveis sem donos, mas também terras públicas do Estado central ou autarquias, e dos privados. E integrará ainda baldios.  

A gestão das terras é da responsabilidade do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, através da DGADR. Se a cedência de terras por parte dos privados é um contrato entre as duas partes, no caso das terras do Estado a atribuição será feita "mediante procedimento que garanta transparência e acesso universal, a definir em diploma próprio". Ficam já definidos critérios de critério de preferência na adjudicação, como sejam, o facto do agricultor ter entre 18 e 40 anos; ser proprietário ou desenvolva actividade agrícola ou florestal em propriedade confinante;ser membro de organização de produtores; ser uma organização de produtores, cooperativas, sociedades de agricultura de grupo ou agrupamento complementares de exploração agrícola.

Em caso de igualdade de circunstância, o critério de desempate passa pelo interessado ter um projecto de investigação aplicada, nomeadamente projecto que inclua experimentação sobre a adaptação de espécies e variedades mais resistentes à escassez de água, ou sobre o aumento de eficiência do uso da água de rega; ou projecto que envolva produção em modo de produção biológico ou produção integrada.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 12:19


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