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Reforços da banca ao Fundo de Resolução ajudam défices dos próximos anos

Quarta-feira, 23.09.15

Os pagamentos futuros que os bancos fizerem ao Fundo de Resolução vão aliviar os défices dos próximos anos, ou seja, do ano em que forem registados, disse o Instituto Nacional de Estatística (INE) ao Económico.  

 

O INE reviu hoje em alta o défice do ano passado, de 4,5% do PIB para 7,2% do PIB, em resultado da contabilização como despesa de capital da injecção de 4,9 mil milhões de euros feita pelo Fundo de Resolução no Novo Banco.

 

O agravamento do défice em resultado da capitalização do Fundo de Resolução tem, porém, um resultado oposto no endividamento das instituições financeiras.

 

"Estando o Novo Banco integrado no sector das Sociedades Financeiras, a transferência de capital, que afecta negativamente o saldo do sector das Administrações Públicas, tem o efeito simétrico sobre o saldo do sector das Sociedades Financeiras", explica a instituição.

 

"Em contrapartida, os pagamentos deste sector ao Fundo de Resolução, entidade incluída no sector das Administrações Públicas, continuarão a afectar positivamente o saldo das Administrações Públicas e negativamente o saldo das Sociedades Financeiras", refere a instituição no reporte dos défices excessivos publicado hoje.

 

Ou seja, para o futuro, os reforços que a banca vier a fazer serão uma ajuda para o défice, já que os pagamentos regulares que as entidades financeiras efectuam para o Fundo de Resolução são registados como receita das Administrações Públicas (despesa do sector financeiro).

 

Em resposta ao Económico, o INE refere que estes pagamentos beneficiam o saldo orçamental do ano em que ocorrem. 

 

"Pagamentos regulares que continuem a ser efectuados serão registados no momento em que ocorram, não tendo efeitos retroactivos sobre 2014", explica fonte oficial do INE. 

 

Em 2014, por exemplo, o Fundo de Resolução recebeu dos bancos 195,3 milhões de euros, através da contribuição extraordinária do sector bancário e das entregas periódicas.

 
 

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Publicado por Planeta Cultural às 17:10


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