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Moody’s tira REN do "lixo"

Quarta-feira, 30.07.14

A Moody’s subiu o "rating" da REN – Redes Energéticas Nacionais para ‘Baa3’, que é o último nível do grau de investimento. Ou seja, deixou de considerar a dívida de longo prazo da empresa como estando numa categoria especulativa, ou seja, "lixo".

 

A justificar a decisão está "a perspectiva de uma melhoria gradual no perfil financeiro da REN, no contexto de um cenário macroeconómico nacional que está a estabilizar lentamente", refere a agência no relatório divulgado esta quarta-feira.

 

Quanto ao "outlook", é estável. "A referida acção conclui o processo de revisão para subida, anunciado a 13 de Maio de 2014, e surge na sequência da recente decisão de subir o nível de rating da República Portuguesa, cuja notação passou de Ba2 para Ba1, tal como foi anunciado a 25 de Julho de 2014", diz por sua vez a REN em comunicado à CMVM.

 

A Moody´s considera ainda que este rating se deve ao perfil de baixo risco do negócio de transmissão de electricidade e gás natural em Portugal.

 

Gonçalo Morais Soares, administrador financeiro da REN, diz em comunicado da empresa que a subida para a categoria de investimento "é o reconhecimento de que a estratégia de financiamento  da empresa está a dar os seus frutos".

 

EDP a um nível de sair do lixo

 

A Energias de Portugal, por seu lado, viu o "rating" manter-se em ‘Ba1’, isto é, no primeiro nível de "junk". Mas o "outlook" foi melhorado, passando de negativo para positivo, o que significa que a Moody’s deverá em breve colocar a eléctrica liderada por António Mexia na categoria de investimento.

 

A Moody’s manteve também a notação de rating de longo prazo em ‘Ba1’ para a subsidiária financeira EDPFinance BV e para a subsidiária espanhola Hidroelectrica del Cantabrico, revendo ao também o "outlook" destas duas empresas de ‘negativo’ para ‘positivo’.

 

"Esta alteração de ‘outlook’ da EDP reflecte a melhoria do clima macroeconómico e operacional, o qual de resto suportou igualmente a recente actualização do rating soberano. Por outro lado, na opinião da Moody’s, a EDP vai, gradualmente, reduzir a sua alavancagem, como apresentado na recente actualização do Plano de Negócios da EDP", refere o comunicado da eléctrica na CMVM.

 

No seu relatório, a Moody’s sublinha que o ambiente operacional benéfico para a EDP está reflectido na melhoria do acesso ao financiamento e das condições de preço nos mercados financeiros para os emitentes portugueses, o que resulta num custo marginal da dívida mais baixo e na melhoria de liquidez alcançada pela eléctrica em 2014; além da modesta retoma na procura de electricidade em Portugal; e no menor risco de mais cortes regulatórios nos lucros da EDP na Península Ibérica.

 

BCR está também a um nível do grau de investimento

 

A Moody’s reviu também em alta o "rating" da Brisa Concessão Rodoviária (BCR), ao melhorá-lo em um nível para ‘BA1’. Está, pois, a apenas um nível de sair da categoria especulativa (o chamado "lixo").

 

Além desta subida da classificação da dívida garantida sénior da BCR, a agência de notação financeira manteve o seu "outlook" positivo, o que deixa esperar nova melhoria do "rating" para breve.

 

"Esta decisão toma em consideração a melhoria nos volumes de tráfego da rede da BCR, a par com a estabilização do ambiente financeiro em Portugal, conforme reflectido na subida do ‘rating’ soberano", diz a Moody’s no relatório divulgado esta tarde.

 

CP e Refer também beneficiam de subida de notação

 

A Moody’s anunciou também uma melhoria dos "rating" corporativos da CP e da Refer.

 

O chamado ‘rating familiar corporativo’ da CP teve um "upgrade" de ‘B3’ para ‘B2’ (do sexto para o quinto nível de "lixo") e o "outlook" é positivo.

 

Já a classificação do ‘rating familiar corporativo’ e da dívida sénior da Refer subiu de ‘Ba3’ para ‘Ba2’, sendo que a perspectiva é estável.

 

Recorde-se que depois de subir o "rating" soberano, no passado dia 25 de Julho, a Moody's reviu também em alta as classificações de Sintra, Madeira e Açores. No entanto, não retirou a perspectiva negativa que tem sobre a maioria dos bancos portugueses (a única excepção é o Santander Totta, que tem um "outlook" estável).

 

 

 

In' Jornal de negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:31


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