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Isabel dos Santos responde à OPA com proposta de fusão do BPI com BCP

Segunda-feira, 02.03.15

A empresária angolana Isabel dos Santos, segunda maior accionista do BPI, defende que o banco liderado por Fernando Ulrich deve avançar com uma fusão com o BCP, noticiou o "Expresso". O anúncio formal desta proposta deve ser comunicada ainda esta segunda-feira, apurou o Negócios.

 

 

O projecto de fusão é a resposta da filha do presidente de Angola à oferta pública de aquisição (OPA) que os catalães do CaixaBank lançaram sobre o BPI a 17 de Fevereiro. O grupo catalão liderado por Isidro Fainé avançou com a OPA para eliminar o limite aos direitos de voto existente no BPI e passar a controlar mais de 50% do capital da instituição, onde actualmente tem uma posição de 44,1%, mas um poder de voto de 20%.

 

De acordo com o Expresso, a aproximação entre os dois bancos foi discutida nos últimos dias entre Isabel dos Santos, que tem 18,6% do BPI, e a Sonangol, a petrolífera angolana que, com 19,44%, é o maior accionista do BCP.

 

A fusão entre o BCP e o BPI já fez correr muita tinta na imprensa nos anos 2006 e 2007. A 13 de Março de 2006 o BCP anunciou o lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre o BPI, oferecendo então 5,70 euros por acção, ou seja, um prémio de 19% face à cotação de então. 

 

O BPI rejeitou a oferta, considerando de "hostil" a proposta que, se fosse concretizada, daria origem à maior cotada de então. Na altura o então presidente executivo do BCP, Paulo Teixeira Pinto, revelou que o seu banco tentou, antes de lançar a OPA, realizar uma fusão com o BPI.

 

O BCP foi mantendo sempre a contrapartida oferecida, tendo apenas "cedido" a 24 de Abril de 2007, altura em que elevou para 7,00 euros a oferta. Um valor ainda assim considerado "totalmente inaceitável". A OPA foi dada como "morta" em Maio de 2007.

 

Cinco meses depois, o BPI contra-atacou, apresentando uma proposta de fusão com o banco. Foi a 25 de Outubro que foi anunciada a proposta. Exactamente um mês depois, a 25 de Novembro, foram dadas por terminadas as negociações entre os dois bancos. E dois dias depois Fernando Ulrich garantia não ter qualquer intenção de lançar uma OPA sobre o BCP. 

 

 

In' Jornal de Negócios

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:58

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