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Planeta Cultural

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Horta Osório reconduzido na liderança do Lloyds, onde vai ter uma remuneração no valor de 15,8 milhões de euros

15.05.15, Planeta Cultural
Depois do banco voltar aos lucros e distribuir dividendos, os accionistas votaram a favor da recondução de António Horta Osório na liderança do banco britânico e no pagamento de um prémio e salário no valor total de 15,8 milhões de euros.
 
 

António Horta Osório foi reconduzido como presidente executivo do Lloyds. Os accionistas do banco britânico, que depois de cinco anos voltou aos lucros e a distribuir dividendos, aprovaram por unanimidade a continuação do gestor português na liderança do Lloyds em assembleia-geral na quinta-feira, 14 de Maio.

 

Além da sua continuidade à frente do banco, que esta semana anunciou a redução da participação do Estado para menos de 20%, 97% dos investidores aprovaram a remuneração do banqueiro português no valor de 11,5 milhões de libras (15,8 milhões de euros).

 

Horta Osório vai receber assim 7,4 milhões de libras (cerca de 10,2 milhões de euros) do prémio de um plano de incentivos de gestão a longo prazo, que o gestor prescindiu durante os últimos anos de recuperação financeira do Lloyds. Somando o salário base (1,3 milhões) e mais um conjunto de benefícios a remuneração totaliza 15,8 milhões de euros.

 

Em 2008 o Estado britânico teve de injectar cerca de 27 mil milhões de euros no LLoyds, ficando com uma participação de 43%. Agora, além do Estado já ter reduzido essa participação, as acções do banco têm acumulado ganhos, tendo mesmo triplicado de valor nos últimos três anos.

 

Em declarações ao Diário de Notícias, Horta Osório explica que na sua opinião "o mercado reconhece de forma muito positiva o trajecto que tem vindo a ser percorrido pelo Lloyds e isso reflecte-se no valor da acção mesmo com as vendas do Tesouro, que representam 15% do volume médio diário de transacções". "Além disso, voltámos a pagar dividendos pela primeira vez desde a aquisição, no exercício de 2014, e isso atrai investidores", acrescentou.

 

O gestor sublinha ainda que está "muito satisfeito por devolver o dinheiro aos contribuintes britânicos com lucro. Esse sempre foi o meu principal objectivo.

 

A redução da fatia do Estado no banco permitiu aos contribuinte recuperar perto de 14 mil milhões de euros.

 

 

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