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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Empresário japonês é pai de 15 bebés de "barrigas de aluguer" na Tailândia

20.08.14, Planeta Cultural

Num caso a que a imprensa tailandesa se refere como "a fábrica de bebés", a polícia anunciou que o filho de um milionário que lidera um império de telecomunicações no Japão é o pai biológico de pelo menos 15 crianças

 

As autoridades afirmaram esperar que o empresário se desloque à Tailândia para esclarecer a situação, duas semanas depois de terem sido encontrados nove bebés num apartamento de Banguecoque, o que levantou suspeitas de tráfico de seres humanos, até ao momento não confirmadas.

 

O empresário japonês, filho de um milionário que lidera um império de telecomunicações, de acordo com a imprensa japonesa, deixou a Tailândia, mas enviou para Banguecoque uma amostra de ADN (ácido desoxirribonucleico) no início da semana, através do advogado.

Numa carta apresentada também pelo advogado, o japonês explica apenas "querer ter filhos" e "poder tomar conta deles", afirmou Kokiat Wongvorachart, responsável da polícia.

 

A imprensa batizou o caso como "a fábrica de bebés", mas o responsável policial declarou que "até ao momento, não existiam pistas de abusos, tráfico de seres humanos ou de qualquer ilegalidade com os bebés".

 

Numerosos casais estrangeiros deslocavam-se à Tailândia para recorrer aos serviços de clínicas de fecundação `in vitro` e de "barrigas de aluguer", mesmo que as autoridades tenham, a partir de agora, declarado ilegal a gestação a favor de terceiros e paga.

 

Uma nova lei vai punir com dez anos de prisão as infrações à proibição de utilização de "barrigas de aluguer".

 

Este negócio das "barrigas de aluguer" na Tailândia conheceu projeção mundial com o recente caso de um casal de australianos, acusado de ter abandonado o bebé, com síndrome de Down, com a mãe de substituição.

 

A Austrália, que tem vários cidadãos bloqueados na Tailândia a aguardar autorização para deixarem legalmente o pais com os seus bebés, pediu a Banguecoque um período de transição em defesa dos acordos já concluídos. 

 

 

 

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