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Cinco economias emergentes pregam um susto

Sábado, 01.02.14

O início do ano ficou marcado por uma tempestade cambial em cinco economias emergentes - Argentina, Hungria, Rússia, África do Sul e Turquia, com desvalorizações cambiais assinaláveis.

 

A crise cambial mais aguda é a da Argentina, com o peso a desvalorizar 20,4% em 30 dias em relação ao euro, que se soma a uma crise de dívida, com o risco de uma bancarrota a atingir, no final de janeiro, cerca de 84%. A Argentina lidera o "clube" das desvalorizações e da bancarrota.

 

A desvalorização do peso nos últimos 12 meses já vai em mais de 60% face ao euro; no final de 2013, um euro valia 9 pesos; no final de janeiro de 2014, o euro troca-se oficialmente por 10,82 pesos. O risco de um novo default argentino subiu quase 22 pontos percentuais desde o final de 2013.

Os quatro companheiros do peso argentino no clube da desvalorização em janeiro em relação ao euro são o florim (que desvalorizou 5,46%), o rublo russo (5,35%), o rand sul-africano (4,93%) e a lira turca (3,84%). Este é o novo grupo dos cinco mais frágeis no início deste ano.

 

Em 2013, o clube das sete divisas mais frágeis, para além do peso argentino, do rublo, do rand e da lira turca, juntava o real brasileiro (que se desvalorizou ligeiramente em janeiro), a rupia indiana (que se valorizou em janeiro) e a rupia indonésia (que, também, se valorizou em janeiro). Os reincidentes são, agora, o peso argentino, o rublo, o rand e a lira turca; o florim húngaro (de uma economia membro da União Europeia) estreia-se.

 

Bancos centrais sobem taxas

 

Em janeiro três bancos centrais das economias emergentes decidiram subir as taxas, precisamente no dia anterior (28 de janeiro) e no próprio dia (29 de janeiro) em que a Reserva Federal dos Estados Unidos decidiu anunciar uma segunda redução de 10 mil milhões de dólares mensais no seu programa de "alívio quantitativo" (conhecido pela sigla QE, de quantitative easing).

 

A 28 de janeiro, o TMB, banco central da Turquia, subiu a taxa de recompra de títulos de 4,5% para 10% e a taxa de cedência de liquidez de 7,75% para 12%, e o Reserve Bank of India, liderado pelo guru Raghuram Rajan, subiu a taxa de recompra de 7,75% para 8%. No dia seguinte, o South African Reserve Bank, decidiu aumentar a taxa de recompra de 5% para 5,5%. A 15 de janeiro, o Banco Central do Brasil, subira a Selic - a taxa básica - de 10% para 10,5%.

 

Na dívida pública, no prazo a 10 anos, que serve de referência, três países registam yields muito elevadas no fecho de janeiro: Egito com 15,1%, Brasil com 13,4% e Paquistão com 12,83%. Outras economias emergentes registam yields naquele prazo superiores a 7%: Indonésia (8,89%), Vietname (8,85%), Índia e África do Sul (8,79%), e Colômbia (7,19%). Em prazos mais longos, a Argentina regista 10,6% a 25 anos e a Venezuela 15,29% a 20 anos.

 

Alguns analistas temem uma crise financeira num conjunto de economias emergentes como a que ocorreu no final dos anos 90 do século passado.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:29


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