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Angola já contraiu empréstimos de mil milhões de dólares para equilibrar orçamento

Quinta-feira, 05.02.15

Angola está a negociar com o Banco Mundial um empréstimo de 500 milhões de dólares para equilibrar o orçamento, a somar a mais 500 milhões já contratados com o Goldman Sachs e Gemcorp Capital, noticiou hoje o Financial Times.


Segundo o jornal, o Governo angolano está a negociar um empréstimo concessional - a juros muito abaixo dos praticados pela banca comercial - no valor de 500 milhões de dólares, elevando para mil milhões de dólares o montante de empréstimos contraídos nas últimas semanas.

 

 

A informação é avançada ao jornal britânico pelo responsável do Banco Mundial pelo acompanhamento de Angola, Souleymane Coulibaly, que afirma que "o principal é dar algum alívio de curto prazo por causa da abrupta redução de receitas".

 

O Governo de Angola "está a analisar as prioridades, onde cortar na despesa, para garantir que o elemento social é, de alguma forma, protegido, mas o programa de reformas que vai ser sustentado no apoio orçamental é para fortalecer a gestão orçamental a médio prazo", diz o economista do Banco Mundial que acompanha Angola a partir dos Camarões.

 

A informação do jornal britânico surge no dia anterior à aprovação do Orçamento do Estado retificativo, que deverá ser ratificado na sexta-feira em Luanda, esperando-se uma diminuição para menos de metade do preço do barril - de 81 para 40 dólares -, o que representa um corte de 14 mil milhões de dólares nas receitas, e fortes cortes e adiamentos na despesa, nomeadamente nas obras públicas.

 

O petróleo vale 98% das exportações de Angola e foi responsável, em 2013, por 76% das receitas fiscais, sendo portanto um fator incontornável na elaboração do plano de despesas e receitas do país.

 

O objectivo maior do empréstimo que deverá ser concedido a Angola é assegurar que "os pobres e os vulneráveis" são protegidos dos cortes orçamentais, o que representa um universo de 24 milhões de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia, o que ilustra bem as "gigantescas disparidades que existem entre as elites e o povo", escreve o Financial Times.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:35


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