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Candidatos ao ensino superior continuam a diminuir

Segunda-feira, 09.06.14

Quase 159 mil alunos do ensino secundário estão inscritos para a época de exames nacionais que arranca na próxima semana. O número é praticamente igual ao do ano passado, mas volta a haver menos jovens a querer candidatar-se ao ensino superior.

 

Se em 2010 havia 62% de inscritos nos exames que se diziam simultaneamente candidatos ao ensino superior este ano letivo, o valor é agora de 56%. O número, que diz respeito à intenção manifestada pelos alunos quando preenchem a ficha de inscrição, tem vindo a cair nos últimos três anos.

 

Ainda de acordo com os dados do Ministério da Educação, fica claro que a esmagadora maioria dos jovens que concorre ao ensino superior e que, por isso, tem de realizar exames nacionais, vem do ensino secundário regular. Apenas 1% (cerca de mil alunos) é proveniente de cursos profissionais.

 

O exame nacional de Português, que vai ser realizado a 18 de junho por quase 75 mil alunos, é o que tem mais inscritos, seguido da prova de Biologia e Geologia e de Física e Química. Em média, cada estudante vai realizar dois exames nacionais.

 

A primeirq fase dos exames nacionais do secundário termina a 27 de junho a e os resultados são afixados a 11 de julho.

 

In' expresso.sapo.pt

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Publicado por Planeta Cultural às 21:28

40 mil professores candidataram-se a um lugar nas escolas

Quarta-feira, 04.06.14

Uns para tentarem colocação nos quadros do Ministério da Educação, outros para suprirem necessidades transitórias das escolas. Foram cerca de 40 mil os professores que apresentaram candidatura no âmbito dos dois concursos – o de vinculação extraordinária e o de contratação inicial – que estiveram a decorrer até terça-feira, 3 de Junho. Ao todo chegaram ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) 145 mil candidaturas, uma vez que cada docente se pode candidatar em mais do que um quadro de zona pedagógica e a mais do que uma disciplina.

 

Os dados foram avançados pelo secretário de Estado Casanova de Almeida esta quarta-feira. Para já não é possível saber quantos desses 40 mil docentes se candidataram a uma das 1.954 vagas abertas nos quadros. Em resposta ao Negócios, fonte oficial do Ministério de Nuno Crato explicou que os dados terão de ser ainda "validados" e que será preciso aguardar pelas "listas provisórias" para saber como se repartem estas candidaturas.

 

Em Janeiro, o ministro da Educação, Nuno Crato, já tinha anunciado a abertura de um concurso para vinculação extraordinária de cerca de dois mil professores, no sentido de dar seguimento a uma exigência da Comissão Europeia. Mas assim que foi publicado o diploma com a fixação do número exacto de vagas (1.954) e distribuição em termos geográficos e de disciplinas não tardaram críticas. Professores criticaram as poucas vagas abertas face ao número de professores em condições de passar para os quadros, bem como a concentração em determinadas zonas e disciplinas e as desigualdades que se podem vir a criar.

 

Um grupo de mais de 150 docentes chegou mesmo a entregar no início desta semana uma providência cautelar no Tribunal Administrativo do Porto para suspender o concurso. O objectivo passa por garantir que os professores dos quadros (que até gostariam de se aproximar de casa) não sejam ultrapassados por docentes até aqui a contrato e até mais jovens.

 

Ministério garante que "não haverá qualquer ultrapassagem"

 

Casanova de Almeida explicou que o número de vagas abertas tem em conta as projecções para as aposentações de docentes até 2020, as rescisões, os professores em mobilidade estatutária e as projecções demográficas. "O que estamos a fazer é garantir que os professores que acedem a um vínculo com o MEC, acedem a lugares que efectivamente representam necessidades, e, como tal, não ficarem sem a possibilidade de formação de horário com componente lectiva", acrescentou, citado pela Lusa.

 

E à semelhança do que Crato já tinha dito, também o secretário de Estado reagiu à providência dizendo que resulta de uma leitura menos adequada do diploma. Sendo este um concurso de vinculação extraordinária aos quadros, "não pode ser aberto a professores que já têm vínculo". Mas precisamente para acautelar que não decorre daqui nenhuma situação de injustiça, o Ministério estabeleceu regras.

 

O secretário de Estado explicou que, tal como está previsto, os docentes contratados que este ano venham a conseguir entrar nos quadros terão obrigatoriamente que concorrer ao concurso de mobilidade geográfica previsto para 2015, onde o lugar que ocuparam será colocado a concurso, podendo vir a ser ocupado por um professor dos quadros com maior antiguidade, se este manifestar interesse em ocupar a vaga.

 

A este concurso poderão concorrer docentes que tenham exercido funções em estabelecimentos públicos, em pelo menos 365 dias, nos três anos lectivos anteriores ao da data de abertura do concurso, em regime de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo e a obtenção de um mínimo de Bom na avaliação de desempenho docente naquele período.

 

Com este concurso o Ministério de Nuno Crato terá vinculado em 1 de Setembro de 2014, 2.600 docentes aos quadros. No próximo ano será ainda introduzida uma norma travão de acesso semiautomático aos quadros para professores com cinco anos de serviço docente sucessivos, com horários anuais e completos.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 21:41

Católica continua a oferecer a melhor formação para executivos em Portugal

Segunda-feira, 12.05.14

Novo “ranking” do FT mantém três escolas portuguesas entre as 65 melhores do mundo na formação de executivos. Pelo terceiro ano consecutivo, a lista continua a ser liderada pela suíça IMD nos programas abertos, enquanto a norte-americana Duke garante a melhor oferta de formação “feita à medida”.


A Católica Lisbon School of Business & Economics continua a ser escola de negócios portuguesa melhor posicionada no “ranking” do Financial Times que nesta edição de 2014 volta a integrar três escolas nacionais.

A Católica subiu dois lugares, para o 40º, no ranking da melhor oferta de formação aberta, embora tenha descido do 54º para 61º posto na lista dos melhores programas feitos à medida para empresas ou outras organizações.

Em comunicado enviado às redacções, Francisco Veloso, director da Católica-Lisbon considera que “este resultado reflecte o sucesso de uma estratégia de excelência e de internacionalização que tem vindo a ser implementada e que permite a grande visibilidade da nossa Escola no estrangeiro e a liderança incontestável em território nacional”.

A escola de negócios da Universidade Nova – a Nova School of Business and Economics - desceu do 58º para o 60º lugar na formação aberta, e situou-se no 73º posto nesta primeira avaliação internacional ao seu programa personalizado de formação de executivos.

A Porto Business School subiu quatro lugares, para o 64º, na formação aberta, e desceu do 59º para o 63º posto nos programas de formação de executivos por desenhados por “encomenda”.

Pelo terceiro ano consecutivo, o ranking de 2014 do Financial Times continua a ser liderado pelo mesmo duo de escolas: a suíça IMD é a melhor classificada nos programas abertos, enquanto a norte-americana Duke garante a melhor oferta de formação de executivos “feita à medida”.

No caso da Duke Corporate Education, este é 12 º ano consecutivo de liderança desta tabela. A HEC Paris surge, pelo sexto ano seguido, no segundo posto da melhor formação por “encomenda”, seguindo-se a espanhola IESE, que ocupa o terceiro lugar, pelo terceiro ano.

No ranking da formação aberta de executivos, a suíça IMD melhorou ainda mais o seu desempenho, sublinha o FT, ao assinalar a subida relativa da sua classificação em vários critérios.

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:15

Inglês vai passar a ser obrigatório no 3º e 4º ano a partir de 2015/2016

Terça-feira, 06.05.14
Intenção já tinha sido avançada pelo ministro da Educação, Nuno Crato, no final do ano passado. Agora o governante confirma que a disciplina de inglês passará a fazer parte do currículo no 3º e 4º ano de escolaridade a partir do ano lectivo 2015/2016.
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"O caminho é introduzir curricularmente o inglês no primeiro ciclo. Pedimos parecer ao Conselho Nacional de Educação que diz que será boa ideia introduzir o inglês curricular no primeiro ciclo, no terceiro e quarto anos de escolaridade. Nesse sentido e com o objectivo de introduzir o inglês curricular no primeiro ciclo já a partir de 2015/2016, estamos a trabalhar e constituímos um grupo de trabalho, que está a desenhar um plano", anunciou Nuno Crato, que está esta terça-feira, 6 de Maio, a ser ouvido na Comissão de Educação.

 

O governante frisou ainda a importância de "ter metas e programas" bem definidos de forma a introduzir bem o inglês no primeiro ciclo e o ensino ser bom.

 

Esta novidade implicará necessariamente a alteração das metas do 2º e 3º ciclo e também do secundário, uma vez que os alunos iniciarão a sua aprendizagem mais cedo.

 

Para dar resposta a estas novas necessidades que se criam, será ainda criado um "novo grupo de recrutamento", "formação complementar de alguns professores" e serão criados "mestrados especiais nessa área". 

 

Como o objectivo é que a introdução do inglês no primeiro ciclo seja "bem feita", o ministro acrescentou que não pode garantir que "haja cobertura total das escolas no ano lectivo 2015/2016". 

 

A possibilidade de tornar o inglês obrigatório no primeiro ciclo já tinha sido avançada no final do ano pelo governante, no contexto da polémica que se levantou pelo facto de o Ministério ter decidido acabar com a obrigatoriedade do inglês nas actividades de enriquecimento curricular, que são de frequência facultativa no ensino primário. 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:48

Coimbra vai cobrar propina sete vezes superior a alunos estrangeiros

Terça-feira, 25.03.14

Estudantes estrangeiros que forem para a Universidade de Coimbra vão pagar 7.000 euros por ano. Esta é a primeira instituição a revelar o valor das propinas, desde que o Estatuto do Estudante Internacional foi publicado. Falta saber que cursos abrirão vagas e quantas vagas haverá.

 

A partir de Setembro, os estudantes estrangeiros, não europeus, poderão matricular-se num curso superior em Portugal. A Universidade de Coimbra já definiu as propinas que irá cobrar: 7.000 euros anuais, ou seja, sete vezes mais do que cobra a um aluno nacional. Esta foi a primeira instituição a revelar o valor da propina a cobrar, depois da publicação do Estatuto do Estudante Internacional (EEI).

 

“O valor estabelecido provém do custo real da formação. O próprio diploma que cria o Estatuto do Estudante Internacional prevê isso”, explicou ao Negócios Margarida Mano, vice-reitora da Universidade de Coimbra, acrescentando que a opção de ser uma propina igual para todos os cursos foi “institucional” e “bem ponderada”. No fundo, trata-se de um custo médio para a Universidade. A propina é também a mesma caso o aluno frequente apenas uma licenciatura ou uma licenciatura com mestrado integrado.

 

Questionada sobre a disparidade desta propina face ao valor cobrado aos estudantes nacionais (cerca de 1.065 euros anuais), a vice-reitora defendeu que “não se pode olhar para as duas propinas”. E porquê? Porque as universidades públicas não funcionam apenas com a propina dos estudantes. Funcionam graças aos impostos pagos pelos contribuintes, que são transferidos via Orçamento do Estado, e ainda graças às receitas próprias geradas. Neste caso o Estado não vai financiar as universidades por estes estudantes, logo “não são situações comparáveis”.

 

Margarida Mano está convencida de que os 7.000 euros anuais são “competitivos” e que “vão atrair estudantes”, sobretudo brasileiros. Mas a vice-reitora admite que esta é uma primeira experiência e que não se espera logo um grande sucesso no primeiro ano. É ainda assim uma novidade importante no sentido de investir na internacionalização das instituições e em novas formas de financiamento.

 

Quanto ao número de vagas que vão abrir no próximo ano, e os cursos que terão vagas, ainda nada está fechado. Mas haverá certamente diferenças de curso para curso, adiantou. O curso de Medicina ficou de fora, a nível nacional.

 

Questionado sobre o assunto, António Cruz Serra, reitor da Universidade de Lisboa, respondeu que “na Universidade de Lisboa as escolas vão fazer propostas sobre quais os cursos em que querem abrir vagas, quantos alunos querem ter e qual a propina a cobrar”. Por isso “é muito cedo” para avançar com números. Mas o que parece certo, para já, é que nesta instituição a “propina variará” consoante o curso.

 

Estatuto do Estudante Internacional era reivindicação dos reitores

O diploma que define o Estatuto do Estudante Internacional, publicado a 10 de Março, “vem criar uma nova oportunidade de atracção dos alunos internacionais”, resumiu Margarida Mano.

 

Basicamente este diploma, que terá efeitos práticos já a partir do próximo ano lectivo, vem criar um concurso especial de acesso ao ensino superior para alunos estrangeiros, não europeus, e permitir a fixação de propinas pelas instituições de acordo com o custo real. Este novo regime não altera em nada os regimes especiais de acesso para estudantes bolseiros de países africanos de língua portuguesa, ou o regime previsto para os programas de mobilidade (como o Erasmus) ou outros programas, no âmbito dos acordos de cooperação estabelecidos com o Estado português.

 

A criação deste estatuto era uma reivindicação do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) que, pela voz do seu presidente, António Rendas, por várias vezes apelou ao Governo que o concretizasse, tendo em conta as dificuldades financeiras que as instituições atravessam.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:22

Provas de matemática e português vão ser obrigatórias no acesso à licenciatura de ensino básico

Segunda-feira, 28.10.13

Ministro da Educação está a preparar um decreto-lei para tornar obrigatórias as provas nas áreas de Português e Matemática no acesso à licenciatura para o ensino básico.

 

Hoje em dia um professor que dá Matemática no 5º e 6º anos pode ter tido sempre negativa a esta disciplina, enquanto estudante, até ao 9º ano e nem a ter feito no ensino secundário. Uma situação que o ministro da Educação, Nuno Crato, não entende e que pretende travar. Para isso, está a preparar um decreto-lei que tornará obrigatória a realização de provas de ingresso em português e matemática no acesso à licenciatura de ensino básico.

 

“Vamos tornar obrigatório para acesso à licenciatura em educação básica a realização de provas de ingresso nas áreas de Português e Matemática”, anunciou esta tarde o ministro Nuno Crato, falando nas jornadas parlamentares conjuntas do PSD e do CDS/PP, na Assembleia da República.

 

“Não sei se os senhores deputados têm presente, mas isto é absolutamente extraordinário. É possível neste momento que um professor do segundo ciclo (5º e 6º anos) faça todo o seu percurso tendo reprovado a Matemática no nono ano de escolaridade, tendo passado o secundário sem ter Matemática e depois, em seguida, ir para uma licenciatura em Educação [Básica] e ir ensinar Matemática e Português aos nossos jovens no segundo ciclo. Isto não se pode manter”, revelou o governante para justificar a actuação do Governo.

 

"Nós queremos que os futuros professores, ao entrarem para a licenciatura em educação básica, tenham de mostrar o que sabem de Português e Matemática ao nível do 12º ano", defendeu, acrescentando que não serão provas de Matemática A, mas avaliarão "um mínimo de matemática, de polinómios, de divisões de fracções, aquilo que os professores têm que saber quando estão a ensinar alunos do segundo ciclo", detalhou Crato, rematando que uma "primeira versão" do decreto vai seguir para consulta pelos "diversos parceiros", nomeadamente, para as instituições de ensino superior.

 

Questionado pelo Negócios sobre a implementação desta medida, o Ministério da Educação e Ciência respondeu que "esta matéria será regulamentada muito em breve". Uma vez que os alunos precisam de saber com o que contam em termos de provas obrigatórias para poderem assim fazer uma escolha consciente e informada das disciplinas que vão ter no ensino secundário – dado que algumas são opcionais –, esta prova deverá ser uma realidade apenas para quem entre para o 10º ano a partir do ano lectivo 2014/2015. Ou seja, só no ano lectivo 2016/2017 poderão vir a estar no terreno.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:57

Estudantes aconselhados a tirarem maior proveito dos sábados académicos

Domingo, 20.10.13

O director provincial da educação, Gabriel Boaventura, aconselhou sábado os estudantes participantes no concurso sábados académicos no sentido de tirarem o maior proveito possível do concurso, de formas a contribuírem na melhoria da qualidade de ensino.

O responsável fez esse apelo no acto de abertura de mais uma edição do projecto sábado académicos, promovido pelo secretariado provincial da JMPLA, organização juvenil do MPLA.

Para Gabriel Boaventura, promover a educação cívica e moral no seio da comunidade estudantil jovem, estimular os estudantes para um maior empenho nos estudos, de modo a prepararem-se melhor para os desafios do futuro e contribuir na reconstrução do país, constitui importante tarefa dos estudantes, daí que a iniciativa da JMPLA ser imperiosa, pois concorre para esse objectivo.

Frisou que os sábados académicos vão contribuir, sobretudo, para a recuperação dos valores morais e culturais que se perderam ao longo dos tempos, bem como incentivar os jovens a irem à escola à procura do saber e não apenas com intuito de adquirem certificados.

Precisou que para o desenvolvimento do país precisa-se de homens competentes e estes são formados nas escolas, daí que e JMPLA está a contribuir positivamente neste domínio, com a realização dos sábados académicos, pois permitem a melhoria gradual e progressiva da qualidade de ensino e das condições de aprendizagem.

Já o primeiro secretário provincial de Malanje da JMPLA, Custódio da Cunha, disse que esta actividade visa elevar o índice de aplicação dos estudantes do II ciclo do ensino secundário nas tarefas de aprendizagem, que se consubstanciam no aumento dos conhecimentos.

Disse que aposta na melhoria do ensino constituir um grande desafio das instituições do Estado e dos seus parceiros no novo contexto que o país vive, rumo ao desenvolvimento, pelo que são necessário programas concretos que ensinam os jovens na formação técnico-profissional, de modo a prepara-los cientificamente para a sua inserção no mercado de trabalho.

O projecto sábados académicos contou com a participação de 12 candidatos dos municípios de Malanje (Sede), Cacuso, Quirima, Kambundi-Katembo, Caculama, Kunda-dia-base, Cangandala e Kiwaba-Nzoji.

Durante o concurso os estudantes foram submetidos a avaliações nas disciplinas de matemática, língua portuguesa, história, biologia e cultura geral.

O vencedor vai representar a província de Malanje no concurso nacional, a decorrer em Luanda, no dia 23 de Novembro do corrente ano.

O projecto visa incentivar os estudantes a se engajarem nos estudos contribuindo, desta forma, no progresso do país, bem como na formação técnico-profissional dos jovens.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:25

Comuna da Chicala vai ter novas escolas

Sábado, 05.10.13

A informação foi avançada hoje, sábado, pelo administrador comunal da Chicala, António Valeriano, salientando que os estabelecimentos de ensino vão ser erguidos nas embalas e aldeias da região.

 

Sem revelar o valor financeiro a ser empregue na construção das escolas, sublinhou que, no mesmo programa, duas outras vão ser reabilitadas, já que  foram destruídas na sequência de fortes ventos que assolou a região no mês de Setembro.

 

A construção das novas escolas possibilitará a integração no sistema de ensino de mil 279 crianças que actualmente sejam matriculadas no próximo ano lectivo devido a insuficiência de salas de aulas.

 

Em 2013 foram matriculados três mil 887 alunos da iniciação a nona classes.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:58

Dia Mundial dos Professores

Sábado, 05.10.13

Assinala-se hoje, 5 de Outubro, O Dia Mundial dos Professores, com o objectivo de se chamar a atenção das opiniões públicas para os desafios e as dificuldades com que os educadores se confrontam.

 

A data, instituída em 1966 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), deve-se ao cumprimento das directrizes que norteiam a formação e as condições de trabalho dos professores.

 

Ambas organizações estabeleceram directrizes que norteiam a formação e as condições de trabalho dos professores, a participação deles e de seus representantes em decisões educacionais e as medidas que devem ser tomadas em cada país para a qualificação de profissionais e de ambientes de aprendizagem.

 

A efeméride, segundo a Unesco, é aproveitada para comemorar a profissão, cujo papel na educação de jovens e adultos permanece essencial.

A falta de professores qualificados torna-se num problema crucial. A Unesco estima que mais de 18 milhões de professores são necessários para que a meta de Educação Primária Universal (EPU) seja atingida até 2015.

 

Essa carência é especialmente aguda em África, onde mais de 3,8 milhões de professores são necessários para que a EPU seja atingida. A falta de professores, em muitos países do continente, faz com que uma sala de aulas albergue 60 ou mais alunos.

 

É geralmente reconhecido que educação de qualidade não pode ser oferecida em salas de aulas com mais de 40 alunos.

 

"Mesmo quando a oferta geral de professores é suficiente, áreas remotas e em desvantagem em todo o mundo podem sofrer com problemas persistentes de contratação e retenção de professores.

 

Essa falta de professores qualificados é um dos maiores desafios para as metas da Educação Para Todos (EPT)" - segundo mensagem conjunta da Unesco/OIT/Unicef.

 

Todos os anos comemora-se o Dia Mundial dos Professores e esta data deve servir para lembrar o quanto é imprescindível, numa sociedade de futuro, o professor, aquele que ensina, através da transmissão de conhecimentos, aquele que educa, através do exemplo que dá, aquele que “marca” com a sua conduta amiga, acolhedora e responsável.

 

Hoje, ser professor é muito mais que estar ou saber estar na sala de aulas.

 

Para todos os professores no activo, e para aqueles que já estão aposentados, a Unesco/OIT/Unicef endereça um forte abraço, com muita esperança, optimismo e admiração por abraçarem uma profissão de enorme desgaste, físico e psicológico, a quem tudo se pede, em troco de muito pouco ou, quantas vezes, quase nada.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:53

Escolas começam com quase 2.000 professores em falta

Quinta-feira, 12.09.13

Ministério da Educação revelou esta quinta-feira os resultados da primeira colocação de professores para este ano lectivo. Foram preenchidos 6.593 horários, mas as escolas continuam a precisar de 1.991 professores.

 

As aulas arrancaram esta quinta-feira, mas haverá alunos sem algumas aulas nos próximos dias ou semanas. Na primeira colocação de professores depois do concurso anual foram preenchidos 6.593 dos 8.584 horários disponibilizados pelas escolas. A maioria desses lugares foram ocupados por professores contratados.

 

O Ministério da Educação divulgou esta quinta-feira, 12 de Setembro, em comunicado que dos 6.593 horários comunicados pelas escolas, 793 foram preenchidos por professores de carreira que estavam sem componente lectiva (os chamados horários zero) e 5.800 por professores contratados. Desses últimos, 346 viram renovados os seus vínculos, sobretudo em escolas de intervenção prioritária ou com contrato de autonomia “cujos horários não foram preenchidos por docentes dos quadros”, explica o Governo.

 

Em relação aos 1.991 horários, ainda por ocupar, “serão agora disponibilizados para contratação a nível de escola”. “A reserva de recrutamento decorre até Dezembro” e “os horários que ficarem disponíveis a partir de Janeiro serão disponibilizados directamente para contratação de escola”, conclui o Ministério de Nuno Crato em comunicado enviado às redacções.

 

Os dados permitem ainda verificar que apenas 14,7% dos 36.939 docentes contratados que se candidataram a estas vagas por todo o País conseguiram lugar.

 

Os 6.593 professores juntam-se agora aos 10.826 colegas dos quadros que já estavam nas escolas, com colocação garantida desde final de Agosto, no âmbito do concurso anual para a satisfação de necessidades transitórias.

 

Este concurso foi precedido pelo concurso nacional quadrienal e por um outro concurso de vinculação extraordinária que permitiu colocar nos quadros 600 docentes.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:49


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