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Saiba quais são os melhores depósitos e aplicações

Segunda-feira, 31.10.16

Só dois depósitos oferecem taxas líquidas acima de 1%

 

A taxa de juro média dos novos depósitos de particulares voltou a cair em agosto para um novo mínimo histórico, em 0,38%, e alguns bancos, como o BPI ou o Santander, já pagam mesmo virtualmente zero por estas aplicações. De acordo com os dados reunidos pela Proteste Investe, existem apenas oito depósitos no mercado, para maturidades a 12 meses e aplicações até 10.000 euros, onde é possível conseguir um juro bruto superior a 1%, e a maioria está reservada para novos clientes ou capitais.

 

O BNI Europa e o Banco Invest oferecem taxas de juro brutas de 1,85% e 1,75%, respetivamente. Estes são aliás os únicos depósitos a pagar mais de 1% em termos líquidos. Já em termos brutos, consegue ainda taxas superiores a 1% no Montepio, Banco privado Atlântico Europa, ActivoBank e Banco BIC.

 

Certificados de Reforma

 

Nasceram em 2008 e ficaram conhecidos como os “PPR do Estado” por terem condições fiscais semelhantes aos Planos Poupança Reforma (PPR). Têm no entanto desvantagens face aos tradicionais PPR: não permitem adequar a exposição ao risco de acordo com o perfil do aforrador; não garantem o capital, ao contrário do que acontece na maioria dos seguros PPR; e não permitem o resgate antecipado, ainda que com penalizações.

 

Trata-se de unidades de participação de um fundo de capitalização criado e gerido pelo Estado. As contribuições mensais são calculadas a partir da sua base salarial (2%, 4% ou 6%), o que significa que tem também pouca flexibilidade para adaptar a periodicidade e os montantes das entregas. Em contrapartida, oferecem comissões mais baixas do que a maioria dos PPR e são impenhoráveis. Rendem no último ano 2,29%, ou 2,97%, em termos anualizados, nos últimos 36 meses.

 

Taxas negativas pressionam Certificados de Aforro

 

As taxas de juro do mais antigo produto de poupança do Estado continuam a bater mínimos históricos. Quem subscrever Certificados de Aforro (CA) em outubro recebe 0,669%, o valor mais baixo de sempre e tudo devido à fórmula de cálculo de juros desta aplicação. Os CA pagam a taxa Euribor a três meses acrescida de 1%.

 

O problema é que a Euribor está negativa, o que significa que, o que deveria somar, afinal subtrai. Os prémios de permanência também não são impressionantes. É necessário manter a aplicação por mais de cinco anos para receber mais um ponto percentual. Até lá recebe apenas 0,5%, a partir do segundo ano. Até setembro, os portugueses investiram apenas 610 milhões de euros em CA e resgataram no mesmo período 450 milhões.

 

PPR

 

São o clássico produto de poupança para a reforma. Além de beneficiarem igualmente de condições fiscais mais favoráveis à saída, como os seguros de capitalização ou os unit-linked, os PPR recuperaram em 2015 também os benefícios fiscais à entrada, dos quais estavam privados desde 2011. Assim, no IRS deste ano, passou a ser possível descontar novamente 20% dos prémios entregues no ano anterior, até um limite de 400 euros. Mas há diferenças face ao passado: Existe hoje um único limite geral para todas as deduções à coleta de IRS, onde entram, além das deduções com PPR, também as despesas com educação, saúde, lares ou imóveis.

 

Pode optar por um seguro ou fundo PPR. Regra geral, o primeiro oferece garantia de capital e um rendimento mínimo, o mesmo não acontece nos fundos PPR, onde fica exposto a mais risco, o que significa ganhos ou perdas potenciais superiores.

 

Unit-linked

 

São um híbrido de seguros de capitalização com fundos de investimento. Ou seja, são seguros ligados a um fundo de investimento o que significa que não garantem o capital e são constituídos por unidades de participação cuja performance está dependente das decisões de investimento dos gestores.

 

Mas, tal como um seguro de capitalização, de “seguro” só têm o nome e oferecem igualmente vantagens fiscais (ver caixa ao lado). Entre os 184 unit-linked em comercialização em Portugal, 45 registaram perdas em 2015. O BBVA Unit Linked, gerido pela Zurich, alcançou a melhor performance no último ano com ganhos de 30,2%. No entanto, é preciso lembrar que rendibilidades passadas não são garantia de ganhos futuros.

 

Seguros de capitalização

 

Têm o nome de “seguros” mas são produtos de capitalização, não cobrindo qualquer tipo de risco. A maioria garante o capital e um rendimento mínimo. A principal mais-valia destes produtos são os benefícios fiscais, semelhantes aos dos PPR – até ao quinto ano pagam 28% sobre o rendimento; mantendo a aplicação por mais de cinco anos e até ao oitavo ano, a tributação cai para 22,4%; a mais de oito anos paga apenas 11,2%.

 

Em relação a um PPR têm ainda a vantagem de oferecer maior flexibilidade no resgate mas, em contrapartida, tendem a ter comissões elevadas. Tal como tem acontecido nos depósitos, também aqui as seguradoras têm vindo a cortar nas taxas de juro mínimas garantidas, embora a maioria destes produtos permita ainda a participação nos resultados dos fundos subjacentes. Ainda assim, é possível encontrar taxas garantidas superiores a 2%, nomeadamente na Lusitânea, que ainda garante taxas de 2,35% e 2,2% para subscrições em 2016.

 

Certificados do Tesouro

 

Em pouco mais de seis anos, os portugueses já investiram quase 10,5 mil milhões de euros em Certificados do Tesouro, quase tanto quanto o stock de Certificados de Aforro. Atualmente apenas os Certificados do Tesouro Poupança Mais estão em comercialização, e embora paguem menos do que a sua primeira versão, lançada em 2010, continuam a ser uma das alternativas mais interessantes do mercado em termos de remuneração.

 

As taxas são crescentes ao longo de cinco anos, respetivamente de 1,25%, 1,75%, 2,25%, 2,75% e 3,25%, a que corresponde uma taxa de juro média de 2,25%. Oferecem ainda a possibilidade de somar um prémio, no quarto e quinto anos da aplicação, em caso de crescimento real do PIB.

 

Os depósitos do tudo ou nada

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:03

Contribuintes que não validem declaração automática do IRS, perdem benefícios e deduções fiscais

Sexta-feira, 14.10.16

O Governo vai tornar o procedimento automático em 2017 para trabalhadores dependentes, reformados e pensionistas. Contribuintes que não validem declaração perdem benefícios e deduções.

 

 

No próximo ano, os trabalhadores por conta de outrem, sem filhos, não vão precisar de entregar a declaração de imposto sobre os rendimentos (IRS). A medida, que deverá abranger também reformados e pensionistas, consta da proposta do OE/17, cuja versão preliminar ontem levada a Conselho de Ministros, o Jornal Económico teve acesso. Os contribuintes que não validarem a declaração que será preenchida com dados recolhidos pelo Fisco arriscam-se a perder algumas deduções à colecta e benefícios fiscais que ajudam a abater a factura do imposto.

 

Segundo o documento, a Autoridade Tributária (AT) passará, assim, a disponibilizar já em 2017 no Portal das Finanças uma declaração de rendimentos provisória por cada regime de tributação, separada e conjunta, quando aplicável; a correspondente liquidação provisória do imposto; e os elementos que serviram de base ao cálculo das deduções à coleta.

 

Os contribuintes deverão confirmar a declaração provisória depois de verificarem que os elementos apurados pela AT correspondem aos rendimentos do ano a que o imposto respeita e a outros elementos relevantes para a sua concreta situação tributária. Com esta confirmação, a declaração passa ser considerada entregue pelo sujeito passivo nos termos legais. No caso de erros ou divergências detectadas, os contribuintes terão de submeter uma nova declaração.

 

O Executivo prevê uma disposição transitória relativa às liquidações de IRS de 2016 decorrentes da determinação automática dos elementos relevantes pela AT. Ou seja na entrega das declarações de IRS no próximo ano ficarão, para já, excluídas as famílias com filhos ou com deduções relativas a ascendentes.

 

“Aplica-se apenas aos sujeitos passivos que não tenham dependentes a cargo nem deduções relativas a ascendentes”, lê-se no documento.

 

A disposição transitória fixa ainda a possibilidade de os contribuintes poderem na declaração de rendimentos respeitante ao ano de 2016, declarar (substituir) o valor das despesas referentes a saúde, imóveis e encargos com lares.

 

 Fisco corta deduções e benefícios para quem não validar

 

Caso o contribuinte não tenha validado a declaração automática, esta passa a ser automaticamente aceite pelo Fisco e não poderá abater ao IRS as deduções fixas por filho (600 euros), bem como os benefícios fiscais no caso de pessoas deficientes e outros benefícios fiscais que garantem a redução do imposto a pagar.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:03

Tesla lança carro eléctrico mais rápido do mundo (bate Porsches e Ferraris)

Quinta-feira, 25.08.16

Tesla.jpg

A Tesla lançou uma nova versão do Model S com uma potente bateria cuja aceleração supera os superdesportivos.


É o carro de produção em série mais rápido do mundo. É movido a electricidade, não usa combustíveis fósseis. A Tesla anunciou o lançamento do Model S P100D, que vai dos zero aos cem em 2,7 segundos. Um registo que supera os alcançados por marcas ilustres como a Porsche e Ferrari.

 

Os únicos automóveis capazes de lhe fazer frente são o Ferrari LaFerrari e o Porsche 918 Spyder, aponta a Tesla, mas ambos já não são produzidos, a sua produção era limitada e custavam milhões de euros. Já o Model S P100D "Ludicrious Mode" vai custar 119 mil euros.

 

A sua aceleração deve-se à bateria de 100 kilowatts hora (KWh) que permite uma autonomia de 613 quilómetros e uma aceleração dos zero às 60 milhas por hora (96,5 quilómetros hora) em 2,5 segundos. A verdade é que existem automóveis que igualam esta marca, mas são protótipos ou são modelos de pista, como o Ariel Atom 350 R ou o Radical RXC. De velocidade máxima, o Tesla alcança os 250 quilómetros por hora.

 

E em termos de conforto, a Tesla destaca que, regra geral, os superdesportivos têm dois lugares e pouco espaço de bagagem, enquanto o Model S tem quatro portas, conta com capacidade para transportar cinco adultos mais duas crianças, com muito espaço para a bagagem.

 

Além do sedan Model S, o jipe urbano da Tesla também vai ter uma versão "Ludicrious Mode". O Model X P100D vai ter assim uma autonomia para 542 quilómetros e vai dos zero às 60 milhas por hora em 2,9 segundos, ou dos zero aos 100 em 3,1 segundos. Os preços começam nos 120 mil euros.

 

A marca liderada por Elon Musk sublinha que os preços elevados praticados nestes modelos vão servir para financiar o Model 3, o modelo mais barato da Tesla, ainda não lançado.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:56

Pensão Mensal Vitalícia de ex-titulares de cargos políticos

Sábado, 13.08.16

Beneficiários de subvenção mensal vitalícia da responsabilidade da Caixa Geral de Aposentações é o nome de uma lista de 332 pessoas onde constam muitos dos políticos portugueses. Ex-governantes, ex-deputados, é uma lista generosa para curiosos.

 

A CGA, sob tutela do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, foi obrigada a divulgar os nomes dos seus beneficiários, "no cumprimento do dever de transparência do Estado no que respeita a rendimentos auferidos no exercício de funções públicas, pagos em obediência a critérios legais objectivos".

 

A Subvenção Mensal Vitalícia é um direito dos ex-titulares de cargos políticos consagrado na Lei.

 

São ex-deputados e políticos que recebem subvenções vitalícias do Estado, como por exemplo, Assunção Esteves, que foi presidente da Assembleia da República entre 2011 e 2015, e recebe mensalmente 3432,78 euros.  

 

O actual presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues tem uma pensão de 2.635 euros. No entanto, o presidente da Assembleia da República tem definida como situação actual a “redução total” do valor, por estar no activo e no caso concreto, num cargo público.

 

Armando Vara recebe parte (por imposição legal) de uma pensão de 2.199,50 euros.

 

Os ex-governadores de Macau: Carlos Melancia recebe 9.727 euros e Vasco Rocha Vieira recebe 13,6 mil euros, um desde 1998 e outro desde 2000. Embora Rocha Vieira tenha a sua pensão com "redução parcial", por imposição legal.

 

José Pacheco Pereira recebe parte (por imposição legal) de uma pensão atribuída de 2.207,34 euros

 

Alípio Dias, por exemplo recebe 1.289,05 euros da CGA, porque antes de ser banqueiro trabalhou no Governo.

 

Já Fernando Faria de Oliveira, actual presidente da Associação Portuguesa de Bancos, tem-lhe atribuída uma pensão vitalícia de 3.228,24 euros, mas que está com redução total por imposição legal.

 

A Pedro Santana Lopes foi-lhe atribuída uma pensão de 2 199,50 euros,mas está com "redução total", por imposição legal.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:14

Bolsas em forte alta e juros da dívida em mínimos

Terça-feira, 09.08.16

As principais praças europeias mantiveram esta terça-feira a tendência de ganhos, com o Dax a entrar em "mercado touro". Isto numa sessão em que os juros da dívida renovação mínimos de Janeiro.

 

Os mercados em números
 

PSI-20 subiu 1,47% para 4.772,21 pontos

Stoxx 600 avançou 0,92% para 344,67 pontos

S&P 500 perde 0,25% para 2.186,36 pontos

"Yield 10 anos de Portugal caiu 2,5 pontos base para 2,801%

Euro valoriza 0,22% para 1,1112 dólares

Petróleo desce 0,02% para 45,38 dólares por barril, em Londres

Bolsa alemã em "mercado touro"

As bolsas europeias viveram um dia positivo, com as expectativas em torno dos estímulos dos bancos centrais a darem confiança aos investidores. O Stoxx 600 valorizou 0,92% para 344,67 pontos, com 18 dos 19 sectores do índice a encerrarem no verde. As cotadas do sector automóvel e da indústria química tiveram as maiores valorizações, com ganhos acima de 2%.

 

O índice da bolsa alemã teve um dos melhores desempenhos, valorizando 2,50%. E desde o mínimo de Fevereiro valoriza já 22%, entrando no que tecnicamente se costuma designar como mercado "touro". Cotadas como a Munich Re, a Lufthansa e a Infineon ganharam mais de 4% esta sessão. Nos EUA, o S&P 500 segue em máximos históricos, com o índice que agrega as 500 maiores capitalizações da bolsa americana a valorizar 0,25% para 2.186,36 pontos.

 

"Cada vez que a volatilidade começa a surgir, os responsáveis de política monetáriacomeçam a tentar controlá-la. E os investidores começam a perceber que há uma espécie de protecção", disse Michael Kelly, responsável pela estratégia de multi-activos da PineBridge Investments, citado pela Bloomberg.

 

A bolsa portuguesa acompanhou os ganhos, com o PSI-20 a subir 1,47% para 4.772,21 pontos. Nenhuma cotada perdeu valor, enquanto 13 das 18 empresas do índice avançaram mais de 1%.

 

Taxa a dez anos no valor mais baixo desde Janeiro

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:10

Gestão que não é gestão nenhuma!

Sábado, 30.07.16

Hoje em dia, os nossos gestores estão apenas trabalhando para a estatística diária, pois dão/oferecem tudo por um determinado tempo, depois, findo esse tempo, o cliente constata que não tem possibilidades de suportar essa nova despesa e assim, deixa de pagar e, neste caso, a empresa fica a "gemer" e aqui, lá vem a estatística trimestral/semestral/anual, em que vão constatar as imparidades registadas!

 

Hoje em dia, ligam-nos de qualquer lado a oferecer mundos e fundos, sem se preocuparem se temos dinheiro para aguentar tal prestação e por estas e muitas parecidas com estas, é que isto vai esmorecendo e a culpa, bem, a culpa será dos nossos Gestores, pois apenas trabalham e indicam trabalho para a estatística do momento!

 

O país está de rastos derivado à má gestão de quem se diz que é formado nestas áreas da Gestão/Economia/Finanças.

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Publicado por Planeta Cultural às 10:36

Schäuble: Portugal arrisca segundo resgate se não cumprir as regras europeias

Quarta-feira, 29.06.16

O ministro alemão das Finanças diz que Portugal não quer nem precisa de um segundo resgate, mas admite que esse cenário se possa colocar se o governo deixar derrapar as contas públicas.

 

O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, diz que Portugal "não quer, nem precisa", mas terá admitido que um cenário de segundo resgate se possa colocar se o governo deixar derrapar as contas públicas.

"Portugal está a cometer um erro grave se não cumprir os compromissos assumidos". "Os portugueses não querem [um segundo resgate], e também não precisarão dele se cumprirem as regras europeias". Mas "têm de cumprir as regras europeias, caso contrário enfrentarão dificuldades", acrescentou o ministro.

As suas declarações estão a ser reportadas pela Bloomberg e pela Reuters que começaram por noticiar que Schäuble teria afirmado que Portugal vai pedir "um novo programa e vai tê-lo". Ambas as agências deram, entretanto, conta de que esta última declaração não terá sido bem compreendida e que houve uma clarificação oficial.

Schäuble está a falar em Berlim, numa conferência sobre banca, numa altura em que o governo português está a negociar com as instituições europeias uma recapitalização da CGD que poderá custar mais de quatro mil milhões de euros, o que fará disparar de novo o défice acima do limite máximo de 3% do PIB permitido pelos Tratados europeus, como sucedeu em 2015.

Em 18 de Maio, a Comissão Europeia decidiu dar a Portugal (e a Espanha) mais um ano (fim de 2016) para por o défice abaixo dos 3% do PIB, tendo, ao mesmo tempo, concedido dois meses para que Portugal (e Espanha) tomem mais medidas para corrigir o desequilíbrio das contas públicas antes de ponderar avançar com eventuais sanções por incumprimento do Pacto de Estabilidade e Crescimento. Bruxelas avaliará de novo a situação "no início de Julho", tendo então admitido que adiara a proposta de sanções devido à proximidade das eleições espanholas, que tiveram lugar neste domingo.  

Nessa altura, Bruxelas voltou a avisar que são precisas mais medidas de contenção do défice orçamental para este ano e para o próximo, de modo a que Portugal possa cumprir as exigências mínimas das regras europeias . Segundo Bruxelas, isso significa agora atingir, em 2016, um défice nominal de 2,3% do PIB e uma redução do défice estrutural de 0,25 pontos percentuais.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:31

Sondagens levam libra para o maior ganho desde 2008

Segunda-feira, 20.06.16

A moeda britânica está a registar a melhor sessão em oito anos. As perspectivas crescentes que o Reino Unido vá escolher manter-se na União Europeia, suportadas pelas sondagens, estão a impulsionar a evolução da libra.

 

A libra, a moeda britânica, está em alta a a registar a maior subida em oito anos. A moeda britânica chegou já a avançar esta manhã 2% para 1.4648 dólares, o que representa o maior ganho desde Dezembro de 2008. Por esta altura, a libra sobe 1,82% para 1,4619 dólares. Em relação ao euro, a libra avança 1,33% para 1,2899 euros.

Este comportamento da libra tem lugar numa altura em que as últimas sondagens mostram que o Brexit perdeu a dinâmica de subida registada uma semana antes e os partidários da permanência na UE voltaram a liderar, ainda que por uma margem muito escassa. O referendo realiza-se já nesta quinta-feira, devendo os resultados serem conhecidos nas primeiras horas do dia seguinte.

Uma sondagem realizada online pela YouGov para o Sunday Times, realizada entre 16 (dia em que Cox foi atacada) e 17 de Junho dão 44% à permanência na UE e 43% à saída do espaço europeu. Nas duas sondagens anteriores feitas pela mesma entidade, o Brexit liderava recolhendo a preferência de 46% (12 e 13 de Junho) e 44% (15 e 16 de Junho) dos eleitores britânicos.


Outro estudo de opinião, da Survation, realizado por telefone entre 17 e 18 de Junho e publicado pelo Mail on Sunday, revela a mesma tendência: os dois lados trocaram de posições e "ficar" na União Europeia passou a liderar com 45% dos votos, contra 42% dos que defendem a saída (no dia 15, a posição era simétrica).


"As sondagens reveladas este fim-de-semana sugerem que a morte trágica de Jo Cox pode trazer algum do apoio [aos partidários do] ‘permanecer’ – que ajudou um pouco ao sentimento de risco", disse à Bloomberg Robert Rennie, líder do departamento de divisas e matérias-primas do australiano Westpac Banking Corporation. "As sondagens estão também a afastar [os investidores] das moedas consideradas como activos de refúgio", acrescentou.

Já Ulrich Leuchtmann, estratega da área de câmbios do Commerzbank, em declarações à Reuters, defende que "o desfecho do referendo está novamente em aberto". "Mas pelo menos ‘sair’ já não parece o cenário mais provável" pelo que se as próximas "sondagens sugerirem que a mudança de sentimento persiste o euro face à libra pode aliviar ainda mais".

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:43

Grupo mexicano impugna reversão da subconcessão da Carris e Metro de Lisboa

Segunda-feira, 20.06.16

O operador de transportes mexicano Ado avançou com um pedido de impugnação da anulação dos contratos de subconcessão do Metro de Lisboa e da Carris assinados com o anterior Governo.

 

Leia mais no Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 13:41

Portuguesa Iguarivarius é das “mais inspiradoras” para bolsa de Londres

Segunda-feira, 13.06.16

A PME nacional, “trader” no sector alimentar, foi distinguida pela bolsa de Londres como uma das empresas europeias com “maior crescimento”.


A Iguarivarius, PME nacional da área do "trade" alimentar, foi distinguida como uma das mil empresas europeias com maior crescimento, segundo um comunicado enviado pela sociedade.

 

A distinção, atribuída pela bolsa de Londres, "visa premiar as PME (pequenas e médias empresas) europeias que registaram maior crescimento nos últimos anos, tendo sido atribuída à Iguarivarius como reconhecimento da sua história de sucesso num cenário de crise europeia e, em particular, portuguesa", salientou a sociedade.

 

A empresa vai assim "integrar a publicação da London Stock Exchange '1.000 Companies to Inspire Europe', cujo lançamento terá lugar no próxima quarta-feira, dia 15 de Junho, no Parlamento Europeu, numa cerimónia presidida pelo comissário Jonathan Hill, com a tutela dos serviços financeiros", adiantou a sociedade.

 

A empresa tem sido "responsável pela exportação e internacionalização de empresas e produtos portugueses em 36 países", segundo o mesmo comunicado.

 

Nos últimos quatro anos, a empresa apresentou "um crescimento de 63% no que diz respeito a resultados líquidos". No ano passado, a Iguarivarius registou uma facturação de 56 milhões de euros.

 

A bolsa de Londres escolhe anualmente alguma empresas europeias que considera que se destacam, segundo explicou ao Negócios fonte da Iguarivarius. A escolha é feita "com base em informações que tem nos países em questão e nos respectivos relatórios e contas das empresas que lhes são indicadas ou de que ouviu falar", salientou a mesma fonte.

 

A sociedade foi criada no final de 2010 com quatro grandes áreas de negócio: comércio, serviços de suporte e representação, sistemas e tecnologias de informação e também consultoria à exportação, segundo a informação no site da empresa.

 

O grupo está presente em 36 países, entre os quais Venezuela, Brasil, Estados Unidos e Hong Kong. "A sua missão é permitir às empresas portuguesas colocarem os seus produtos em qualquer parte do mundo com rentabilidade e eficiência máximas", segundo a sociedade.

 

No ano passado, a empresa diversificou os mercados em que está presente, nomeadamente em África, "onde já foram estabelecidos contactos preliminares com eventuais parceiros no passado mês de Abril, e na China, país para o qual passou a ser possível recentemente a exportação de carne portuguesa", referiu a Iguarivarius.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:22


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