Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Posts mais comentados


Comentários recentes

  • Triptofano!

    Realmente no Porão qualquer excitação ficaria auto...

  • Veegam

    Como obter Stellar Lumens gratis!https://steemit.c...

  • Firmino

    deus vê a quem a gente faz bem e depois no fim lev...

  • Planeta Cultural

    O ser humano consegue bem de longe ser pior que os...

  • Maribel Maia

    É com muita pena que leio notícias dessas!





Tubarões-azuis avistados em Aveiro

Terça-feira, 01.09.15

 

tubarao-azul.jpg

 

Um tubarão-azul, também conhecido por tintureira, apareceu morto esta terça-feira na ria de Aveiro e alguns exemplares foram avistados na passada segunda-feira em praias do concelho de Ílhavo.

 

"Apareceu uma tintureira morta, com cerca de 70 centímetros, na ria de Aveiro. É um animal pequeno, juvenil, que já foi entregue ao Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Quiaios", disse à agência Lusa o comandante da Capitania do Porto de Aveiro, Luciano Oliveira.

 

Além deste exemplar, houve dois avistamentos destes animais na segunda-feira, um de manhã, na praia da Barra, e outro à tarde, na praia Velha, referiu o mesmo responsável, acrescentando que "a Polícia Marítima deslocou-se por mar e por terra para ver se havia algum animal e não foi identificado nada".

 

"Os animais aproximaram-se da costa, porque a temperatura da água do mar poderá estar mais alta do que é normal, ou seguiram algum cardume", explicou o comandante da Capitania do Porto de Aveiro.

 

Luciano Oliveira tranquiliza os banhistas, dizendo que esta espécie "não representa qualquer perigo para o homem". No entanto, recomenda às pessoas para, se virem destes animais, "não interferirem com eles".

 

O tubarão-azul, tintureira ou guelha (Prionace glauca) é um tubarão da família Carcharhinidae e é o que mais vezes é avistado junto à costa portuguesa.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 19:21

Cão do barrocal algarvio quer ser reconhecido como raça portuguesa

Domingo, 30.08.15

Caõ_do_Barocal.jpg

 Há pouco mais de 10 anos existiam pouco mais de 20 exemplares do cão do barrocal algarvio, espécie que correu sérios riscos de extinção. Agora, existem cerca de 1500 e a raça está próximo de ser reconhecida como raça portuguesa.

Nesse sentido, este sábado, em Faro, realizou-se o primeiro concurso oficial, que contou com a colaboração do Clube Português de Canicultura (CPC).

«Estava em vias de desaparecer e tentámos recuperá-lo e corrigir alguns cruzamentos», lembra José Afonso, vice-presidente da Associação dos Criadores do Cão do Barrocal Algarvio, que, com Rogério Teixeira, o presidente, dinamizaram a associação:

«Há cerca de 15 anos investigámos o cão e com alguns criadores decidimos avançar.»

«No início houve quem colocasse algumas reticências, mas continuamos a fazer o nosso trabalho, porque o cão era diferente de todos os outros», complementa Rogério Teixeira.

«Fizemos um reconhecimento pela região, e comprámos exemplares, começando a criação. Chegámos depois ao CPC, que nos apoiou, nomeadamente com a oferta de chips. Já está reconhecido provisoriamente como cão de raça portuguesa, esperamos que o seja em definitivo, em 2016», acrescentou.

Carla Molinari, presidente do Clube Português de Canicultura, apoia:

«Temos observado esta raça nos últimos anos e tem um núcleo de cães bastante definido. Embora ainda não esteja oficializado, já elaboramos o estalão da raça, e estamos aqui para vermos a homogeneidade do núcleo.»

Em fisionomia, o cão do barrocal algarvio é parecido com o podengo, mas é bastante diferente no comportamento.

«Há quem o confunda, mas não têm o mesmo ADN. A maneira de caçar é diferente», vincou José Afonso.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 00:47

Humanos são nove vezes mais predadores do que os leões e os lobos

Quinta-feira, 27.08.15

leões.jpg

Capturamos peixes na idade adulta a uma taxa 14 vezes maior do que os próprios predadores marinhos. E em terra matamos carnívoros do topo da cadeia alimentar natural a uma taxa nove vezes superior.

 

s seres humanos capturam peixes na idade adulta a uma taxa 14 vezes maior do que os próprios predadores marinhos. E em terra matam carnívoros do topo da cadeia alimentar natural, como leões, lobos, jaguares ou ursos, a uma taxa nove vezes superior à que estes predadores matam os animais que lhes servem de alimento.

 

As revelações sobre o estatuto de superpredadores que carateriza a atividade atual dos seres humanos são feitas num estudo publicado na revista “Science”, da autoria de uma equipa de investigadores do Canadá ligada à Universidade de Victoria, ao Instituto Hakai e à Fundação Raincoast Conservation.

 

O problema é que não só matamos outros animais a uma taxa muito maior do que a dos outros predadores, como damos preferência aos maiores animais no estado adulto, tornando cada vez mais difícil a recuperação das suas populações. “Um predador capaz de provocar tal impacto nos ecossistemas poderá levar eventualmente à extinção da sua própria atividade de predação”, antecipa Gerardo Ceballos, um biólogo da Universidade Nacional Autónoma do México citado pela “Science”.

 

Preferir animais adultos a juvenis é insustentável

A equipa de investigadores canadianos destaca no seu estudo a forma tão acentuada como os seres humanos se concentram na predação dos animais adultos, o que é muito diferente do que se passa no resto do reino animal, onde os juvenis de todas as espécies tendem a ser os mais capturados (explorados).

 

“Os paradigmas da exploração sustentável focam-se na dinâmica de predação das populações animais mas ignoram o comportamento dos humanos como predadores”, constatam os investigadores, sugerindo que “a função dos seres humanos como 'superpredadores' insustentáveis irá continuar a alterar os processos ecológicos e evolutivos a nível global, se não forem tomadas medidas restritivas adicionais às que hoje já existem”.

 

Chris Darimont, líder da equipa e cientista da Universidade de Victoria, explicou numa conferência de imprensa que os humanos conseguem caçar animais adultos “a um custo mínimo e com um ganho máximo no curto prazo, porque a uso de tecnologia avançada de caça evita que estejam sujeitos ao perigo das atividades de predação do passado”.

 

Ou seja, “os caçadores matam mamíferos com balas e pescam com armadilhas e redes, assumindo um risco mínimo quando comparados com os predadores não humanos, em especial os terrestres, que são feridos com frequência nas suas caçadas e têm um modo de vida perigoso”. No mundo natural, as populações de predadores entram em declínio quando a caça escasseia, mas a tecnologia ajuda os seres humanos a ultrapassar esta limitação imposta pela Natureza.

 

Estratégia de conservação tem de mudar

A maior parte das políticas de conservação das espécies animais hoje existentes está baseada no conceito de que os mais jovens não devem ser caçados, para garantir que a próxima geração vai ter uma grande população. No caso da pesca, a malha das redes é concebida e dimensionada por lei precisamente com o objetivo de deixar escapar os peixes mais jovens.

 

Mas a equipa de cientistas canadianos defende o oposto que, tal como a imposição legal de quotas nas pescas, estaria mais próximo da prática dos predadores naturais. “Adotar outras políticas seria um grande desafio, mas as soluções técnicas para as pôr em prática existem”, reconhece Tom Reimchen, outro cientista da Universidade de Victoria pertencente à equipa que fez o estudo da “Science”. O estudo conclui que “são necessárias reduções mais agressivas na exploração dos animais de modo a imitar os predadores não humanos, porque só assim se conseguirão alcançar modelos de sustentabilidade a longo prazo”.

 

Para ler mais sobre este assunto, clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 11:21

Golfinho capturado por ser espião de Israel

Sexta-feira, 21.08.15

golfinho.jpg

O grupo militante palestino Hamas diz ter capturado um golfinho que estaria sendo usado como um espião de Israel na costa da Faixa de Gaza, diz a mídia local.

 

O grupo islâmico, que controla Gaza, disse que o mamífero estava equipado com aparelhos de espionagem como câmeras, de acordo com o jornal Al-Quds.

 

Ele teria sido descoberto por uma unidade naval do braço militar do Hamas e trazido para a costa.

 

Imagens do suposto agente secreto marinho não foram divulgadas.

 

Segundo o Al-Quds, o novo recruta foi "despojado de sua vontade" e transformado em um "assassino" pelos serviços de segurança israelenses.

 

Isso mostra o tamanho da "raiva" e "indignação" com a formação da unidade de combate naval pelo Hamas, diz o jornal.

 

Autoridades israelenses não comentaram as reportagens.

 

Não é a primeira vez que Israel é acusado de usar animais, como pássaros, para atividades de espionagem.

 

Em 2010, o país rejeitou alegações egípcias de que uma série de ataques de tubarões no Mar Vermelho poderia ser o resultado de uma ação do Mossad, o serviço secreto israelense.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 10:16

Invasão de gafanhotos destruiu milhares de hectares na Rússia

Terça-feira, 04.08.15

Uma invasão de gafanhotos destruiu milhares de hectares no sudoeste da Rússia e obrigou o Ministério da Agricultura do país a declarar estado de emergência na região de Stavropol.

 

Segundo autoridades locais, a área devastada chega a 900 quilômetros quadrados, o equivalente a mais de 7 mil vezes o estádio do Maracanã.

 

Os gafanhotos costumam aparecer na região todos os anos, mas normalmente são exterminados antes de nascer.

Desta vez, a estratégia parece não ter dado certo, mas o governo local diz que a infestação está sob controle.

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 11:38

Saiba quem são os 9 animais mais resistentes do mundo

Domingo, 02.08.15

Imortalidade, imunidade ao câncer, regeneração acelerada e longevidade. Os animais mais resistentes do mundo possuem poderes de dar inveja a qualquer pessoa. Confira aqui do que eles são capazes.

 

1 - Tardígrado

 

Tardígrado.jpg

O tardígrado é provavelmente o mais resistente do reino animal. Medindo menos de 1 mm de comprimento, ele pode suportar temperaturas variando entre próximo do zero absoluto (-273°C) e 150°C, além de pressão de 6 mil ATM e 5 mil Gy de radiação - mais de 1000 vezes o que um humano pode aguentar - e ainda se reproduzir em ambientes sem oxigênio, como o espaço.

 


2 - Turritopsis nutricula

 

Turritopsis nutricula.jpg

Turritopsis nutricula é uma água-viva com um superpoder incrível: ela é imortal. Quando atinge a maturidade sexual, seu ciclo de vida reverte-se ao estádio de pólipo. Basicamente, é como se suas células se regenerassem e ela nascesse de novo. Sendo assim, ela em tese pode viver para sempre, se não acabar sendo morta por violência por outra espécie.

 


3 - Molusco

 

Molusco.jpg

A arctica islandica é uma espécie de molusco bivalves. Em 2006, uma equipe de pesquisadores em expedição na Islândia encontrou um exemplar da espécie que, segundo calculos, viveu mais do que 500 anos. Este molusco detém ainda hoje o recorde de animal de maior longevidade da história.

 


4 - Tartarugas

 

Tartarugas.jpg

 

Nem todas as tartarugas vivem por dezenas ou centenas de anos. Na verdade, é preciso muita sorte para passar dos primeiros dias e não morrer nas mãos (ou bicos) dos predadores. A tartaruga mais velha conhecida até hoje viveu 182 anos. Existem também jabutis - que são denominados quelônios, assim como as tartarugas e cágados - que passaram dos 100 anos de idade.

 


5 - Lagosta

 

Lagosta.jpg

Lagostas, se não forem parar em uma panela, são praticamente imortais. Elas são capazes de controlar a expectativa de vida de algumas enzimas importantes, indefinidamente. Mesmo envelhecendo, sua capacidade reprodutiva e seu metabolismo continuam funcionando muito bem.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 11:16

A rapariga da Mongólia que treina águias

Domingo, 26.07.15

águia.jpg

Ao longo de quatro meses nas montanhas do oeste da Mongólia, o fotógrafo Asher Svidensky documentou a tradição com mais de 6.000 anos dos jovens mongóis treinarem as suas águias-douradas de caça. “Berkutchy” é a arte de criar uma ave de rapina destinada à caça. Se em muitos países árabes esta tradição é apenas masculina na Mongólia há algumas excepções, e Svidensky retratou uma delas através das suas lentes.

 

Na sua jornada fotográfica, Svidensky focou-se na história particular e Ashol Pan, uma rapariga mongol de 13 anos a quem o pai pediu que ocupasse o lugar do irmão – que se juntou ao exército – na arte de treinar as águias-douradas para a caça.

 

Pan aceitou o desafio e mesmo frequentando ainda a escola desenvolveu rapidamente um laço muito especial com a sua águia. Porém, a tarefa não é fácil – treinar uma águia jovem para a caça envolve tapar os olhos do animal por períodos prolongados, para que desenvolva uma dependência com o seu tratador, e ficar muitas vezes sem dormir para que o animal receba os cuidados necessários.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 12:57

Caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes em Moçambique

Segunda-feira, 29.06.15

elefantes.jpg

Um novo estudo da Wildlife Conservation Society, apoiado pelo Governo de Moçambique, revela que os caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes do território daquele país pelo seu marfim nos últimos cinco anos.

 

O declínio da população de elefantes foi de 48%, o que corresponde a uma diminuição de 20.000 para 10.300 animais. “A quebra deve-se à caça cada vez maior destes animais no país”, lê-se no documento da organização internacional, cita o Guardian.

 

As zonas remotas do norte de Moçambique, que incluem a Reserva Nacional de Niassa, foram das mais afectadas e correspondendo a 95% das mortes de elefantes registadas neste período de tempo. A população nesta região passou de 15.400 para apenas 6.100 paquidermes.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 11:58

Elefantes têm mesmo boa memória?

Domingo, 14.06.15

Elefantes.jpg

Eles são os maiores mamíferos terrestres que existem no nosso planeta, chegando a pesar sete toneladas. Não é à toa que são lembrados sempre que alguém quer enfatizar que algo é grande. Mas não é (só) por isso que, quando queremos dizer que uma pessoa não se esquece de nada, usamos a expressão  "memória de elefante".

 

Esses enormes animais são gregários e cada grupo de até cerca de 100 indivíduos é liderado por uma fêmea mais velha, a "matriarca". Elas são duronas e chegam a expulsar os jovens machos que atingem a maioridade sexual e deixam de respeitar a hierarquia.

 

Sem ajuda do "macho-alfa", a matriarca tem de arcar com muitas responsabilidades: "A fêmea que lidera o grupo tem como uma de suas obrigações memorizar os locais onde existe água nos tempos de seca e alimento, para garantir o bem-estar do grupo", conta a bióloga Flávia Taconi, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. É daí, segundo ela, que nasceu a expressão famosa sobre a memória desses animais.

 

Estudos sugerem que essa e outras informações são passadas para os outros membros do grupo por meio de infrassom, ou seja, ondas sonoras com frequência inferior a 20 hertz e, portanto, inaudíveis para os seres humanos.

 

"Essa habilidade de memorização espacial foi moldada ao longo do tempo pelas experiências de vida dos indivíduos, adaptando-se às condições ambientais para sobrevivência e perpetuação da espécie", continua a bióloga.

 

"Os elefantes acumulam e retêm o conhecimento social e ecológico , e eles se lembram por décadas dos aromas e das vozes de indivíduos de outras rotas migratórias, de lugares especiais e de habilidades apreendidas", ensina um artigo enviado a pedido do UOL por Petter Granli, da ONG ElephantVoices, voltada para a conservação desses animais.

 

O texto cita o exemplo de uma integrante da ONG chamada Joyce Poole, que, em meados de 1980, estabeleceu uma relação de "amizade" com um jovem elefante macho chamado Vladimir. Ao estacionar o carro, ele vinha até a janela do veículo e permitia que ela tocasse seu tronco e suas presas. Eles fizeram isso diversas vezes ao longo de cinco anos. Por uma série de razões, ambos ficaram sem se encontrar por 12 anos. Depois desse período, Poole reencontrou o animal, mas ficou na dúvida se aquele macho envelhecido era mesmo Vladimir. Já o elefante não teve dúvidas de que se tratava da "amiga": foi logo até o carro e se esfregou para que ela abrisse a janela e lhe tocasse.

 

Inteligência

 

Se a boa memória é algo que as pessoas comumente associam aos elefantes, quem entende desses animais não hesita, também, em destacar sua inteligência. A ElephantVoices reitera que esses mamíferos são capazes de usar e até de fabricar ferramentas - usando as protuberâncias na ponta da tromba de forma parecida com a que os primatas usam o polegar e os dedos para manipular objetos.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 13:29

Mudanças climáticas levam ursos polares a se alimentar de golfinhos

Sexta-feira, 12.06.15

urso-polar.jpg

Pela primeira vez ursos polares foram vistos se alimentando de golfinhos no Ártico, algo que pode ser uma consequência direta das mudanças climáticas, segundo os cientistas.

Durante pesquisas no arquipélago norueguês de Svalbard (Spitzberg), cujos resultados acabam de ser publicados na revista Polar Research, Jon Aars, especialista em ursos polares do Instituto Polar Norueguês, observou e fotografou em abril de 2014 um urso se alimentando de golfinhos de focinho branco.

Estes cetáceos normalmente não fazem parte da alimentação dos ursos polares, que costumam se alimentar principalmente de focas.

"É possível que apareçam novas espécies na alimentação dos ursos como consequência das mudanças climáticas, já que novas espécies começam a se deslocar ao norte", disse Aars.

Embora esta espécie de golfinho frequente estas águas setentrionais durante o verão quando o gelo marinho se desfaz, é mais raro que seja vista no inverno ou na primavera, épocas em que o mar geralmente está coberto de gelo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 16:31


Pesquisar

 



Contacto

planetacultural@sapo.pt

Comunicado aos nossos leitores

1- Planeta Cultural é um Blog que tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular nas páginas da Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de Comunicação Social, que nem sempre será viável citar ou referenciar. Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo, o favor de me contactar via e-mail (constante no meu perfil público), na sequência de que procederei à sua imediata remoção.

2 - Os comentários expressos neste "Blog", vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste sítio, "Blog", pelo que, publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo. Reserva-me também o direito de eliminar qualquer comentário que possa considerar difamatório, ofensivo, calunioso ou prejudicial a terceiros, bem como textos de carácter promocional que também poderão ser excluídos.

Atenciosamente;

---------------------------------R. C.
-------------Administrador do Planeta Cultural