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O peixe com fama de ter matado um rei - e o que ele pode ensinar à medicina

Sexta-feira, 13.11.15

lampreia.jpg

 

Em 1135, a Inglaterra mergulhou em uma guerra civil por causa da morte repentina do rei Henrique 1º, em meio a complicadas negociações para sua sucessão.


Reza a lenda que o conflito foi deflagrado por um peixe: em vez de morrer em batalha ou de causas naturais, Henrique 1º foi vítima de seu apreço por lampreias.


Tal história tem origem duvidosa, diz o historiador Giles Gasper, da Universidade de Durham. Ainda assim, muitas crianças britânicas ao longo dos séculos aprenderam o peixe que teria matado um rei.


Mas as lampreias continuaram sendo parte do banquete real por muitas eras.


Os cientistas também adoram esses peixes. Só que por outras razões.


Ecologistas sabem que as lampreias são responsáveis pela manutenção da saúde dos rios. Médicos estudam-nas para entender sua capacidade incrível de regeneração mesmo depois de danos severos - um fator de cura que pode oferecer uma forma de regenerar lesões na coluna de humanos.

 

Origens humanas


Biólogos, por sua vez, descobriram que lampreias tiveram um papel crucial na história da vida. Estão entre os primeiros animais a evoluir. Estes peixes, então, carregam importantíssimas pistas sobre as origens humanas.


Lampreias se parecem com enguias. Têm um corpo longo e flexível, com olhos, boca e guelras de um lado, e uma barbatana do outro.


Mas é o que as lampreias não têm que as torna especiais.

 

Assim como alguns peixes primitivos, elas não têm ossos. Seus esqueletos são todos feitos de cartilagem. As lampreias também não contam com algumas das mais importantes barbatanas comuns a alguns peixes, como as duas barbatanas peitorais e as duas pélvicas, que em nossos ancestrais evoluíram para pernas.

 

Mais notavelmente, as lampreias não têm mandíbulas. Suas bocas são uma espécie anel permanentemente aberto, repleto de dentes afiados - que as lampreias usam para morder outros peixes e sugar seu sangue.

 

Ancestrais

 

“As fotos usuais das lampreias mostram o disco com os dentes e algumas pessoas parecem ter fascínio com esse lado parasita delas”, diz John Hume, da Universidade de Michigan.

 

A falta de mandíbulas pode ser peculiar hoje, mas há centenas de milhões de anos era norma no mundo animal. As lampreias e o peixe-bruxa são as únicas espécies que ainda sobrevivem. Segundo paleontologistas, fósseis datando de mais de 360 milhões de anos atrás sugerem que pouco mudou nelas.

 

Isso não quer dizer que nossos ancestrais eram lampreias. É mais ou menos como os chimpanzés. Os dois animais explicam bastante sobre nossos ancestrais, mas nenhum deles está diretamente na linha evolucionária direta humana.

 

Porém, o ancestral direto humano provavelmente tinha similaridades com uma lampreia. Em sua evolução, criou mandíbulas, pernas e, de forma mais importante, nosso sistema imunológico adaptativo, que nos permite “memorizar” patógenos que nos fizeram mal de forma que possamos lutar contra eles de modo mais eficiente no próximo round.
Mas voltando à esfera gourmet: por que as lampreias eram tão apreciadas na antiguidade, ao ponto de estimular a gula de Henrique 1º? Uma das teses, segundo o professor Hume, é o fato de o peixe ser calórico e carnudo.


Essas características específicas eram bastante úteis em uma era em que a força da religião frequentemente impunha jejuns que restringiam o consumo de carnes que não fossem de peixes. “Dias de jejum eram quase um terço do ano”, afirma Gasper.


Mesmo nos dias de hoje, a lampreia ainda tem ligações reais. A atual soberana britânica, Elizabeth 2ª, recebeu tortas de lampreia de presente por ocasião do 25º e 50º aniversários de reinado.


Regeneração


Sim, as lampreias desapareceram dos rios britânicos, em um processo que especialistas como Hume afirmam ter começado já na Revolução Industrial, no século 18. E não por causas óbvias como a poluição, mas pelo represamento de águas, que dificultou a migração dos peixes para desovar. Em setembro deste ano, porém, autoridades ambientais britânicas anunciaram a descoberta de cardumes de lampreias nas águas do país.

 

“Esses peixes são extremamente úteis para o ecossistema. Eles transportam nutrientes de lagos para rios e suas larvas filtram a água”, explica Hume.

 

Há ainda sua contribuição para a medicina: proteínas na saliva dos peixes agem como anticoagulantes e dilatam vasos sanguíneos, o que os ajuda a “vampirizar” outras criaturas marinhas.

 

Elas também têm alta tolerância a ferro, o que pode ser útil para pesquisadores estudando curas para a hemocromatose, uma condição que afeta pessoas incapazes de controlar a quantidade de ferro que absorvem de alimentos e que podem resultar em uma série de males, incluindo cirrose e disfunção erétil.

 

Por fim, há a incrível capacidade de regeneração destes peixes, que podem praticamente se recuperar totalmente de lesões totais em sua medula. Algo com que humanos podem atualmente podem apenas sonhar.

 

E um mapeamento genético de lampreias feito em 2013 revelou similaridades surpreendentes entre os genes delas e os nossos. “Muitas famílias de genes estão presentes tanto em lampreias como em humanos", diz Ona Bloom, do Instituto Feinstein de Pesquisas Médicas, nos EUA.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:46

A nuvem de Sydney

Sábado, 07.11.15

a_nuvem_de_sydney.jpg

Um céu escuro, relâmpagos e prognósticos de chuva violenta e ventos fortes. É assim que estará a cidade australiana de Sydney este fim-de-semana, o que não é propriamente uma surpresa, uma vez que o clima da capital de Nova Gales do Sul tem esta previsibilidade.

 

O que não evitou, porém, que as redes sociais fossem hoje invadidas com fotografias da cidade, completamente escura com as nuvens carregadas e assustadoramente a pairar sobre Sydney.

 

Este efeito nubloso, na verdade, quase se confunde com uma onda gigante – parecida com esta, na Nazaré – mas é pura ilusão de óptica. Assim, Sydney pode esperar inundações e tempestade nos próximos dois dias, avança o Mail Online.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 10:38

A rola-brava e o zarro são agora espécies consideradas em risco de extinção

Segunda-feira, 02.11.15

rola-brava.jpg

 

A última actualização da Lista Vermelha das Espécies em risco de extinção inclui,pela primeira vez, espécies cinegéticas que são caçadas em Portugal. A rola-brava e o zarro são agora espécies consideradas em risco de extinção, na categoria “Vulnerável” o que, segundo a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), demonstra a urgência de alterar a legislação de caça em Portugal e noutros países onde estas espécies ocorrem.

 

Das 77.340 espécies avaliadas pela Lista Vermelha, 22.784 estão ameaçadas de extinção e no grupo das aves em particular, mais de 40 espécies viram o seu estatuto de conservação agravar-se. É o caso da rola-brava, uma ave migradora que ainda é caçada em Portugal, apesar de programas de monitorização levados a cabo pela SPEA demonstrarem um decréscimo de cerca de 40% no seu número, na última década.

 

Também o zarro, da família dos patos, é uma espécie cinegética migradora com diminuições drásticas nas suas populações. “Com base nestes dados, a SPEA não tem dúvidas que ambas as espécies devem deixar de ser caçadas como medida de conservação, o que requer uma reacção rápida e eficaz das entidades oficiais através da alteração do calendário venatório e da suspensão da sua caça”, explicou a associação.

 

Os principais grupos de aves que mostram agravamentos no risco de extinção são os abutres, as aves marinhas e as aves limícolas, algumas delas ocorrem em Portugal e requerem medidas de conservação urgentes.

 

Em Portugal existe uma espécie em risco crítico, que o país partilha com Espanha: a pardela-balear, e outras três “em perigo”. Nos últimos tempos, outras viram a categoria de ameaça diminuída graças a esforços de projectos de conservação, entre as quais o priolo e a freira-da-madeira.

 

Ainda assim, existem sete espécies com o estatuto de conservação urgentes: a águia-imperial, o painho-de-monteiro, a abetarda, a freira-do-bugio, a felosa-aquática, e as novas espécies que agora entraram na lista, a rola-brava e o zarro.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:36

Aviso laranja para quatro distritos

Sábado, 17.10.15

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), devido a vento forte, colocou hoje sob aviso laranja os distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém e Leiria.

O aviso vai estar em vigor entre as 09:00 e as 15:00 deste sábado.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:10

Ferroviário aposentado constrói locomotiva para seus cães

Sexta-feira, 25.09.15

cães_em_locomotiva.jpg

 Foto: Reprodução via internet

 

Eugene Bostick, de 80 anos, ferroviário aposentado, constrói locomotiva para os seus cães .

Estes animais eram vadios e foram por si resgatados das ruas do Texas.

Isto sim, isto mostra que ainda à quem se preocupe com a vida destes animais!

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 10:05

Mãe-da-lua-grande (Nyctibius grandis)

Quarta-feira, 23.09.15

mãe-da-lua-grande.bmp

“Quando a mãe-da-lua canta é hora de ir para a cama”  Essa é a história que as mães contam a seus filhos no Pantanal e na Amazônia.Segundo a lenda, a mãe-da-lua é um espírito que canta no início da noite. Ela procura por crianças que estão acordadas para levá-las para outro mundo. Essa lenda foi originada de uma ave que possui uma camuflagem excelente. Dependendo do ângulo, é quase impossível definir onde o galho acaba e a ave começa. Ela canta uma melodia misteriosa e assustadora no início da noite que, até hoje, faz as crianças correrem pra cama.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:12

Mudanças climáticas podem levar doenças tropicais para zonas temperadas

Segunda-feira, 21.09.15

As mudanças climáticas podem, teoricamente, trazer as doenças tropicais para zonas mais temperadas, inclusivamente para Portugal, embora seja ainda cedo para avaliar o que está em causa, defende o investigador português Henrique Silveira.

.

Numa entrevista à agência Lusa, o investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) de Portugal lembrou os casos recentes de dengue na Madeira (1.079 casos entre 2012 e 2014 sem óbitos) e em Cabo Verde (mais de 21 casos com seis mortes em 2009).

 

"É um risco teórico real. Se pensarmos que os mosquitos têm uma distribuição associada aos fatores climáticos, se os alterarmos, os mosquitos podem expandir a sua área geográfica", sublinhou Henrique Silveira, admitindo, porém, que ainda existe muita informação por comprovar sobre as consequências das alterações climáticas.

 

"Mas não me sinto capaz de responder a isso. Mas a Madeira já teve dengue. É o caso típico. Apareceu o mosquito, que não existia na região e depois, por um acaso, o mosquito picou alguém e começou a transmissão", realçou.

 

Em Portugal, lembrou, a malária, também conhecida por paludismo, foi erradicada em 1973 e os casos conhecidos são todos importados, trazidos por pessoas que foram infetadas em países tropicais.

 

A 17 deste mês, um relatório conjunto da OMS e da UNICEF indicou que a taxa de mortalidade por malária baixou 60% desde 2000, mas ainda existem mais de três mil milhões de pessoas em risco de contrair a doença.

 

A queda de mortalidade traduziu-se por 6,2 milhões de vidas poupadas nos últimos 15 anos, perto de seis milhões dos quais são crianças menores de cinco anos, o grupo mais vulnerável à malária.

 

O relatório "Achieving the Malaria Millennium Development Goal Target" revela que a meta da malária - que consta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) - de "reduzir para metade e começar a inverter a incidência" desta doença até 2015, foi alcançada de uma "maneira convincente", com uma descida de 37% dos novos casos em 15 anos.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 17:23

Temporal: alerta vermelho, de risco elevado, distritos do norte

Segunda-feira, 14.09.15

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou hoje sob aviso vermelho, de situação meteorológica de risco elevado, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Vila Real.

 

Os distritos do litoral norte já estavam na manhã de hoje sob aviso laranja, o segundo mais grave numa escala de quatro, mas na última revisão o IPMA colocou-os sob aviso vermelho, o mais grave, devido a previsões de chuva e vento fortes para os próximos dias.

 

Os distritos de Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra e Castelo Branco estão sob aviso laranja (estavam sob aviso amarelo). O aviso amarelo é o terceiro mais grave e implica risco para determinadas atividades. Leiria aparece na página da internet do IPMA sob aviso amarelo.

 

A escala de avisos do IPMA oscila entre o verde, sem nenhuma situação meteorológica de risco, e o vermelho, de muito risco.

 

De acordo com um comunicado do IPMA o agravamento das condições para os próximos dias, especialmente para terça-feira, deve-se à passagem de uma depressão com origem no ex-ciclone tropical Henri, centrada hoje a norte dos Açores.

 

A depressão irá aproximar-se da Corunha, Espanha, na próxima madrugada, em direção do Golfo da Biscaia.

 

Os efeitos da depressão irão prolongar-se até ao fim de quarta-feira e traduzem-se por precipitação forte e vento intenso nas regiões a norte do Mondego, diz-se no comunicado do IPMA.

 

As regiões do Minho, Douro e Beira Litoral, na tarde e na noite de terça-feira, vão ser as mais atingidas, com precipitação que pode ultrapassar os 100 mililitros em 24 horas.

 

O vento forte chegará ao litoral logo na manhã de terça-feira e deve prolongar-se até ao fim da manhã de quarta-feira. A região sul será menos afetada mas no norte as rajadas serão na ordem dos 90 quilómetros a norte do rio Mondego, com rajadas superiores a 110 quilómetros nas terras altas.

 

O IPMA chama a atenção ainda para forte agitação marítima.

 

Com base nestas previsões a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou também hoje para "um agravamento excecional" das condições meteorológicas no norte e centro nos próximos três dias, com chuva forte, ondas até quatro metros e vento com rajadas até 130 quilómetros.

 

Num aviso à população emitido ao início da tarde a ANPC lembra que "não são de excluir eventuais fenómenos extremos de vento", e chama a atenção para efeitos como formação de lençóis de água nas estradas, cheias rápidas em meio urbano, inundações, danos em estruturas montadas ou suspensas e "galgamento costeiro".

 

A ANPC recomenda a desobstrução de sistemas de escoamento de águas, cuidados na condução, nomeadamente evitando zonas inundadas e arborizadas e a orla costeira, e a fixação de estruturas soltas, como andaimes.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:49

Ratos podem evoluir até ao tamanho das vacas

Sábado, 05.09.15

Ratos e ratazanas gigantescas, do tamanho de vacas ou até maiores, podem ser uma realidade do futuro do Planeta, de acordo com um estudo coordenado pelo geólogo Jan Zalasiewicz, da Universidade de Leicester. O estudo foi publicado no ano passado e reavivado ontem pelo Mail Online, tendo como pano de fundo este outro estudo, não menos assustador.

 

“Os animais vão evoluir, com o tempo, para qualquer tipo de corpo que lhes permita sobreviver e reproduzir”, explicou Zalasiewicz. O cenário aterrador pode ser uma realidade assim que os ratos, altamente adaptáveis, possam aproveitar-se da extinção de grandes mamíferos.

 

Um exemplo desta evolução: no período cretáceo, durante a era dos dinossauros, existiam mamíferos muito pequenos, do tamanho de ratazanas e ratos, uma vez que os dinossauros ocupavam maiores nichos ecológicos.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:10

Tubarões-azuis avistados em Aveiro

Terça-feira, 01.09.15

 

tubarao-azul.jpg

 

Um tubarão-azul, também conhecido por tintureira, apareceu morto esta terça-feira na ria de Aveiro e alguns exemplares foram avistados na passada segunda-feira em praias do concelho de Ílhavo.

 

"Apareceu uma tintureira morta, com cerca de 70 centímetros, na ria de Aveiro. É um animal pequeno, juvenil, que já foi entregue ao Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Quiaios", disse à agência Lusa o comandante da Capitania do Porto de Aveiro, Luciano Oliveira.

 

Além deste exemplar, houve dois avistamentos destes animais na segunda-feira, um de manhã, na praia da Barra, e outro à tarde, na praia Velha, referiu o mesmo responsável, acrescentando que "a Polícia Marítima deslocou-se por mar e por terra para ver se havia algum animal e não foi identificado nada".

 

"Os animais aproximaram-se da costa, porque a temperatura da água do mar poderá estar mais alta do que é normal, ou seguiram algum cardume", explicou o comandante da Capitania do Porto de Aveiro.

 

Luciano Oliveira tranquiliza os banhistas, dizendo que esta espécie "não representa qualquer perigo para o homem". No entanto, recomenda às pessoas para, se virem destes animais, "não interferirem com eles".

 

O tubarão-azul, tintureira ou guelha (Prionace glauca) é um tubarão da família Carcharhinidae e é o que mais vezes é avistado junto à costa portuguesa.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:21


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