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Subida de mais de 3% da EDP Renováveis leva bolsa a encerrar em alta

20.05.09, Planeta Cultural

A bolsa nacional encerrou em terreno positivo impulsionada pelo ganho de mais de 3% da EDP Renováveis e pelas subidas no sector bancário. O PSI-20 subiu 0,52%, acompanhando a tendência dos congéneres europeus.

O PSI-20, na quinta sessão consecutiva de ganhos, encerrou a cotar nos 7.290,95 pontos com 16 acções em alta e quatro em queda. Na Europa, as bolsas também sobem animadas pelo sector das matérias primas num dia em que os preços do petróleo sobem mais de 2%.

A EDP Renováveis foi o título que mais impulsionou a bolsa nacional, com uma valorização de 3,10% para os 6,99 euros. Uma tendência que não foi acompanhada pela casa mãe, a EDP, que caiu 0,21% para os 2,889 euros. Já a REN subiu 0,54% para 3,19 euros.

O sector da banca também contribuiu para a tendência de ganhos da bolsa, com o BPI a subir 2,49% para 2,097 euros. O presidente do La Caixa, accionista de referência do banco, disse hoje que está “muito contente” com a posição de 30% no “bem gerido BPI”.

O BES avançou 0,25% para 4,07 euros e o BCP ganhou 1,14% para 0,797 euros. O BCP foi alvo de um corte na avaliação pelo Caixa BI dos anteriores 1,40 euros para 1,10 euros mas o banco de investimento manteve a recomendação de “comprar”.

O sector esteve hoje em alta, depois do Bank of America ter completado com sucesso um aumento de capital de 13,5 mil milhões de dólares.

A travar maiores ganhos esteve a Portugal Telecom, que caiu 0,79% para 6,539 euros. No sector das telecomunicações, a Zon Multimedia subiu 0,37% para 4,095 euros e o Sonaecom avançou 0,53% para 1,898 euros.

Fora do PSI-20, a Glintt destacou-se com uma subida de 10,53% para 0,84 euros.

A Galp Energia desvalorizou 0,09% para 10,73 euros, no dia em que as suas acções começaram a negociar sem direito ao dividendo de 0,1703 euros por acção que vai pagar na próxima segunda-feira.

No sector da construção, a Mota-Engil avançou 4,30% para 3,395 euros e a Teixeira Duarte subiu 0,93% para 0,98 euros.

Fonte: Jornal de Negócios