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Britânica prefere a cadela ao filho

Sábado, 25.10.14

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O seu filho ou o seu cão, de quem gosta mais? A pergunta pode parecer fácil para muitos, mas não para Kelly Rose, uma britânica que confessa espalhar amor por ambos, mas há dias em que os sentimentos por Matilda, a sua terrier de quatro anos, são superiores aos que tem por William, o seu filho de 11 anos.

 

A teoria de Kelly é simples: enquanto o seu filho está a crescer de forma saudável e a tornar-se mais independente, Matilda irá sempre precisar de si – e será com ela que passará os seus dias mais divertidos e envelhecerá.

 

“Admito livremente que gosto de Matilda tal como gosto do William. Na verdade, em algumas ocasiões, gosto mais dela do que dele. E não me sinto culpada por admiti-lo”, explicou Kelly.

 

Segundo a mãe britânica, William espalha a confusão pela casa, tem de ser lembrado do seu trabalho de casa e que tem de arrumar as roupas. “A minha querida e doce Matilda é sempre obediente e tem muito afecto”, completa.

 

E Kelly insiste: “Tudo o que faço por Matilda resulta [num acto] de amor e gratidão [dela]. Por outro lado, não interessa quantas refeições prepare para William ou o número de roupas que lhe lave ou quantas vezes o leve à natação, mal tenho uma palavra de reconhecimento ou um obrigado”, continuou.

 

Segundo o Daily Mail, que publica a história de Rose na primeira pessoa, um estudo recente revelou que ter um cão liberta os mesmos instintos paternais nos adultos que as crianças. Várias mães que têm cães têm reagido com os mesmos sentimentos de amor e compaixão a imagens dos seus animais de estimação, como se estes fossem as suas crianças.

 

“O meu tempo com a Matilda é emprestado. Tenho 12 ou mais anos com ela e já vivemos metade desse tempo, por isso tenho de transformar todos os momentos nos mais alegres de sempre”, concluiu Rose.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:06


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