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Aves de rapina levantam voo no Palácio de Queluz

Sábado, 05.10.13


Falcões, águias, corujas e milhafres são algumas das aves que, de terça-feira a domingo, nos jardins do Palácio Nacional de Queluz, participam no programa de dinamização daquele espaço, revivendo a arte da caça praticada durante certos períodos da monarquia.

 

Sempre ao meio-dia, caso as condições atmosféricas sejam favoráveis, o espetáculo promete fazer as delícias de miúdos e graúdos.

 

A milenar arte da Falcoaria junta-se às apresentações de Arte Equestre, a cargo da Coudelaria de Alter, entidade responsável pelos dois espetáculos que animam os jardins do Palácio situado no concelho de Sintra.

 

O ambiente histórico esteve na base da escolha do local, evocando os séculos XIV, no tempo do rei D. Fernando, e XVIII, após a restauração da independência, quando se viveram os períodos de maior esplendor desta arte da caça em Portugal.

 

"A empresa Parques de Sintra -- Monte da Lua tenta sempre recuperar as tradições históricas dos polos que está a gerir e, portanto, no caso de Queluz sabemos que havia falcões, tal como outras aves exóticas, e estamos a tentar reintroduzir essa arte", afirmou Maria Alcaparra, daquela entidade.

 

Segundo esta responsável, o objetivo é "atrair mais pessoas para perceberem melhor o que se passava" naquele espaço.

 

O projeto surgiu em junho de 2012 e arrancou no terreno no início do verão de 2013.

 

"Ao fim dos primeiros 15 dias estávamos já com as aves socializadas ao ambiente do Palácio e ao público", disse à agência Lusa Mário Crespo, responsável pelo projeto de Falcoaria no Palácio de Queluz.

 

Além da componente de lazer e turística há, também, uma vertente educativa, "pensando nas escolas, nessa componente de educação ambiental, proporcionando às crianças um contacto próximo com as aves", afirmou Mário Crespo.

 

Portugal tem cerca de 30 espécies de aves de rapina e esse facto não foi ignorado.

 

"É muito importante para o visitante ficar com uma visão mais alargada da grande diversidade que este grupo de aves representa", explicou.

As aves noturnas são as mais populares entre as crianças, em particular a coruja nival, porque "muitas crianças facilmente a reconhecem".

"Era a ave do 'Harry Potter'", adiantou Mário Crespo.

 

Em simultâneo, está disponível nas instalações do Palácio uma exposição sobre Falcoaria para se ficar a conhecer mais sobre as aves e esta arte de caça.

 

Conhecida em tempos antigos como o desporto de Reis e príncipes, esta modalidade de caça terá surgido em 1400 antes de Cristo, na Mesopotâmia, tendo-se difundido depois para oriente e terá chegado à Europa por volta de 448 depois de Cristo.

 

Sempre foi mais praticada por lazer do que para obter alimento.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:45


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