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Credit Suisse antecipa novos riscos para a estabilidade política em Portugal

Quinta-feira, 12.09.13
Amplos cortes na despesa e assistência financeira adicional serão temas em discussão na próxima avaliação da troika, escreve o banco suíço, segundo o qual o assunto mais controverso será a flexibilização do défice, que pode gerar nova instabilidade política no país.
 

Numa nota enviada nesta quinta-feira aos investidores, o departamento de “research” do Credit Suisse dá conta do regresso da missão da troika -  que chega a Lisboa na próxima segunda-feira, 16 de Setembro - sublinhando que estas 8ª e 9ª avaliações vão ser marcadas por grande incerteza em torno de questões-chave, “nomeadamente a implementação de grandes cortes de gastos e assistência financeira adicional”.

 

Em relação à necessidade de reforçar o empréstimo externo destinado ao financiamento do Estado, o banco suíço considera ser matéria “susceptível de ser discutida em maior profundidade, mas não formalmente aprovada neste momento”. Ainda a este respeito, os economistas do Credit Suisse dizem continuar a acreditar que um apoio adicional da UE/FMI será concedido e, ao contrário do que aconteceu com o segundo empréstimo à Grécia, os privados (no caso de Portugal, essencialmente bancos nacionais) não serão forçados a perdoar parte dos empréstimos concedidos ao Estado.

 

Mais controvérsia promete gerar a pretensão do Governo de “abrandar o processo de ajustamento orçamental”, que, na opinião do Credit Suisse, poderá ser contrariada pelas instituições da troika (Comissão Europeia, BCE e FMI) “aumentando os riscos potenciais para a estabilidade política”.

 

Um alto responsável do Eurogrupo disse hoje à Lusa desconhecer qualquer intenção formal do Governo português para rever as metas do défice e que só "argumentos extremamente convincentes" levariam a isso, mas com "impacto" na conclusão do programa de assistência.

  

"Já mudámos as metas e as circunstâncias que levaram à mudança das metas [em Portugal] não mudaram entretanto, pelo menos para pior", referiu a mesma fonte, a propósito da flexibilização aceite pela Comissão Europeia em Março de adiar a meta de 3% para 2015.

 

Segundo o Eurogrupo, os mais recentes dados económicos e do emprego a nível europeu, e em Portugal, são "boas notícias" e teria de haver "argumentos extremamente convincentes" dos governantes portugueses para que a meta do défice fosse 4,5% e não 4% em 2014, como na quarta-feira defendeu o vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, numa audição no Parlamento.

 

Qualquer nova alteração, no calendário de cumprimento do défice, notou o mesmo responsável do Eurogrupo, teria obviamente "um impacto em relação à conclusão do programa" de assistência, prevista para Junho de 2014.

 

Sobre o programa cautelar para Portugal, o Eurogrupo considera que "ainda é cedo" e que o assunto só deverá começar a ser discutido no início de 2014.

 

Na quarta-feira, questionados pela Lusa, os porta-vozes da Comissão Europeia e do Eurogrupo escusaram-se a comentar as declarações do vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, a defender um défice orçamental para 2014 de 4,5% do PIB, em vez dos 4% definidos na anterior avaliação da 'troika'.

 

Também Durão Barroso recusou pronunciar-se sobre tal cenário, mas enfatizou a necessidade de Portugal "garantir a execução" do programa de ajustamento para "manter a credibilidade". “O que querem saber os investidores é se Portugal vai ou não cumprir os objectivos a que se comprometeu, este é que é o ponto essencial, não é tanto aquilo que agora possa ser decidido por esta ou aquela instância".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:43


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