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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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The Beatles: 70 milhões de reproduções no Spotify em três dias

28.12.15, Planeta Cultural

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Os The Beatles foram a banda mais ouvida no Spotify na última semana, depois do catálogo da banda de culto britânica ter sido incluído nos vários serviços de 'streaming' no passado dia 24.

 

Uma decisão esperada há vários anos pelos fãs da banda mas que nunca tinha sido autorizada pela editora detentora do catálogo.

 

Assim, em três dias, as músicas dos The Beatles foram alvo de 70 milhões de reproduções, segundo dados divulgados pelo serviço de 'streaming'. A música mais ouvida foi "Come Together", com 2,3 milhões de acessos.

 

Além do Spotify o catálogo dos The Beatles está disponível no Apple Music, Deezer, Tidal, Amazon Music, Google Play, Microsoft Groove e Rhapsody.

 

In' Económico

Maria Paz Delgado, a ‘botinera’ argentina

28.12.15, Planeta Cultural

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Na Argentina muito se fala de… ‘botineras’. Pois bem, o que significa? São mulheres, que estão constantemente envolvidas com jogadores de futebol. Algumas, aliás, namoradas de vários atletas que até já foram ou são colegas de equipa. É sob este desígnio que muitas vezes é ligada Maria Paz Delgado, uma manequim argentina, 29 anos, natural de Mar del Plata, que ganhou mediatismo em alguns programas televisivos, como foi o caso do famoso Big Brother.


Ezequiel Cirigliano e Luciano Abecassis, jogadores que já passaram pelo River Plate, ou até o tenista Juan Martin del Potro, foram algumas das figuras ligadas ao desporto apontadas como supostos relacionamentos com esta manequim. Mas não só. Com uma grande exposição, Maria Paz Delgado até já esteve envolvida nas teias da justiça, após um alegado escândalo de prostituição VIP com o cantor David Bisbal e… Cristiano Ronaldo. Polémicas à parte, uma certeza: Maria Paz Delgado, olhando atentamente para algumas das suas produções, é capaz de despertar a atenção do espectador menos atento…

 

 

In' A Bola

Documentos do Estado Islâmico revelam normas para tratar escravos e colher órgãos

28.12.15, Planeta Cultural

Segundo a documentação capturada pelos Estados Unidos, o Estado Islâmico considera lícito matar infiéis para colher órgãos para salvar a vida a um jihadista.

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O autoproclamado Estado Islâmico tem normas que explicam detalhadamente como se devem tratar escravos e a permissibilidade de se colher órgãos de prisioneiros para poder salvar a vida a combatentes.

 

O raide norte-americano que em Maio resultou na morte de Abu Sayyaf, alto oficial do Estado Islâmico, permitiu ainda às forças especiais americanas recolher uma grande quantidade de documentos do grupo terrorista, a que a agência Reuters teve agora acesso.

 

Os documentos confirmam o esforço que os quadros do grupo fazem para justificar todas as suas decisões na teologia islâmica, ainda que as suas conclusões sejam rejeitadas por muitos muçulmanos.

 

Num exemplo, os clérigos do EI admitem que é permissível retirar órgãos a um infiel para salvar a vida a um jihadista. Essa autorização estende-se inclusivamente a órgãos cuja colheita resulta obrigatoriamente na morte do “dador”. Para justificar esta decisão, o documento invoca uma antiga doutrina islâmica, dos primórdios do islão, que diz que em casos de fome é permitido matar um infiel para comer a sua carne, “beneficiando assim do seu corpo”. O princípio é assim alargado ao transplante de órgãos.

 

O governo iraquiano já tinha acusado o Estado Islâmico de traficar órgãos das suas vítimas. Embora estes documentos não comprovem a prática, fornecem pelo menos as bases teológicas ao grupo para a poderem justificar.

 

Em Fevereiro, o embaixador do Iraque junto das Nações Unidas pediu ao Conselho de Segurança que investigasse a morte de 12 médicos no hospital de Mossul que alegadamente tinham sido mortos por se recusarem a retirar órgãos para este fim, mas a suspeita carece de confirmação.

 

Como tratar escravos

 

Os documentos incluem ainda informação sobre como tratar escravos.

 

Num livrete intitulado “Dos mandamentos do Criador sobre escravatura e captura de prisioneiros”, explica-se que as escravas não devem ser separadas dos seus filhos menores, por exemplo, mas noutro ponto permite-se que os combatentes tenham relações sexuais com as escravas – que mais não são do que mulheres não-muçulmanas capturadas pelo grupo – sempre que quiserem.

 

As normas do Estado Islâmico aplicam-se não só ao território que ocupa na Síria e no Iraque, mas também às suas autodenominadas “províncias”, na Nigéria, no Sinai e no Sul da Ásia.

 

 

In' RR