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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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iMyfone Data Recovery for iPhone

19.10.15, Planeta Cultural

O iMyfone Data Recovery for iPhone é um aplicativo que permite recuperar os arquivos que forem apagados sem querer do iPhone, iPad ou iPod.

 

Se você tiver algum problema e perder ou danificar o conteúdo do seu telefone, pode usar este app para tentar recuperar esses dados. Ele funciona de forma simples e você pode escolher exatamente quais os tipos de itens que você deseja trazer de volta.

 

Quando você atualiza o sistema, por exemplo, é possível que algo dê errado e você perca arquivos. Além disso, muitas vezes você pode apagar sem querer um item. Para esses e outros casos, o iMyfone Data Recovery for iPhone funciona tentando encontrar os documentos que ainda estejam na memória do dispositivo.

 

O ideal é fazer a varredura assim que você perceber o erro ou assim que apagar algo sem querer, já que as chances de recuperar o arquivo são bem maiores nesses casos. Para usar o iMyfone Data Recovery for iPhone basta instalar o app, plugar o telefone, escolher os tipos de dados que você quer recuperar, fazer a varredura e depois selecionar tudo o que for relevante na lista que aparece.

 

Ele consegue recuperar fotografias, vídeos, mensagens de texto, notas, bookmarks, compromissos marcados na agenda, contatos e os históricos de chamadas e do Whatsapp. Segundo os desenvolvedores, as próximas versões também trarão suporte a lembretes, mensagens de voz e chat do Facebook. O iMyfone Data Recovery for iPhone procura na memória interna do aparelho, no iTunes e no iCloud.

 

 

Download:iMyfone Data Recovery for iPhone

 

 

BCP deverá adiar reembolso da ajuda do Estado

19.10.15, Planeta Cultural
Ao contrário das previsões do banco liderado por Nuno Amado, o reembolso da ajuda Estatal deverá ser adiado para 2017. A estimativa é do Deutsche Bank, que acrescenta que os rácios de capital e o banco na Polónia são as principais dores de cabeça para o BCP.
 
 

Pagar a ajuda estatal até o início de 2016. Esta é a intenção do BCP da qual o Deutsche Bankdesconfia. A instituição financeira alemã estima que o reembolso das obrigações convertíveis (CoCo’s) seja repartido em dois anos, sendo concluído apenas em 2017. E acrescenta que o principal desafio do banco liderado por Nuno Amado (na foto) continuam a ser os rácios de capital.

"Acreditamos que haverá um atraso no reembolso dos CoCo’s" pelo BCP, afirma Raoul Leonard, numa nota de análise a que o Negócios teve acesso. Se a previsão do banco português é de que irá pagar a restante ajuda estatal até ao início de 2016, o analista do Deutsche Bank aponta que apenas 350 milhões de euros serão pagos nesse ano, sendo que os restantes 400 milhões deverão ser adiados para 2017.

Mas "o principal desafio do banco continua a ser o seu rácio ‘core tier 1’", aponta o Deutsche Bank, prevendo que este se situe nos 9,0% em 2017, "incluindo o reembolso ao Estado dos 750 milhões de euros em CoCo’s e depois do provável impacto de -110 pontos base" das alterações ao regime de activos por impostos diferidos.

Além disso, o analista Raoul Leonard reconhece ainda que "a subsidiária polaca [Bank Millennium] enfrenta riscos políticos relacionados com a potencial exposição a hipotecas indexadas a francos suíços e a introdução de um imposto especial sobre a banca". Feitas as contas, o Deutsche Bank mantém o preço-alvo de 6,0 cêntimos para o BCP e a recomendação de "manter". "Acreditamos que a actual avaliação aglomera estes riscos", conclui.


Lucros ligeiramente inferiores

O resultado líquido do BCP saiu de negativo no primeiro trimestre deste ano. E voltou a crescer entre Abril e Junho, fixando-se 170 milhões de euros. Contudo, o Deutsche Bank aponta para uma queda no terceiro trimestre, estimando lucros de apenas 41 milhões. Ainda assim, este resultado supera o prejuízo de 36 milhões do período homólogo.

Por outro lado, o Deutsche Bank espera uma margem financeira superior, tanto em termos homólogos como face ao segundo trimestre deste ano. A perspectiva é que se situe nos 305 milhões de euros, quando há três meses foi de 300 milhões e há um ano de 295 milhões.

 

In' Jornal de Negócios