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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Concurso extraordinário para financiamento do Ensino Artístico Especializado

13.10.15, Planeta Cultural

Será lançado nos próximos dias o concurso extraordinário no âmbito do financiamento do Ensino Artístico Especializado, com um montante global disponível de 12 milhões de euros (4 milhões de euros por ano), destinado a um reforço de verbas nos casos em que se registou um decréscimo do financiamento médio em função da harmonização do valor pago por aluno a nível nacional. O lançamento ocorre depois de terem sido homologados os resultados definitivos do procedimento concursal inicial, cujas listas definitivas foram hoje divulgadas.

 

Em 2015/2016, o financiamento ao Ensino Artídtico Especializado (EAE) passou a ter uma única fonte. O POPH deixou de financiar as regiões de convergência, e o Orçamento de Estado, que complementava o financiamento nessas regiões e assumia-o completamente nas regiões da Área Metropolitana de Lisboa e do Algarve, tornou-se a única fonte em todo o País. O valor total de financiamento, no entanto, foi mantido: 55 milhões de euros por ano, ou 165 milhões de euros ao longo de 3 anos.

 

Para além da fonte financiadora, foi alterado também o modelo de financiamento. Os dois modelos – um nas regiões de convergência e outro nas regiões da Área Metropolitana de Lisboa e do Algarve – que existiam até 2014/2015 foram substituídos por um modelo único a partir de 2015/2016, de forma a harmonizar os valores praticados. Foi também implementado um concurso público a nível nacional, de forma a garantir maior equidade e transparência, e estabelecido o financiamento em triénios, de forma a garantir uma maior estabilidade às escolas e alunos.

 

Após a conclusão do processo de candidatura, verificou-se que, apesar de o montante de financiamento global destinado ao EAE ser igual ao de anos anteriores e de não haver nenhuma intenção de redução, os resultados apurados aquando da publicação das listas provisórias revelavam uma diminuição dos valores de financiamento e do número de alunos abrangidos em algumas CIM (Comunidades Intermunicipais) que afetaram algumas escolas, com maior incidência na Área Metropolitana de Lisboa e no Algarve.

 

Assim, conforme comunicado pelo Ministro da Educação e Ciência no dia 21 de setembro, o resultado do procedimento anterior deverá ser complementado com um novo procedimento. Essa decisão prende-se com a intenção de manter e mesmo o alargar o acesso ao EAE, garantindo a possibilidade de ingresso nas ofertas de iniciação artística e a continuidade dos alunos que já integraram essas ofertas em anos anteriores e permitindo o apoio financeiro a um maior número de alunos.

 

 

 

 

Investimento em Cacia aumenta exportações da Portucel em 30 milhões de euros

13.10.15, Planeta Cultural
A Portucel inaugurou a expansão da fábrica de Cacia, num investimento de mais de 56 milhões de euros, que permitirá um aumento das exportações da empresa.
 

A Portucel inaugurou esta terça-feira, 13 de Outubro, de manhã a expansão do complexo industrial de Cacia, um investimento de 56,3 milhões de euros que permitirá aumentar em 30 milhões de euros por ano as exportações do grupo.

 

Na cerimónia, Pedro Queiroz Pereira, presidente do grupo fez questão de sublinhar as "dezenas de milhões de euros que o grupo tem investido nos últimos anos". "Só com forte investimento é que conseguimos manter uma equipa de gestão motivada, só assim é que se cria emprego e desenvolvimento nas regiões".

 

Também Diogo da Silveira, CEO da Portucel, realçou que este investimento permite à Portucel aumentar a capacidade de produção em Cacia de 294 para 353 mil toneladas por ano de pasta de papel, mais 30%, assim como de 9% de energia renovável.

 

O responsável frisou que o projecto de optimização da fábrica de Cacia incorpora também as melhores técnicas a nível ambiental, tendo sido investidos 5 milhões de euros nesta unidade para reduzir o odor.

 

De acordo com o grupo, a expansão da fábrica permitiu também criar dezena e meia de postos de trabalho directos, potenciando a criação de outros 290 empregos indirectos.

 

Depois da inauguração em Cacia, o grupo vai inaugurar esta tarde a nova linha de produção de papel tissue na fábrica da AMS de Vila Velha de Ródão, que adquiriu no início deste ano. Este investimento, de 39 milhões de euros, criou 70 novos postos de trabalho directos.

 

 

In' Jornal de Negócios