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Morreu o homem mais pequeno do mundo

Sábado, 05.09.15

ChandraBahadurDangi.jpg

 

O homem mais pequeno no mundo, Chandra Bahadur Dangi, que media apenas 55,6 centímetros de altura, morreu na noite da passada sexta-feira aos 75 anos, segundo avança o ´New York Daily News´.

Chandra tinha sido internado na semana passada num hospital da Samoa Americana, com uma pneumonia, tendo morrido dias depois vítima da doença.

O nome do nepalês consta nos recordes do Guinness, graças à sua insólita altura para a idade que tinha.

«A GWR gostaria de expressar as suas sinceras condolências à família do Sr. Dangi nesta altura mais difícil. Ele será recordado para sempre uma figura icónica e como o detentor de um recorde extraordinário», escreveu a organização do Guiness através de um comunicado.

 

 

Para visitar a fonte da informação, clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 11:23

r00tz Asylum: os hackers do futuro estão aqui

Sábado, 05.09.15

Informática, programação, criptografia e white-hacking não são atividades e definições exclusivas do universo dos “crescidos”. Esta organização sem fins lucrativos apenas quer dar ânimo e conhecimento a todos os que se interessam pelo mundo das tecnologias.

r00tz Asylum.jpg

Estudar um sistema informático e invadi-lo não é algo obrigatoriamente negativo. Os white hackers são investigadores que descobrem falhas em sistemas operativos, programas e add-ons pelo simples desafio tecnológico, mas também para alertarem as respetivas empresas.

 

A sensação de salvar milhares de pessoas de uma “desgraça” quase certa deve saber bem, certo? Então por que não começar a cultivar este espírito desde tenra idade?

 

O r00t Asylum é isso mesmo: uma organização e um espaço online onde os mais novos podem dar os seus primeiros passos no hacking, mas no bom sentido. E sabendo que muitos jovens já estão ligados e avançados nas novas tecnologias, mais vale canalizar da forma correta esse conhecimento.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 10:59

'Vamos permanecer, nem que queiram matar todos', diz líder indígena no MS

Quinta-feira, 03.09.15

Depois de dez anos de impasse sobre a demarcação de terras indígenas na fronteira entre Brasil e Paraguai, no Mato Grosso do Sul, a tensão voltou a se elevar na região e resultou no assassinato de um índio no sábado.

 

O governo federal deslocou tropas do Exército para a área de conflito nesta terça-feira, mas o clima permanece tenso na região do município de Antônio João, onde cerca de mil índios ainda ocupam fazendas para pressionar pela conclusão da demarcação de terras que argumentam serem território indígena.

 

"Sim, nós vamos permanecer, nem que eles queiram matar todos nós aqui. Daqui a gente não sai", disse à BBC Brasil uma das lideranças indígenas, Inayê Gomes Lopes.

 

No sábado, fazendeiros armados expulsaram os ocupantes de duas fazendas (Fronteira e Barra), após conflitos violentos, segundo relatos de indígenas e do deputado federal Henrique Mandetta (DEM-MS), que presenciou a ação. Na ocasião, o índio Semião Fernandes Vilhalva foi encontrado morto, baleado, em um córrego dentro da fazenda Fronteira, uma das em que houve conflito.

 

Roseli Ruiz, proprietária da fazenda Barra, negou que seu grupo estivesse armado quando retomou a posse da propriedade e disse que os índios estavam destruindo sua casa.

 

"Eu pergunto para todo cidadão brasileiro: se entrar na sua casa, você vai ficar dando chazinho para a pessoa? Ela entra na sua casa, vai na sua cama, destrói tudo e você vai falar 'ô, meu Deus, vou chamar o direitos humanos'", questionou.

 

Segundo Mandetta, que presenciou o conflito na fazenda Barra, os índios não haviam causado danos à propriedade. Ele contou que estava em uma reunião com os produtores rurais, junto com o senador Waldemir Moka (PMDB) e a deputada Tereza Cristina (PSB), para discutir a situação quando Ruiz fez um relato emocionado e convocou todos a irem até a fazenda. De acordo com o deputado, as pessoas saíram em cerca de 60 caminhonetes, portando várias armas. Disse também ter visto um índio com uma espécie de espingarda.

 

"Estabeleci uma tentativa de diálogo de 40 minutos, num espaço muito tenso. Mas chegou uma hora que eles decidiram entrar com as caminhonetes. Aí foi uma batalha campal que durou de cinco a dez minutos. Teve tiro, pau, pedra. Os proprietários entraram na casa e os índios saíram", relatou.

 

"Uma situação de total ausência do Estado", resumiu.

 

'Saco cheio do Ministério da Justiça'

 

O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, esteve nesta quarta-feira na capital Campo Grande, conversando com lideranças dos dois lados. Ele anunciou a criação de um grupo de mediação que discutirá a possibilidade de indenizar os fazendeiros para que seja concluída o processo de demarcação.

 

Cardozo afirmou ainda que as Forças Armadas permanecerão no local o tempo necessário para manter a ordem e que não serão toleradas ações violentas de nenhum dos lados - "seja na perspectiva de retomada de terras pelas lideranças indígenas, seja na perspectiva de ações de reintegração de áreas que estão ocupadas". A Polícia Federal instaurou um inquérito para investigar a morte de Vilhalva.

 

Os índios haviam ocupado as fazendas no dia 21 de agosto, expulsando seus moradores.

 

"Nós já estamos de saco cheio do Ministério da Justiça, desse povo que só mentiu para nós até hoje. Nós não vamos dar um passo para trás. Chega, tolerância zero", disse à BBC Brasil Roseli Maria Ruiz, proprietária da fazenda Barra e presidente do sindicato rural local.

 

A área reivindicada pelos índios, de 9.300 hectares, foi demarcada e homologada pelo governo federal como Terra Indígena Ñande Ru Marangatu em 2005, no governo Lula. No entanto, os fazendeiros recorreram da decisão ao Supremo Tribunal Federal e conseguiram uma decisão liminar do ministro Nelson Jobim suspendendo a demarcação.

 

Atualmente, uma população de cerca de 1.300 guaranis kaiowá vive precariamente em cerca de 100 hectares, de acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

 

Com a aposentadoria de Jobim, a ação mudou de relator duas vezes e está desde 2010 nas mãos do ministro Gilmar Mendes. O caso nunca foi levado a plenário.

 

Na ação, os fazendeiros questionam a legalidade da demarcação, argumentando que não é o governo federal que deveria realizá-la, mas o Congresso Nacional.

 

Questionam também o parecer da Funai (Fundação Nacional do Índio) que classificou a região como área tradicional indígena, argumentando que as terras foram adquiridas ao longo de 142 anos. Já os indígenas argumentam que seus antepassados foram expulsos de suas terras quando da chegada dos fazendeiros.

 

Atualmente, tramita no Congresso uma proposta de emenda constitucional que tenta passar a prerrogativa de demarcar terras indígenas das mãos do Executivo para o Legislativo.

 

A chamada PEC 215 tem apoio dos parlamentares ruralistas e sofre resistência dos povos indígenas e de ambientalistas. A expectativa é que ela seja aprovada na Câmara, mas não passe no Senado.

 

'Tem que morrer para indenizar'


Um dos entraves para a resolução dos conflitos é a questão das indenizações, nota o deputado Madetta. A Constituição Federal prevê que, ao demarcar um território que é considerado tradicionalmente indígena, o Estado só precisa indenizar os fazendeiros pelas benfeitorias construídas, mas não pelo valor das terras.

 

Segundo Mandetta, o governo resiste a aceitar o pagamento das indenizações por temer que outros fazendeiros que já deixaram suas terras antes recorram à Justiça para serem compensados.

 

Outra proposta que tramita no Congresso, a PEC 71, busca alterar a Constituição para permitir o pagamento de indenizações para demarcações realizadas a partir de outubro de 2013. Seu texto foi aprovado ontem na Comissão de Constituição e Justiça e já pode ser levado ao plenário.

 

O texto prevê o pagamento das indenizações em dinheiro, o que, segundo Márcio Santilli, sócio fundador do Instituto Sócio Ambiental, pode ser um entrave para a liberação dos recursos, devido às restrições orçamentárias. Ele defende que as indenizações sejam pagas com títulos de dívida agrária, os mesmos usados nas desapropriações para reforma agrária.

 

"A gente teme um pouco essa lógica: tem que morrer gente para indenizar. Se não morrer gente, será que o governo vai liberar a grana? Não vemos um fluxo de indenização em dinheiro, vemos um fluxo melhor nas indenizações com títulos. A gente teme que esse seja um fator adverso nessas situações de conflito", afirma Santilli, que presidiu a Funai no governo Fernando Henrique Cardoso.

 

Ele crítica a lentidão do Estado em resolver a questão e argumenta que, no caso de terras que não foram griladas, ou seja, em que os fazendeiros possuem títulos de posse concedidos pela própria União, o governo teria poder de indenizar mesmo sem uma alteração da Constituição.

 

"A União fez e depois quer desfazer: pode ser paga uma indenização moral, por exemplo, no valor das terras. Ou ser feita uma desapropriação por interesse social", exemplificou.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:57

Site ajuda professores a procurar emprego e pais a procurar professores

Quarta-feira, 02.09.15

Um professor criou uma plataforma digital onde os colegas desempregados podem procurar trabalho, as empresas podem encontrar docentes e os encarregados de educação descobrir um explicador para os seus filhos.

 

A ClickProfessor é um espaço na internet que está disponível a partir de 01 de setembro e permite aos docentes criar, de forma gratuita, um perfil com os dados relativos à sua experiência profissional e formação académica.

 

A informação -- que pode ser disponibilizada através de um pequeno vídeo pessoal - fica acessível a todos os que procuram os serviços de um docente: empresas e famílias.

 

A ideia partiu de Marco Rodrigues, um professor com formação na área das Belas Artes, que entrou para a docência em 2008 e que, cansado da instabilidade profissional, decidiu lançar uma plataforma alternativa para quem não consegue trabalhar para o Ministério da Educação e Ciência.

 

"Existem muitas alternativas para os professores e educadores de infância. Existem cursos de aprendizagem e de formação e muitas outras ofertas, porque o Ministério da Educação não é único empregador dos professores", contou à Lusa.

 

Marco Rodrigues acredita que a plataforma www.clickprofessor.pt poderá ser "um grande aliado para os que, agora em setembro, se encontrem novamente em situações de desemprego", uma vez que ali há "anúncios" de professores mas também de empresas que procuram docentes.

 

A plataforma tem ainda uma área destinada a encarregados de educação que também podem procurar, gratuitamente, um explicador para os seus filhos.

 

"Os pais escusam de recorrer aos centros de estudo que, em alguns casos, significa pagar o dobro pelo mesmo serviço. Para os professores também é melhor porque deixa de existir um intermediário", defendeu Marco Rodrigues.

 

Os pais podem ler o currículo dos professores mas também ver o vídeo e entrar em contacto com qualquer um dos professores e explicadores particulares.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:38

Lloyd Cole cancela concertos em Portugal

Quarta-feira, 02.09.15

O músico britânico Lloyd Cole cancelou os concertos que tinha agendado este mês em Braga e em Lisboa com músicos portugueses, alegando que não conseguiu preparar o espetáculo planeado, revelou o Teatro Maria Matos.

 

Lloyd Cole iria interpretar temas eletrónicos, feitos com sintetizadores modulares, em Berlim, com Hans-Joachim Roedelius, e em Portugal, com músicos portugueses. No dia 16 estaria no GNRation, em Braga, com Miguel Pedro e António Rafael, e no dia 22 no Maria Matos, em Lisboa, com André Gonçalves, Nuno Moita e Luís Desirat.

 

"Têm existido problemas técnicos, muitos, mas a raiz do problema é interna e de processo mental", afirma Lloyd Cole num comunicado enviado pelo teatro municipal, explicando que a preparação do espetáculo estava a demorar mais tempo do que o previsto.

 

"No final, fui incapaz de traduzir este processo num espetáculo ao vivo que pudesse levar em digressão, com múltiplas peças consecutivas de sintetizadores, como tinha originalmente planeado", explicou.

 

Lloyd Cole tem 54 anos e é um dos nomes do indie pop britânico, que ficou conhecido sobretudo nos anos 1980 com os The Commotions. Depois do fim da banda, em 1989, o músico seguiu uma carreira a solo, entre canções elétricas e acústicas, sem esquecer a discografia antiga.

 

Agora, apresentaria uma faceta menos conhecida, a da composição de música eletrónica, que mantém também desde a década de 1980, quando comprou o primeiro de vários sintetizadores.

 

Em entrevista esta semana ao jornal britânico Guardian, Lloyd Cole lamentava-se de ter vendido todos os sintetizadores quando os computadores se impuseram no trabalho de estúdio, e que por isso estava a construir um sintetizador modular, a pensar nos concertos em Berlim e em Portugal.

 

Atualmente a viver nos Estados Unidos, Lloyd Cole editou o último álbum, "Standards", em 2013.

 

Este ano foi também feita uma edição completa do trabalho com The Commotions, intitulada "Commotions Collected Recordings 1983-1989".

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:31

Algarve é o melhor lugar do mundo para gozar a reforma

Quarta-feira, 02.09.15

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O Algarve foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, o melhor lugar do mundo para gozar a reforma. A opinião é do site norte-americano "Life and Invest Overseas", que se dedica a ajudar os reformados a expandir os seus horizontes e a transformar esta que é uma nova fase das suas vidas numa "grande aventura". 

 
De acordo com Kathleen Peddicord, fundadora do site, o Algarve, onde residem, atualmente, mais de 100.000 aposentados estrangeiros, "é o melhor lugar do mundo para a reforma". "A região mais a Sul de Portugal oferece o melhor da Europa, desde vilas medievais e piscatórias a mercados ao ar livre, vinhos e algumas das melhores praias" do Velho Continente", destaca a norte-americana. 

 
Na opinião de Peddicord, uma das principais razões para escolher o Algarve prende-se, desde logo, com a meteorologia: esta região portuguesa sobressai pelo "ótimo clima", com 3.300 horas de luz solar por ano, ou seja, com mais dias de Sol do que qualquer outra parte da Europa.

 
Além das "extensas praias de areia branca", com os seus penhascos e lagoas, muitas delas merecedoras de Bandeira Azul, o Algarve dispõe de "42 campos de golfe espalhados por menos de 160 quilómetros e é, geralmente, reconhecido como um destino de topo a nível europeu e mundial" pelos amantes deste desporto, realça Peddicord.

 
Às mais-valias do Algarve junta-se a qualidade dos cuidados de saúde universais e do chamado "turismo médico", que se encontra em crescimento, bem como o custo de vida: um dos mais baixos da Europa Ocidental e, em média, 30% inferior ao de qualquer outro país europeu, explica a norte-americana.

 
"Um casal reformado pode viver [no Algarve] confortavelmente com cerca de 1.300 euros por mês", assegura Peddicord, que sublinha, ainda, o facto de o inglês ser uma língua amplamente falada tanto no Algarve, como em todo o país, graças aos fortes laços históricos e culturais com o Reino Unido, o que contribui para o estatuto de destino ideal para os reformados norte-americanos.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:21

Tubarões-azuis avistados em Aveiro

Terça-feira, 01.09.15

 

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Um tubarão-azul, também conhecido por tintureira, apareceu morto esta terça-feira na ria de Aveiro e alguns exemplares foram avistados na passada segunda-feira em praias do concelho de Ílhavo.

 

"Apareceu uma tintureira morta, com cerca de 70 centímetros, na ria de Aveiro. É um animal pequeno, juvenil, que já foi entregue ao Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Quiaios", disse à agência Lusa o comandante da Capitania do Porto de Aveiro, Luciano Oliveira.

 

Além deste exemplar, houve dois avistamentos destes animais na segunda-feira, um de manhã, na praia da Barra, e outro à tarde, na praia Velha, referiu o mesmo responsável, acrescentando que "a Polícia Marítima deslocou-se por mar e por terra para ver se havia algum animal e não foi identificado nada".

 

"Os animais aproximaram-se da costa, porque a temperatura da água do mar poderá estar mais alta do que é normal, ou seguiram algum cardume", explicou o comandante da Capitania do Porto de Aveiro.

 

Luciano Oliveira tranquiliza os banhistas, dizendo que esta espécie "não representa qualquer perigo para o homem". No entanto, recomenda às pessoas para, se virem destes animais, "não interferirem com eles".

 

O tubarão-azul, tintureira ou guelha (Prionace glauca) é um tubarão da família Carcharhinidae e é o que mais vezes é avistado junto à costa portuguesa.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:21


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