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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Arouca Film Festival com 50 filmes a concurso e preocupação de descentralizar cultura

09.09.15, Planeta Cultural

A 13.ª edição do Arouca Film Festival, que decorre de sexta-feira a domingo, terá em competição 50 filmes de vários países, apostando no que a organização encara como «descentralização da cultura» num território «afastado dos grandes centros urbanos».

O diretor do festival, João Rita, declarou que o Arouca Film se vem afirmando como "um dos eventos emergentes no panorama do cinema e das artes visuais em Portugal", na medida em que aposta "numa descentralização da cultura e num acesso livre e mais facilitado a conteúdos de elevadíssimo valor artístico".

 

Realçando que se trata de obras "a que o grande público dificilmente conseguiria aceder fora do circuito dos festivais de cinema", o diretor Arouca Film acrescentou que o objetivo do certame é criar "em Arouca - uma região deveras afastada dos grandes centros urbanos - um espaço alternativo ao circuito comercial".

 

O evento conta, para isso, com a estrutura do Cineclube de Arouca, empenhada em "estimular a criação de novos projetos cinematográficos e em colmatar a falta de apoios respeitantes à promoção e divulgação do cinema".

 

É por esse esforço que João Rita defende que o evento reflete "uma vivacidade extrema, mantendo o seu espírito de inovação apesar das muitas dificuldades financeiras que assolam o setor".

 

Os três dias do Arouca Film Festival de 2015 vão assim abranger "várias sessões competitivas de altíssima qualidade", em que os espectadores poderão apreciar obras em géneros como a ficção, o documentário, a animação, o videoclip e o experimental - sempre com especial enfoque nas curtas-metragens.

 

O programa do evento também integra, contudo, o Jantar dos Realizadores, vocacionado para "a partilha de contactos entre os diretores presentes", e uma oficina de animação sobre brinquedos óticos, dirigida ao público infantil.

 

'Workshops', concertos, performances de dança e um passeio pedestre são outras das atividades que constam do programa do festival.

 

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Português desenvolve app capaz de detectar emoções

09.09.15, Planeta Cultural

Pode parecer ficção, mas não. Na realidade, já é possível graças à aplicação Happy Hour desenvolvida (para o sistema operativo Android) por uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), coordenada pelo professor Jorge Sá Silva.

 

Com a aplicação Happy Houro telemóvel não só identifica o estado de espírito dos seus utilizadores, como também seleciona e apresenta informação, em tempo real, sobre os espaços verdes de interesse mais próximos (como parques ou jardins).

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A aplicação promove assim caminhadas e exercício físico como forma de melhorar a situação emocional de quem a utiliza.

 

O objetivo do desenvolvimento desta revolucionária “app” que se enquadra na promissora área da Internet das Coisas, conta David Nunes, «é mudar o paradigma. As tecnologias devem compreender o ser humano e adaptar-se às suas necessidades e desejos. Embora seja um desafio de enorme complexidade, o futuro passa por aqui.»

 

Esta tecnologia resulta de quatro anos de investigação e passou por várias etapas. Primeiro, a equipa reuniu um conjunto de tecnologias e informação (camisola inteligente, telemóvel, informação sobre o estado do tempo, etc.) que lhe permitisse obter e processar toda a informação essencial para desenhar a aplicação.
A partir daqui, os investigadores utilizaram um algoritmo de aprendizagem para avaliar quatro estados emocionais pré-definidos: euforia, aborrecimento, calma e ansiedade.

 

A aplicação, que atualiza o estado emocional de hora a hora e envia para correção e validação do utilizador, socorre-se igualmente de sensores do telemóvel para identificar, localizar e perceber o ambiente onde indivíduo está inserido.

 

A originalidade do projeto “Happy Hour – Improving Mood With An Emotionally Aware Application” valeu a David Nunes, de 27 anos de idade, o prémio “Jovem Investigador” (Young Scientist Award) na Conferência Internacional IEEE-I4CS – Inovação para Serviços Comunitários, que decorreu recentemente na Alemanha.

 

 

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