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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Site ajuda professores a procurar emprego e pais a procurar professores

02.09.15, Planeta Cultural

Um professor criou uma plataforma digital onde os colegas desempregados podem procurar trabalho, as empresas podem encontrar docentes e os encarregados de educação descobrir um explicador para os seus filhos.

 

A ClickProfessor é um espaço na internet que está disponível a partir de 01 de setembro e permite aos docentes criar, de forma gratuita, um perfil com os dados relativos à sua experiência profissional e formação académica.

 

A informação -- que pode ser disponibilizada através de um pequeno vídeo pessoal - fica acessível a todos os que procuram os serviços de um docente: empresas e famílias.

 

A ideia partiu de Marco Rodrigues, um professor com formação na área das Belas Artes, que entrou para a docência em 2008 e que, cansado da instabilidade profissional, decidiu lançar uma plataforma alternativa para quem não consegue trabalhar para o Ministério da Educação e Ciência.

 

"Existem muitas alternativas para os professores e educadores de infância. Existem cursos de aprendizagem e de formação e muitas outras ofertas, porque o Ministério da Educação não é único empregador dos professores", contou à Lusa.

 

Marco Rodrigues acredita que a plataforma www.clickprofessor.pt poderá ser "um grande aliado para os que, agora em setembro, se encontrem novamente em situações de desemprego", uma vez que ali há "anúncios" de professores mas também de empresas que procuram docentes.

 

A plataforma tem ainda uma área destinada a encarregados de educação que também podem procurar, gratuitamente, um explicador para os seus filhos.

 

"Os pais escusam de recorrer aos centros de estudo que, em alguns casos, significa pagar o dobro pelo mesmo serviço. Para os professores também é melhor porque deixa de existir um intermediário", defendeu Marco Rodrigues.

 

Os pais podem ler o currículo dos professores mas também ver o vídeo e entrar em contacto com qualquer um dos professores e explicadores particulares.

 

Lloyd Cole cancela concertos em Portugal

02.09.15, Planeta Cultural

O músico britânico Lloyd Cole cancelou os concertos que tinha agendado este mês em Braga e em Lisboa com músicos portugueses, alegando que não conseguiu preparar o espetáculo planeado, revelou o Teatro Maria Matos.

 

Lloyd Cole iria interpretar temas eletrónicos, feitos com sintetizadores modulares, em Berlim, com Hans-Joachim Roedelius, e em Portugal, com músicos portugueses. No dia 16 estaria no GNRation, em Braga, com Miguel Pedro e António Rafael, e no dia 22 no Maria Matos, em Lisboa, com André Gonçalves, Nuno Moita e Luís Desirat.

 

"Têm existido problemas técnicos, muitos, mas a raiz do problema é interna e de processo mental", afirma Lloyd Cole num comunicado enviado pelo teatro municipal, explicando que a preparação do espetáculo estava a demorar mais tempo do que o previsto.

 

"No final, fui incapaz de traduzir este processo num espetáculo ao vivo que pudesse levar em digressão, com múltiplas peças consecutivas de sintetizadores, como tinha originalmente planeado", explicou.

 

Lloyd Cole tem 54 anos e é um dos nomes do indie pop britânico, que ficou conhecido sobretudo nos anos 1980 com os The Commotions. Depois do fim da banda, em 1989, o músico seguiu uma carreira a solo, entre canções elétricas e acústicas, sem esquecer a discografia antiga.

 

Agora, apresentaria uma faceta menos conhecida, a da composição de música eletrónica, que mantém também desde a década de 1980, quando comprou o primeiro de vários sintetizadores.

 

Em entrevista esta semana ao jornal britânico Guardian, Lloyd Cole lamentava-se de ter vendido todos os sintetizadores quando os computadores se impuseram no trabalho de estúdio, e que por isso estava a construir um sintetizador modular, a pensar nos concertos em Berlim e em Portugal.

 

Atualmente a viver nos Estados Unidos, Lloyd Cole editou o último álbum, "Standards", em 2013.

 

Este ano foi também feita uma edição completa do trabalho com The Commotions, intitulada "Commotions Collected Recordings 1983-1989".

 

Algarve é o melhor lugar do mundo para gozar a reforma

02.09.15, Planeta Cultural

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O Algarve foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, o melhor lugar do mundo para gozar a reforma. A opinião é do site norte-americano "Life and Invest Overseas", que se dedica a ajudar os reformados a expandir os seus horizontes e a transformar esta que é uma nova fase das suas vidas numa "grande aventura". 

 
De acordo com Kathleen Peddicord, fundadora do site, o Algarve, onde residem, atualmente, mais de 100.000 aposentados estrangeiros, "é o melhor lugar do mundo para a reforma". "A região mais a Sul de Portugal oferece o melhor da Europa, desde vilas medievais e piscatórias a mercados ao ar livre, vinhos e algumas das melhores praias" do Velho Continente", destaca a norte-americana. 

 
Na opinião de Peddicord, uma das principais razões para escolher o Algarve prende-se, desde logo, com a meteorologia: esta região portuguesa sobressai pelo "ótimo clima", com 3.300 horas de luz solar por ano, ou seja, com mais dias de Sol do que qualquer outra parte da Europa.

 
Além das "extensas praias de areia branca", com os seus penhascos e lagoas, muitas delas merecedoras de Bandeira Azul, o Algarve dispõe de "42 campos de golfe espalhados por menos de 160 quilómetros e é, geralmente, reconhecido como um destino de topo a nível europeu e mundial" pelos amantes deste desporto, realça Peddicord.

 
Às mais-valias do Algarve junta-se a qualidade dos cuidados de saúde universais e do chamado "turismo médico", que se encontra em crescimento, bem como o custo de vida: um dos mais baixos da Europa Ocidental e, em média, 30% inferior ao de qualquer outro país europeu, explica a norte-americana.

 
"Um casal reformado pode viver [no Algarve] confortavelmente com cerca de 1.300 euros por mês", assegura Peddicord, que sublinha, ainda, o facto de o inglês ser uma língua amplamente falada tanto no Algarve, como em todo o país, graças aos fortes laços históricos e culturais com o Reino Unido, o que contribui para o estatuto de destino ideal para os reformados norte-americanos.