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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Morreu o ator Kyle Jean-Baptiste

30.08.15, Planeta Cultural

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O ator norte-americano Kyle Jean-Baptiste, de 21 anos, morreu esta sexta-feira, dia 28, na sequência de uma queda. De acordo com o portal Hollywood Reporter, o ator caiu da escada de incêndio em casa da mãe.
Kyle Jean-Baptiste tornou-se conhecido por ser o mais jovem ator e o primeiro afro-americano a vestir a pele de Jean Valjean no espetáculo Os Miseráveis, do francês Victor Hugo, na Broadway. “Toda a família OS MISERÁVEIS está em choque e devastada com a súbita e trágica morte de Kyle, um incrível talento jovem e uma pessoa fantástica que fez magia – e história – na sua estreia na Broadway. Enviamos as nossas condolências à sua família e pedimos que respeitem a sua privacidade neste momento extremamente difícil”, pode ler-se no comunicado pela produção do espetáculo.

 

 

Para visitar a fonte da informação, clique aqui

Movimento quer que Mutilação Genital Feminina volte a ser permitida na Guiné-Bissau

30.08.15, Planeta Cultural

Um álbum de fotografias está em cima da mesa e não se deve abrir. "Essas imagens impressionam e já puseram muitas 'fanatecas' a chorar", conta Fatumata Baldé.

 

As "fanatecas" são as mulheres que fazem a excisão a outras mulheres. O álbum mostra os ferimentos e malformações que surgem mais tarde às que foram sujeitas à Mutilação Genital Feminina (MGF) e aos seus filhos.

 

Quando ainda alguém tem dúvidas sobre os males provocados pela MGF, "logo desaparecem ao ver estas fotografias", descreve.

 

Fatumata lidera o Comité Nacional para o Abandono das Práticas Nefastas na Guiné-Bissau que tem levado "fanatecas" de todo o país a abandonar a atividade.

 

A Assembleia Nacional Popular (ANP) guineense aprovou em 2011 uma lei que proíbe a excisão, mas agora há um movimento liderado por um punhado de homens que quer abolir essa legislação.

 

Para o efeito, este grupo já entregou um abaixo-assinado no parlamento, em que dizem reunir 12 mil subscritores que querem que a MGF volte a ser uma prática livre.

 

Porquê? Iaia Rachido, 64 anos, acredita que a excisão "não faz mal a ninguém". E se lhe pedissem para cortar nele próprio? Diz que "não", que não deixava. "Mas nas mulheres também não se corta tudo: cortam um pouco, como o profeta ensinou".

 

Para este homem, que dirige uma mesquita em Bissau e é filho de um "sábio" muçulmano, a mutilação é um corte com medida divina -- e quando confrontado com ferimentos, casos de morte provocada pela excisão ou com a interpretação do Corão (livro sagrado muçulmano) livre do corte, diz que tudo isso "não corresponde à realidade".

 

Desvaloriza também as cartas e convenções internacionais (das Nações Unidas e suas agências, como a Organização Mundial de Saúde, entre outras entidades) que condenam a prática.

 

 

Cão do barrocal algarvio quer ser reconhecido como raça portuguesa

30.08.15, Planeta Cultural

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 Há pouco mais de 10 anos existiam pouco mais de 20 exemplares do cão do barrocal algarvio, espécie que correu sérios riscos de extinção. Agora, existem cerca de 1500 e a raça está próximo de ser reconhecida como raça portuguesa.

Nesse sentido, este sábado, em Faro, realizou-se o primeiro concurso oficial, que contou com a colaboração do Clube Português de Canicultura (CPC).

«Estava em vias de desaparecer e tentámos recuperá-lo e corrigir alguns cruzamentos», lembra José Afonso, vice-presidente da Associação dos Criadores do Cão do Barrocal Algarvio, que, com Rogério Teixeira, o presidente, dinamizaram a associação:

«Há cerca de 15 anos investigámos o cão e com alguns criadores decidimos avançar.»

«No início houve quem colocasse algumas reticências, mas continuamos a fazer o nosso trabalho, porque o cão era diferente de todos os outros», complementa Rogério Teixeira.

«Fizemos um reconhecimento pela região, e comprámos exemplares, começando a criação. Chegámos depois ao CPC, que nos apoiou, nomeadamente com a oferta de chips. Já está reconhecido provisoriamente como cão de raça portuguesa, esperamos que o seja em definitivo, em 2016», acrescentou.

Carla Molinari, presidente do Clube Português de Canicultura, apoia:

«Temos observado esta raça nos últimos anos e tem um núcleo de cães bastante definido. Embora ainda não esteja oficializado, já elaboramos o estalão da raça, e estamos aqui para vermos a homogeneidade do núcleo.»

Em fisionomia, o cão do barrocal algarvio é parecido com o podengo, mas é bastante diferente no comportamento.

«Há quem o confunda, mas não têm o mesmo ADN. A maneira de caçar é diferente», vincou José Afonso.