Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Do ponto G ao orgasmo múltiplo

29.06.15, Planeta Cultural

O escritor americano J. D. Salinger afirmou, certa vez, que "o corpo de uma mulher é como um violino: é preciso um músico fantástico para tocá-lo direito".

 

Acariciada da maneira correta, uma mulher pode ser transportada a um êxtase tão incrível que, por alguns segundos, o resto do mundo deixa de existir. Mas basta um errinho para que a dor, a frustração ou uma sensação de vazio tomem conta.

 

É uma experiência altamente contrastante com aquela vivida pelo homem. Desde que ele consiga uma ereção, alguns minutos de estimulação vigorosa geralmente resultam na ejaculação.

 

Por que o orgasmo é tão prazeroso? Como as mulheres sentem o orgasmo múltiplo? E o famoso ponto G existe mesmo? Esses são alguns dos mais antigos mistérios da medicina.

 

"Conseguimos ir até a Lua, mas não sabemos o suficiente sobre nossos próprios corpos", afirma o professor de sexologia Emmanuele Jannini, da Universidade de Roma Tor Vergata e um dos cientistas que dedicam sua carreira a tentar explicar esses mistérios.

 

Nos últimos anos, a comunidade científica vem acompanhando uma enxurrada de estudos feitos por esses "mestres" do sexo, e finalmente as respostas estão surgindo.

 

Transando em nome da Ciência

 
Região cerebral que processa prazer pode ser ativada por drogas e certos alimentos


Talvez a maior habilidade desses cientistas tenha sido convencer algumas mulheres a deixar suas inibições de lado e se masturbarem – ou até transarem – em nome da Ciência, incluindo experiências em inusitado aparelho de ressonância magnética.

 

Um dos líderes dessas pesquisas é o psicólogo Barry Komisaruk, da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, que queria avaliar se as diferenças cerebrais poderiam explicar por que homens e mulheres vivenciam o sexo de maneira distinta.

 

A conclusão é que, apesar das diferenças, homens e mulheres apresentam praticamente a mesma atividade neural durante o orgasmo. "As semelhanças são bem maiores do que as diferenças", afirma Komisaruk. "O que observamos é uma ativação completa do cérebro, com todos os sistemas funcionando ao mesmo tempo".

 

Mas se a floresta inteira está em chamas, é difícil identificar as pequenas fogueiras que estavam ali no início. Os cientistas, pelo menos, conseguiram encontrar uma delas: o núcleo accumbens, uma região do cérebro que lida com o prazer e a recompensa através da liberação de um neurotransmissor chamado dopamina.

 

 

Explicação para o orgasmo múltiplo?

 


 

 

 

Helicóptero da Proteção Civil cai mas piloto sobrevive

29.06.15, Planeta Cultural
Um helicóptero da Proteção Civil caiu ao início da tarde em Lamoso, no concelho de Paços de Ferreira, quando participava no combate a um incêndio naquela localidade. O piloto sobreviveu à queda e está a receber assistência.

O piloto é o único ferido do acidente, tendo sido transportado para o Hospital de S. João, no Porto.
 

O alerta foi dado às 13.25, segundo fonte dos Bombeiros Voluntários de Freamunde.
 
 
 
Para visitar a fonte da informação, clique aqui

Caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes em Moçambique

29.06.15, Planeta Cultural

elefantes.jpg

Um novo estudo da Wildlife Conservation Society, apoiado pelo Governo de Moçambique, revela que os caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes do território daquele país pelo seu marfim nos últimos cinco anos.

 

O declínio da população de elefantes foi de 48%, o que corresponde a uma diminuição de 20.000 para 10.300 animais. “A quebra deve-se à caça cada vez maior destes animais no país”, lê-se no documento da organização internacional, cita o Guardian.

 

As zonas remotas do norte de Moçambique, que incluem a Reserva Nacional de Niassa, foram das mais afectadas e correspondendo a 95% das mortes de elefantes registadas neste período de tempo. A população nesta região passou de 15.400 para apenas 6.100 paquidermes.

 

Novo iPhone já está a ser produzido

29.06.15, Planeta Cultural

O novo 'smartphone' da Apple sente a força com que os utilizadores estão a pressionar no ecrã.

iPhone.jpg

Os fornecedores da Apple já iniciaram a produção dos novos modelos de iPhone, que terão uma função chamada Force Touch, que sente a força com que os utilizadores estão a pressionar no ecrã, segundo a Bloomberg.

 

Os novos equipamentos, com ecrãs de 4,7 e de 5,5 polegadas, como têm actualmente o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus, têm um 'design' exterior semelhante ao já existente, segundo fontes conhecedoras do tema que a Bloomberg não identifica.

 

O volume de produção deverá aumentar já no próximo mês, já com o Force Touch, que foi inicialmente revelado com o Apple Watch e os novos modelos do Mackbook.

 

Esta função ajusta o ecrã à força com que se carrega e é o movimento mais recente da Apple de ficar à frente da Samsung, que vai este ano lançar o novo Galaxy com um ecrã que pode ser visto de lado.