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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Com Kickstarter, "Shenmue 3" não sofrerá pressão de publisher, diz Sony

17.06.15, Planeta Cultural

Demorou 14 anos, mas "Shenmue 3", enfim, foi anunciado.  E de uma forma bastante curiosa, uma vez que Yu Suzuki, idealizador da série, subiu ao palco da conferência da Sony, na E3 2015, para lançar uma campanha de 2 milhões no Kickstarter. Afinal, por que a própria Sony não financia o jogo?

 

Em entrevista ao UOL Jogos, Shawn Layden, presidente e CEO da Sony Computer Entertainment of America, admitiu o formato pouco usual para o anúncio, mas garantiu que pedir dinheiro aos jogadores vai garantir controle total de Suzuki sobre o resultado final: "Não há um publisher ou executivo dizendo a ele [Yu Suzuki] o que fazer".

 

A meta inicial foi atingida em poucas horas e, no momento em que a entrevista com Layden era realizada, beirava os US$ 3 milhões. "Encontrei-o [Suzuki] algumas horas atrás e ele era a pessoa mais feliz do mundo", divertiu-se o executivo, que conhece o produtor desde 2001, quando a Sega deixou o Dreamcast para trás e passou a produzir jogos para o PS2.

 

"Com o tempo, 'Shenmue' se tornou um desses jogos nos quais as pessoas que curtiram a série queriam ver o fim da historia", avalia Layden. "É difícil saber o que os fãs esperam de 'Shenmue 3', mas Suzuki é um fantástico criador de jogos e usar o Kickstarter, honestamente, é um novo jeito de fazer negócios".

 

Mesmo assim, o executivo admite que o modelo de negócios por trás de "Shenmue 3" é um caso único: "Talvez nunca mais façamos algo assim".

 

Com versões para PC e  PlayStation 4, "Shenmue 3" está programado para chegar em dezembro de 2017.

 

Volkswagen prepara revolução na estrutura da empresa

17.06.15, Planeta Cultural

A saída de Ferdinand Piëch deixou ao CEO Martin Winterkorn a tarefa de acelerar mudanças na organização da maior fabricante automóvel europeia.


O grupo automóvel Volkswagen prepara-se para uma reviravolta na sua estrutura corporativa. A intenção foi comunicada esta quarta-feira, 17 de Junho, pelo CEO Martin Winterkorn aos funcionários.

 

"A Volkswagen tem de se tornar mais rápida, flexível e ágil", afirmou, citado pela Reuters. O caminho para o grupo alemão poderá passar pela delegação de mais responsabilidade às doze marcas do grupo e aos centros regionais.

 

O modelo rasga com o sistema centralizado que o ex-presidente Ferdinand Piëch procurou cultivar. O mesmo acabou por abandonar a Volkswagen em Abril deste ano depois do episódio que ficou conhecido como "crise de liderança". Piëch afirmou publicamente duvidar das capacidades de Winterkorn em desenvolver a empresa. A maioria dos accionistas discordou da posição.

 

Já no início desta semana, a Reuters noticiava que a maior fabricante automóvel europeia seria dividida em quatro sociedades gestoras: uma divisão para carros, uma divisão para camiões e outras duas divisões para marcas "premium".

 

 

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