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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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A NASA paga-lhe se tiver ideias sobre como manter os humanos em Marte

07.05.15, Planeta Cultural

Pode ser você ou alguém lá de casa a avançar com a ideia. O que a Agência Espacial Norte-Americana quer saber são métodos que ajudariam na permanência de humanos no planeta vermelho.

Enviar humanos para Marte é um plano em todo a linha exigente: não só pelo desafio tecnológico, como pelo desafio psicológico e também social. Mas há muito mais que precisa de ser prevenido: por exemplo, não basta enviar astronautas para o planeta vermelho, é preciso tornar toda a missão sustentável.

E mesmo tendo alguns dos mais relevantes investigadores de todo o mundo a trabalhar consigo neste objetivo, a NASA sabe que por vezes as melhores ideias surgem de onde menos se espera.

A agência está por isso a lançar o desafio: quem tiver ideias que as partilhe e receberá o devido pagamento. A NASA tem 15 mil euros para as três melhores sugestões, sendo que o valor é dividido em partes iguais pelos distinguidos.

As ideias podem dizer respeito a várias áreas: abrigo, alimentação, oxigénio, comunicações, exercício, medicina e outras que sejam relevantes para a “sobrevivência” de humanos em Marte.

Para escolher as melhores ideias a NASA vai ter em conta a sua possibilidade técnica, a sustentabilidade económica e aquelas que garantirem a menor dependência possível com o planeta Terra. Pois tal como a organização norte-americana questiona: o que é preciso para transportar algo durante 225 milhões de quilómetros?

No comunicado onde revela a iniciativa, a NASA “descose-se” também num elemento interessante: o tempo mínimo de espaçço entre missões de reabastecimento deve ser de 500 dias, ou seja, poderá ser enviada uma nave de mantimentos para Marte sensivelmente a cada ano e meio.

Os interessados devem aceder à página oficial e submeter as respetivas ideias.

Recorda-se que a NASA tem planos para levar humanos a Marte naquela que será a próxima grande aventura espacial, sendo que atualmente já existem rovers no planeta a fazer recolha de dados, caso do Curiosity:

 

 

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Lucros da Sonae SGPS duplicam para 20 milhões de euros

07.05.15, Planeta Cultural
Valorização da posição na Nos melhorou resultados trimestrais da “holding” que agrega ainda a distribuição alimentar e especializada, os centros comerciais e as TI do grupo Sonae.
 

A Sonae SGPS – "holding" que agrega activos como os hipermercados Continente, as lojas Worten, a operadora Nos, o jornal Público, os centros comerciais da Sonae Sierra e várias empresas de tecnologias de informação como a WeDo – terminou o primeiro trimestre do ano com o dobro dos resultados líquidos, após interesses minoritários, obtidos um ano antes.

 

Face a 10,12 milhões de euros registados no primeiro trimestre de 2014, a Sonae SGPS lucrou 19,83 milhões um ano depois (mais 95,8%). O resultado antes de impostos, juros, depreciação e amortização (EBITDA) subiu 1%, de 70,72 para 71,42 milhões de euros, com a margem EBITDA a finalizar o trimestre nos 6,3% (face a 6,2% um ano antes).

 

O volume de negócios consolidado pela companhia agora liderada por Paulo Azevedo e Ângelo Paupério (ambos co-CEO), melhorou 1,7%, para 1.146 milhões de euros.

 

O resultado directo, antes de interesses minoritários, regrediu em 30,3%, de 8,17 milhões para 5,69 milhões de euros. Contudo, os lucros foram positivamente impactados pelo crescimento do resultado directo, que aumentou de 2,05 milhões para 15,65 milhões no final do primeiro trimestre do ano.

 

O desempenho, esclarece a administração da Sonae, "é devido, maioritariamente, ao efeito positivo de 'mark to market' [ou avaliação ao valor do mercado]" da participação na Nos. O grupo detém, via Sonaecom, uma participação de 2,14% na Nos (nascida da fusão entre a Zon e a Optimus).

 

Os resultados superam as previsões dos analistas recolhidos pela Reuters  - BESI, BPI, Fidentiis – que estimavam para o período em análise lucros de 18 milhões, em vez do 20 milhões realizados.

 

Segundo o BESI, o efeito positivo da reavaliação da participação da Nos previsto seria de 15 milhões de euros. Contudo, nas contas divulgadas pela Sonae SGPS, o resultado indirecto – que foi impactado pela reavaliação – teve uma variação de 14 milhões de euros face a igual período de 2014.

 

Distribuição alimentar cresce 0,8%

 

Os resultados consolidados hoje apresentados pela Sonae SGPS dão conta que o maior grupo de distribuição português a operar no mercado nacional registou um aumento de 0,8% nas vendas, entre Janeiro e Março de 2015, face a igual período do ano passado, para 793 milhões de euros, no retalho alimentar.

 

A Sonae MC, que opera neste segmento, agrega marcas como os hipermercados Continente, os supermercados Bom Dia e a lojas de proximidade Meu Super (estas desenvolvidas em regime de franchising com operadores locais).

 

No retalho não alimentar especializado, onde actua a Sonae SR (com insígnias como Worten, Zippy e Mo, antiga Modalfa), a "holding" consolidou vendas de 299 milhões de euros, mais 2,5% do que um ano antes, com um crescimento de 1,1% em Portugal e de 5,7% fora de portas.

 

A Sonae IM, que agrega as TI (como a WeDo), mas também a cadeia de retalho de bricolage Maxmat (50%) e a rede de agências de viagens Geostar, o crescimento foi de 8,7%, para 60 milhões de euros.  

 

Recorde-se que os resultados das áreas de telecomunicações, via Sonaecom, e da propriedade e gestão de centros comerciais, via Sonae Sierra, também consolidados pela Sonae SGPS, são apresentados de forma autónoma.

 

 

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