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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Canadense desenvolve creme para remover tatuagens sem dor ou cicatrizes

17.02.15, Planeta Cultural

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Alex Falkenham

 

Muita gente tem vontade de fazer uma tatuagem, mas acha muito difícil escolher um desenho, uma vez que aquilo teoricamente vai acompanhar o indivíduo para o resto da vida. Caso bata o arrependimento, é necessário passar por processos dolorosos e se arriscar a ter uma bela cicatriz feita a laser. Essa história pode mudar em breve caso o estudante canadense Alex Falkenham consiga colocar seu creme removedor de tatuagens no mercado.

 

Falkenham tem 27 anos e é um doutorando da Universidade de Dalhousie no Canadá. Ele está fazendo testes com seu creme em porcos tatuados, mas ainda não passou para a fase de testes com humanos. Por isso, não é possível ter uma estimativa exata de quanto tempo será necessário usar o tal creme para se livrar daqueles desenhos malfeitos que você deixou seu amigo amador fazer na sua pele.

 

Como funciona

 

Quando você está sendo tatuado, seu corpo encara a tinta como um elemento intruso que deve ser atacado. Por isso, os macrófagos correm até a área atingida para "comer" a tinta e fazer o corpo eliminar a substância estranha. Acontece que, com o tempo, esses macrófagos “morrem afogados” na tinta e param de agir ali ou continuam o trabalho com muita lentidão. É por isso que toda tatuagem vai perdendo a cor com o tempo, mas ainda assim dura muito.

O que o creme de Falkenham faz é estimular os macrófagos ativos do corpo da pessoa tatuada a comer os macrófagos afogados em tinta. Com isso, o processo de eliminação da tatuagem retoma o ritmo original e permanece constante enquanto você utilizar o creme de forma localizada.

 

 

 

OPA do La Caixa garante maior subida de sempre às acções do BPI

17.02.15, Planeta Cultural

O banco liderado por Fernando Ulrich somou 27,04% para 1,325 euros, o valor mais elevado desde o passado mês de Dezembro. Este desempenho positivo sem precedentes das acções do BPI é justificado pelo anúncio de uma OPA por parte do CaixaBank (La Caixa).    

 

A instituição espanhola é o maior accionista do banco liderado por Fernando Ulrich, detendo uma posição de 44,29%. O CaixaBank oferece 1,329 euros por cada acção, um prémio de 27% face à cotação desta segunda-feira (1,043 euros). Com a forte valorização desta terça-feira, o banco ficou muito perto do valor oferecido na OPA.