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Mais de 26 mil docentes candidataram-se a um lugar nos quadros

Quarta-feira, 02.07.14

O Ministério da Educação abriu 1.954 lugares nos quadros das escolas. As listas provisórias, agora publicadas, revelam que se candidataram 26.573 docentes. Ao concurso de contratação inicial concorreram 39.273 docentes

 

Para cada vaga aberta nos quadros, neste concurso externo de vinculação extraordinária, houve 13 candidatos. Esta conta rápida vem fortalecer aquela que tem sido a posição dos sindicatos do sector, que desde sempre disseram que o Ministério da Educação tinha aberto poucas vagas para integrar professores nos quadros.

 

A este concurso, aberto pelo Ministério de Nuno Crato no seguimento de uma exigência da Comissão Europeia, podiam candidatar-se docentes que tenham exercido funções em estabelecimentos públicos, em pelo menos 365 dias, nos três anos lectivos anteriores ao da data de abertura do concurso, em regime de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo e a obtenção de um mínimo de Bom na avaliação de desempenho docente naquele período.

 

Como cada candidato podia concorrer a mais do que um grupo de recrutamento e a diferentes quadros de zona pedagógica, ao todo chegaram ao Ministério da Educação perto de 136 mil candidaturas, de acordo com o comunicado enviado neste final de tarde às redacções.

 

Em Janeiro, o ministro da Educação, Nuno Crato, já tinha anunciado a abertura de um concurso para vinculação extraordinária de cerca de dois mil professores, no sentido de dar seguimento a uma exigência da Comissão Europeia. Mas assim que foi publicado o diploma com a fixação do número exacto de vagas (1.954) e distribuição em termos geográficos e de disciplinas não tardaram críticas. Professores criticaram as poucas vagas abertas face ao número de professores que andam há anos a renovar contratos nas escolas e estão em condições de passar para os quadros, bem como a concentração em determinadas zonas e disciplinas e as desigualdades que se podem vir a criar.

 

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, explicou na altura que o número de vagas abertas tinha em conta as projecções para as aposentações de docentes até 2020, as rescisões, os professores em mobilidade estatutária e as projecções demográficas. "O que estamos a fazer é garantir que os professores que acedem a um vínculo com o MEC, acedem a lugares que efectivamente representam necessidades, e, como tal, não ficarem sem a possibilidade de formação de horário com componente lectiva", acrescentou, citado pela Lusa.

 

Um grupo de mais de 150 docentes chegou mesmo a entregar uma providência cautelar no Tribunal Administrativo do Porto para suspender o concurso. O objectivo passava por garantir que os professores dos quadros (que até gostariam de se aproximar de casa) não sejam ultrapassados por docentes até aqui a contrato e até mais jovens.

 

O secretário de Estado explicou que, tal como está previsto, os docentes contratados que este ano venham a conseguir entrar nos quadros terão obrigatoriamente que concorrer ao concurso de mobilidade geográfica previsto para 2015, onde o lugar que ocuparam será colocado a concurso, podendo vir a ser ocupado por um professor dos quadros com maior antiguidade, se este manifestar interesse em ocupar a vaga.

 

Com este concurso o Ministério de Nuno Crato terá vinculado em 1 de Setembro de 2014, 2.600 docentes aos quadros. No próximo ano será ainda introduzida uma norma travão de acesso semiautomático aos quadros para professores com cinco anos de serviço docente sucessivos, com horários anuais e completos.

 

Quase 40 mil tentam contrato anual

 

A par deste concurso, o Ministério abriu ainda o concurso anual de contratação inicial e reserva de recrutamento para o ano de 2014/2015. A este candidataram-se 39.273 docentes, num total de mais de 58 mil candidaturas.

 

O período de reclamação inicia-se amanhã, 3 de Julho, e prolonga-se por cinco dias úteis, até às 18h00 horas, de Portugal Continental, do dia 9 de Julho de 2014. 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:34

Emboscadas no centro de Moçambique

Terça-feira, 01.07.14

Três ataques a colunas de viaturas, escoltadas pelo Exército, no troço Muxúnguè-Save, Sofala, centro de Moçambique, fizeram quatro feridos na segunda-feira e esta terça-feira, disseram à Lusa fontes militares e policiais.

«Na primeira coluna da segunda-feira ficaram feridas duas pessoas, uma terceira pessoa sofreu escoriações na coluna da tarde. Na terça-feira a coluna da tarde foi atacada e resultou num ferido ligeiro», disse à Lusa um militar.

Três das quatro vítimas, disse, sofreram ferimentos durante a «agitação» nos autocarros de passageiro, quando as colunas foram paradas pelos ataques, atribuídos a homens armados da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), maior partido da oposição em Moçambique, que se confronta com o exército há um ano na região.

 

 

 

In' TVI24

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Publicado por Planeta Cultural às 22:02

BPI recomenda "comprar" acções da Jerónimo mas só são atractivas no médio prazo

Terça-feira, 01.07.14

Ainda há incertezas no futuro da dona dos supermercados Pingo Doce, nomeadamente na Polónia, o seu maior mercado. A concorrência e a baixa inflação são os motivos de preocupação. O novo preço-alvo é de 16,05 euros.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:01

Acções da Portugal Telecom caem 4% após atingirem mínimo desde 1996

Terça-feira, 01.07.14

As acções fixaram um mínimo de 18 anos no dia em que dois representantes da Oi na administração da PT renunciaram ao cargo, o que pode "indicar o desconforto gerado pelo investimento" em títulos de dívida do GES.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:59

Reviravolta no BES: acionistas negoceiam alternativa para suceder a Salgado

Terça-feira, 01.07.14

Nova reviravolta no BES, apurou o Expresso: a família Espírito Santo está a negociar com outros acionistas uma alternativa para substituir Ricardo Salgado como presidente executivo. Não é uma nova lista, é a mesma - e Morais Pires já não a lidera. Salgado deixa-o cair. A sucessão pode ser apressada para antes de 31 de julho. Com acordo alargado, o Banco de Portugal levantará menos reservas. Joaquim Goes volta a estar em cima da mesa.

 

Amílcar Morais Pires pode ter perdido as hipóteses de ser o próximo presidente executivo do Banco Espírito Santo. O Expresso sabe que a discussão em torno da lista para os novos administradores foi alargada e que estão a decorrer neste momento negociações com mais acionistas para chegar a um consenso. Incluindo os franceses do Crédit Agricole. Ricardo Salgado é assim obrigado a recuar na sua lista inicial e deixa cair o sucessor que quis impor. A família já não decidirá sozinha a sucessão da liderança do banco.

 

Este é o resultado de quase duas semanas de pressões, silêncios e negociações entre Ricardo Salgado, Carlos Costa e demais acionistas do Banco Espírito Santo. A proposta inicialmente apresentada pela Espírito Santo Financial Group, o maior acionista do BES com 25% do seu capital, previa a promoção de Amílcar Morais Pires, mas o silêncio do Banco de Portugal sobre este nome gerou a perceção de que ele não seria aceite. As ações do BES e da ESFG desvalorizaram entretanto a pique, precisamente por causa desta indefinição. A indefinição pode agora ser ultrapassada se ficar claro que há uma nova lista, que ela é aprovada pela maioria dos acionistas e aceite pelo supervisor. E tudo isso pode acontecer mais depressa do que era suposto.

 

Em perspetiva está a apresentação de uma lista que dispense a espera de um mês durante o qual o banco fique em suspenso. O Código das Sociedades Comerciais prevê que, no caso de um presidente executivo anunciar a sua saída e houver um consenso alargado e representativo dos acionistas em relação ao seu substituto, uma substituição temporária pode ser acelerada, mesmo antes de uma assembleia geral definitiva. Isso retiraria a pressão do mercado sobre as ações e acalmaria os próprios clientes.

 

Mas quem? O nome não está ainda fechado mas Joaquim Goes volta a aparecer como candidato. Goes, 47 anos, é já administrador executivo do banco e reúne consenso quer de Salgado, quer de José Maria Ricciardi. Resta saber se reúne também o consenso dos demais acionistas, incluindo o Crédit Agricole, que está muito agastado com a crise entre os Espírito Santo, de quem é aliado há anos. O envolvimento dos acionistas franceses corresponde ao desejo do Banco de Portugal de envolver o maior número possível de acionistas do banco, além da família. A nova solução significará de qualquer forma sempre a saída de Amílcar Morais Pires do corredor da liderança. E assim Ricardo Salgado perde na definição da sua própria sucessão.

 

O nome de Joaquim Goes como possível sucessor de Ricardo Salgado não surgiu nas primeiras listas de candidatos, que foram sendo publicadas desde novembro, quando a zanga entre os primos Ricciardi e Salgado quebrou a paz no Grupo Espírito Santo. Então, as primeiras listas noticiadas incluíam Ricciardi, Ricardo Abecassis Espírito Santo, Bernardo Abecassis e Morais Pires. Os primeiros três foram "vetados" pelo Banco de Portugal por pertencerem à família, o último acabou por ser a primeira escolha de Salgado (que venceu na ESFG o seu primo Ricciardi, que nunca quis Morais Pires), mas caiu agora. Morais Pires tinha do seu lado o perfil profissional e grande respeito nos mercados financeiros, mas tinha contra ser visto como uma "extensão" de Ricardo Salgado, de quem foi braço direito, além de ser arguido num processo judicial e estar a ser investigado noutro.

 

Joaquim Goes era o "outro" braço direito de Ricardo Salgado e o seu nome só começou a circular como potencial sucessor nos últimos três meses. Ao contrário de Morais Pires, Goes não é hostilizado por Ricciardi. Tanto que Joaquim Goes estava nas duas listas: na que Salgado conseguiu fazer avançar; e na que Ricciardi quis propor.

 

In' Expresso.sapo.pt

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Publicado por Planeta Cultural às 21:53


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