Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]






Comentários recentes

  • Triptofano!

    Realmente no Porão qualquer excitação ficaria auto...

  • Veegam

    Como obter Stellar Lumens gratis!https://steemit.c...

  • Firmino

    deus vê a quem a gente faz bem e depois no fim lev...

  • Planeta Cultural

    O ser humano consegue bem de longe ser pior que os...

  • Maribel Maia

    É com muita pena que leio notícias dessas!





Facebook vai permitir guardar conteúdos

Segunda-feira, 21.07.14

O utilizador vai ser o único a saber qual o conteúdo daquilo que decidiu marcar

 

A rede social Facebook anunciou uma nova função que vai permitir marcar artigos, páginas de Internet ou outros conteúdos que cada utilizador pode acionar para consultar mais tarde.

 

«Todos os dias, as pessoas encontram todo o tipo de coisas interessantes no Facebook que não têm tempo de explorar. A partir de agora vamos poder assinalar e guardar o que encontramos no Facebook para consultarmos mais tarde, quando tivermos tempo», explica Daniel Giambalvo, engenheiro da rede social, numa mensagem publicada na página da empresa.

 

O utilizador vai ser o único a saber qual o conteúdo daquilo que decidiu marcar, a não ser que queira partilhar essa mesma informação.

O Facebook especifica que a função deve estar disponível «nos próximos dias», para «toda a gente» que tenha uma página na rede social e que usa um navegador clássico ou um aparelho móvel.

 

Os utilizadores do Facebook consultam cada vez mais a rede social através de telemóveis e não permanecem, por isso, mais tempo do que se estiverem a aceder à página através de um computador.

 

A nova função deve encorajar, segundo a empresa, os utilizadores a ficarem mais tempo ligados ao Facebook através do telemóvel.

 

 


Para visitar a fonte da informação clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 21:56

959 docentes com aumento salarial e retroactivos desde 2011

Segunda-feira, 21.07.14

Quase 1.000 professores vão ter uma folha salarial com mais dígitos no final de Agosto. O devido reposicionamento destes docentes na tabela salarial dará mais 245 euros a cada um por mês. Além deste aumento, os 959 docentes vão ainda receber os retroactivos desde 2011.

 

"A Direcção-geral de Planeamento e Gestão Financeira iniciou hoje [dia 21 de Julho] o procedimento de reposicionamento no índice remuneratório 272 de cerca de 959 professores. (...) O reajuste será reflectido no recibo de vencimento de Agosto e o reposicionamento tem efeitos desde 2011, sendo pago retroactivamente desde essa altura. O Ministério da Educação e Ciência corrige assim uma irregularidade herdada, repondo a equidade". O comunicado chegou às redacções ao final do dia de segunda-feira, mas o ministério não esclareceu o Negócios sobre o montante que será gasto com esta reposição.

 

Desde 2010 que o Estatuto da Carreira Docente previa a progressão dos docentes com quatro, cinco e seis anos de serviço. Os dois primeiros foram reposicionados logo na altura, mas estes últimos permaneceram no índice 245 até porque com o Orçamento de Estado para 2011 impedia valorizações remuneratórias. Agora, e depois de decisões judiciais favoráveis aos docentes, o Ministério de Crato vai regularizar a situação e o salário destes docentes passará de 2.227 para 2.473 euros. Em Agosto receberão ainda retroactivos desde 2011.

 

A partir de Setembro, será a vez dos professores contratados com horários anuais e completos receberem um aumento salarial. Esta é uma das medidas adoptadas pelo Governo português para responder às exigências da Comissão Europeia.

 

 

 

In' Jornal de Negócios

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 21:51

Diabetes: O fim da picada

Domingo, 20.07.14

A FDA aprovou uma forma de insulina inalável. É a promessa do adeus às injeções diárias para milhões de diabéticos em todo o mundo

 

À terceira foi de vez. O milionário Alfred Mann não desistiu até ver o seu projeto de milhares de milhões de dólares passar no crivo da Food & Drug Administration (FDA), o organismo americano que controla a qualidade dos medicamentos. E, assim, conseguiu a segunda aprovação da história para uma forma de insulina inalável, desta vez para a sua empresa, a MannKind.


Há quase cem anos que o tratamento da diabetes abre o caminho à inovação médica. O mercado é apetecível - são já 347 milhões de doentes, em todo o mundo, e a tendência tem sido de subida. A última grande novidade chegou no final de junho e deixou médicos e, sobretudo, pacientes a sonharem com o fim das picadas diárias. Aplicada num aparelho com a forma de um apito, esta insulina em pó demonstrou a mesma eficácia no controlo dos valores de glicose no sangue, sem efeitos adversos assinaláveis.


Mesmo assim, quem tem boa memória, não esquece o desaire que foi a primeira tentativa de substituição do injetável. Em 2007, um produto também inalável, da Pfizer, seria retirado do mercado porque obrigava à administração de uma dose dez vezes superior, que acabava por ficar retida nos pulmões. Além disso, era demasiado caro e podia trazer complicações respiratórias.


O medo das agulhas


Agora, Mann, um outsider nesta área, apressa-se a dizer que a única semelhança entre um e outro produto é uma mera coincidência. O seu aparelho é muito mais pequeno e a insulina já vai decomposta e pronta a entrar na corrente sanguínea, numa absorção que acontece em apenas 12 minutos. Até o preço - ainda por definir - deverá ser competitivo com o da aplicação por canetas.
"Será menos doloroso e mais prático", admite o médico Luís Gardete Correia, presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP). De qualquer forma, a aprovação é só para adultos e não dispensa a administração de insulina basal - que permanece no sangue durante 24 horas e habitualmente é injetada à noite. "Espera-se que os problemas relativamente à primeira experiência tenham sido resolvidos", nota Gardete Correia.


Em Portugal, deverão ser cerca de 100 mil os diabéticos dependentes da insulina, estima o diretor clínico da APDP, João Filipe Raposo. Para estes doentes, as quatro ou cinco picadas por dia farão parte da sua rotina, para o resto da vida. "Tentamos desmontar o estigma, levar as pessoas a administrarem a insulina em público, sem se esconderem na casa de banho. Mas há muita gente que tem medo de agulhas e continua a sentir vergonha de se picar à vista de outras", admite o médico e investigador.


De qualquer maneira, não vale a pena ir a correr ao médico. Para já, não foi pedida qualquer autorização à Agência Europeia do Medicamento. E, mesmo nos Estados Unidos, ainda há um bom caminho a percorrer. Mann, dono de uma empresa relativamente pequena, tem de encontrar quem lhe compre a ideia e se disponha a fabricar e comercializar o produto. E o preço será sempre determinante. Em Portugal, o Estado só paga 170 bombas de insulina (que permitem a injeção contínua e pré-programada) por ano, para o País todo - e há pelo menos 10 mil doentes candidatos.

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 15:36

Wilson Eduardo no Dínamo de Zagreb

Domingo, 20.07.14

O jogador do Sporting torna-se no sexto português do Dínamo de Zagreb. O clube croata anunciou a contratação.


Wilson Eduardo chega ao Dínamo de Zagreb, da Croácia, por empréstimo do Sporting, podendo o clube croata acionar a opção no final a temporada de 2014/15.

 

O jogador do Sporting junta-se a mais cinco portugueses do plantel do Dínamo: Eduardo, Ivo Pinto, Rúben Lima, Gonçalo Santos e Paulo Machado.

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 15:34

Peritos querem despesas de saúde, educação e casa a valer no máximo 331 euros no IRS

Domingo, 20.07.14

Despesas de saúde, educação e com a habitação a dar direito a um desconto fixo no IRS é a proposta do grupo de peritos. São apresentados três cenários e, na melhor das hipóteses, um adulto pode abater 331 euros por ano.

 

Os membros do grupo de trabalho para a reforma do IRS propõem que as despesas de saúde, educação, formação e habitação passem a ter um montante fixo no IRS e independente das despesas que cada contribuinte possa efectivamente ter. Este valor fixo dependerá da margem que o Governo tiver para acomodar orçamentalmente as propostas, mas chega a um máximo de 330,95 euros por adulto.

 

O relatório com as propostas foi apresentado esta sexta-feira de manhã ao Governo e, em matéria de deduções, apresenta três cenários diferentes.

 

Na melhor das hipóteses, cada sujeito passivo terá direito a um abatimento de 330,95 euros por ano a titulo de despesas com saúde, educação e formação e encargos com imóveis por ano. Cada criança dá direito a um desconto de 321,95 euros e um ascendente a 294,25 euros.

 

Um cenário intermédio aponta para uma dedução de, respectivamente, 301,63 euros, 293,56 euros e 271,92 euros.

 

Num terceiro cenário, os sujeitos passivos têm um desconto de 272,32 euros cada, os filhos 265,37 euros cada e os ascendentes 249,6 euros.

 

Os peritos apresentam três cenários para darem margem ao Governo para conseguirem, por esta via, recuperar alguma receita que será perdida por via da introdução do quociente familiar.

 

Como o Negócios avançou esta semana, os filhos vão passar a contar para a determinação do escalão e da taxa de IRS, tendo um peso de 0,3, e esta medida, só por si, leva a uma perda de receita de 301,6 milhões de euros.

 

Se o Governo quiser ir buscar dinheiro a outro lado, para compensar este novo método de cálculo, poderá faze-lo através das deduções à colecta. No primeiro cenário, as famílias poupariam toda a diminuição da carga fiscal. No último cenário, o Estado não perde dinheiro. Dá com uma mão no quociente familiar e tira nas deduções à colecta fixas.

 

Neste modo, além de passarem a ser fixas, as deduções têm outra diferença fundamental em relação ao modelo actualmente em vigor: são atribuídas individualmente por cada elemento do agregado familiar, e não pelo seu conjunto.

 

1,7 milhões dispensados de declaração

 

A ideia destas deduções fixas, explicou esta manhã Rui Morais, presidente do grupo de fiscalistas a quem o Governo encomendou o trabalho, "é dispensar as famílias que tenham de coleccionar montanhas de papéis que depois nada ou pouco aproveitam em termos de deduções", porque só aproveita

 

"Tem efeitos distorcivos?" Sim, admitiu, mas "tenderemos a limitar o efeito útil que essas deduções possam ter para os mais ricos e beneficiar quem está nas franjas do imposto, que em regra não aproveita nada dessas deduções".

 

Rui Morais assume que a proposta de existência de deduções fixas à colecta poderá "ser polémica", mas garante que, "apesar da aparência em contrário, o facto de as deduções propostas "terem expressão inferior às que hoje são permitidas, isso não significará um agravamento fiscal para a maioria dos contribuintes"

 

Na apresentação do ante-projecto de reforma do IRS, esta sexta-feira no Ministério das Finanças, o fiscalista recordou que com o regime actual, "só aproveitam das deduções à colecta os sujeitos passivos que têm colecta suficiente, porque os que têm rendimentos mais modestos, igual ou abaixo do mínimo de existência, nada aproveitam".

 

"É ilusório olharmos para os valores de dedução que a lei permite e concluirmos que os contribuintes tem uma economia de imposto correspondente", disse.

 

Um exemplo: na saúde, para deduzir os 835 euros permitidos, o agregado familiar teria de ter suportado ao longo do ano 8.385 euros de despesas de saúde. "Quais são os agregados que totalmente aproveitam?", questionou o fiscalista, sublinhando que em 2012, a média da economia por agregado, entre os que pagam impostos, na saúde, educação e habitação foi 90 euros.

 

E o presidente da Comissão de Reforma aponta ainda outros aspectos para justificar a proposta apresentada, nomeadamente que o actual mecanismo de deduções à colecta implica uma grande complexidade declarativa com elevados custos, desde logo a "necessidade do contribuinte de reunir e conservar documentação, deslocação aos serviços para a mostrar quando tal for solicitado". E há também os "bancos e seguradoras que tem de transmitir toda a informação à Autoridade Tributária, bem como o esforço desta no controlo dos valores declarados.

 

Rui Morais assume que a proposta de existência de deduções fixas à colecta poderá "ser polémica", mas garante que, "apesar da aparência em contrário, o facto de as deduções propostas "terem expressão inferior às que hoje são permitidas, isso não significará um agravamento fiscal para a maioria dos contribuintes"

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 15:24

UEFA altera regra da acumulação de amarelos

Sábado, 19.07.14

O organismo europeu anunciou esta quinta-feira uma mudança nas regras de acumulação de amarelos em provas de clubes.

 

A conclusão é simples: a partir da temporada 2014/15 só a expulsão nas meias-finais retirará ao jogador a possibilidade de disputar a final da Liga dos Campeões ou da Liga Europa.

 

Na verdade, a UEFA estende às provas de clubes o regulamento que vigora já nas competições de seleções, ou seja, os cartões amarelos exibidos na fase de grupos expiram após os quartos-de-final, pelo que "não serão, assim, transportado para as meias-finais"», explicou o organismo que dirige o futebol europeu.

 

In' O Jogo

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 22:25

Presidente angolano assina garantia para apoiar Banco Espírito Santo Angola

Sábado, 19.07.14

O semanário Expresso noticia este sábado que o presidente angolano assinou "pela própria mão" a garantia de 5,7 mil milhões de dólares ao Banco Espírito Santo Angola (BESA) que protege o BES, segundo documentos a que o jornal teve acesso.

 

De acordo com o Expresso, a garantia data de 31 de Dezembro de 2013, não está sujeita a condições e consta de um despacho presidencial interno, de José Eduardo dos Santos, em que "é autorizado o ministro das Finanças a emitir uma Garantia Autónoma" até ao valor de 5,7 mil milhões de dólares norte-americanos (cerca de 4,2 mil milhões de euros) a favor do BESA, "que assume a responsabilidade pelo bom e integral cumprimento das operações de crédito executadas".

 

O Expresso refere ainda que a garantia é atribuída considerando que o BESA detém e gere uma carteira de crédito e operações respeitantes a um conjunto de entidades empresariais angolanas, constituído por micro, pequenas e grandes empresas que "correspondem a operações de significativa importância para a implementação dos objectivos do Plano Nacional de Desenvolvimento de Médio Prazo 2013-2017".

 

A execução da garantia, acrescenta o jornal, é entregue ao Ministério das Finanças, sendo que "as dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação deste diploma são resolvidas pelo Presidente da República", noticiando ainda que o despacho foi acompanhado por uma carta oficial do ministro das Finanças, Armando Manuel, ao presidente executivo do BESA, Rui Guerra, em que esclarece que a garantia abrange créditos em dívida e imóveis.

 

A necessidade de um aumento de capital por parte do BES, e no limite a entrada do Estado no capital do banco, está dependente da garantia que o Banco Nacional de Angola deu ao BESA e que tem o aval do Presidente da República.

 

O jornal explica que a exposição directa do BES ao seu banco em Angola atinge os três mil milhões de euros de uma linha de liquidez de curto prazo concedida e que tem sido sucessivamente renovada, mas lembra que ainda é preciso somar as perdas que venham a ocorrer dos 5,7 mil milhões de dólares de créditos em risco e "um forte prejuízo no BESA contagiaria imediatamente as contas do BES", que tem 55,71% do seu capital.

 

A garantia do Estado de Angola assegura que esses créditos serão pagos ao BESA e deverá também cobrir esta linha.

 

Contudo, diz ainda o Expresso, não deverá ser necessário usar o aval se o plano do Banco de Angola e o Banco de Portugal funcionar e que passa por renovar consecutivamente a garantia até a situação financeira melhorar, deixando o BESA de ser a prazo um problema.

 

O BES, segundo o jornal, pode apresentar prejuízos de mil milhões de euros no primeiro semestre e ser obrigado a um reforço de capital de dois mil milhões de euros.

 

 

 

In' Jornal de Negócios

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 22:18

Os melhores antivírus gratuitos

Sexta-feira, 18.07.14

Testámos os 4 principais antivírus gratuitos. Ao contrário da maioria dos pacotes de segurança pagos, que incluem a função antimalwaree uma firewall, além de funcionalidades como anti-spam e controlo parental, os gratuitos só asseguram a função antimalware. Deve combiná-los com uma firewall. A função antimalware permite detetar e eliminar programas maliciosos que entrem em contacto com o PC. Por sua vez, a firewall impede tentativas de intrusão e envio de dados sensíveis, como do cartão de crédito.

 

Todos os anos também testamos pacotes de segurança pagos. O G Data e o Eset são os melhores e dos mais baratos, pelo que conquistam o título de Escolha Acertada. Além de boa proteçãoantimalware (respetivamente, mais de 96% e 93% de deteções online e offline), têm uma firewall eficaz. Antes de comprar, descarregue a versão gratuita, válida por 30 dias.

 

 

Fonte: deco.proteste.pt

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 20:42

Casemiro pode estar a caminho do FC Porto

Sexta-feira, 18.07.14

A radio espanhola Cadena Ser noticia, esta sexta-feira, que o FC Porto garantiu junto do Real Madrid o empréstimo do médio brasileiro Casemiro. 

 

 

Leia mais aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 20:32

S&P: Crise no BES pode afectar "rating" de Portugal se penalizar a economia

Quinta-feira, 17.07.14

A agência S&P, como também a Moody’s, diz que a crise no Banco Espírito Santo, com origem no Grupo, não tem um impacto directo no "rating" da dívida pública. Mas a S&P diz que haverá impacto se este "banco altamente sistémico para a economia de Portugal continuar em dificuldades".

 

Em declarações ao Negócios, a Moody’s e a S&P dizem que a instabilidade no Banco Espírito Santo não irá penalizar o "rating" da dívida pública portuguesa mesmo que seja necessário um recurso aos fundos de recapitalização da banca associados ao programa de ajustamento.

 

"As dificuldades enfrentadas pelo BES não deverão ter um impacto no ‘rating’ de Portugal nem no rácio da dívida pública [face ao PIB] porque o Governo já tem uma ‘almofada’ de 6,4 mil milhões de euros dedicada a recapitalização de bancos", diz Kathrin Muehlbronner, vice-presidente da Moody’s.

 

Marko Mrsnik, analista da S&P que acompanha Portugal, diz que "como estes fundos já integram a dívida pública de Portugal, não deverá haver um impacto directo no actual ‘rating’", caso venha a existir recapitalização por parte do Estado. Uma recapitalização que a S&P diz que "será concedida, caso seja necessário".

 

"No entanto", diz a S&P, "as implicações últimas para o ‘rating’ dependerão do impacto para as perspectivas de crescimento económico das dificuldades que este banco – altamente sistémico – está a viver".

 

A Moody’s também salienta a "importância do desempenho das exportações, algo de que depende em grande medida a retoma em Portugal". Mas acredita que "a actividade económica não será afectada pelas actuais incertezas relacionadas com o sistema financeiro".

 

A Moody’s tem um "rating" Ba2 para Portugal, o que na sua escala se situa dois níveis abaixo de "lixo". Já a S&P tem, neste momento, a notação de Portugal em BB, o que significaria que teria de subir dois níveis para deixar de ser considerado "investimento especulativo" (vulgo, "lixo").

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 19:45


Pesquisar

 


subscrever feeds


Contacto

planetacultural@sapo.pt

Comunicado aos nossos leitores

1- Planeta Cultural é um Blog que tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular nas páginas da Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de Comunicação Social, que nem sempre será viável citar ou referenciar. Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo, o favor de me contactar via e-mail (constante no meu perfil público), na sequência de que procederei à sua imediata remoção.

2 - Os comentários expressos neste "Blog", vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste sítio, "Blog", pelo que, publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo. Reserva-me também o direito de eliminar qualquer comentário que possa considerar difamatório, ofensivo, calunioso ou prejudicial a terceiros, bem como textos de carácter promocional que também poderão ser excluídos.

Atenciosamente;

---------------------------------R. C.
-------------Administrador do Planeta Cultural

Pág. 2/4