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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Veja os países e horários em que Titanfall estará disponível para download

10.03.14, Planeta Cultural

Se você não quiser esperar os 17 dias de atraso que marcam a chegada de Titanfall em terras tupiniquins, prevista para 27/03 e por R$ 250 na versão de Xbox One, a compra digital certamente será sua escolha. E quando é que o game poderá ser baixado na Xbox LIVE Marketplace dos diversos países em que o serviço está disponível (inclusive o Brasil)?

Os horários foram divulgados no site oficial do game. Convém lembrar que é possível alterar a região do Xbox One a qualquer momento e ter acesso às lojas virtuais de qualquer local em que a rede funcione. Ainda não se sabe o preço que Titanfall cobrará na LIVE brasileira.

Confira os países e horários em que você poderá baixar seu Titanfall. O horário do Brasil corresponde ao fuso de Brasília, já os outros são horários locais e precisam ser convertidos caso você deseje comprar numa região diferente estando aqui:

  •         Estados Unidos: 11/03/2014 – 00h00 PDT
  •         Canadá: 11/03/2014 – 00h00 PDT
  •         México: 11/03/2014 – 00h00 PST
  •         Brasil: 11/03/2014 – 4h00 BRT
  •         Áustria: 13/03/2014 – 00h00 CET
  •         França: 13/03/2014 – 00h00 CET
  •         Alemanha: 13/03/2014 – 00h00 CET
  •         Irlanda: 14/03/2014 – 00h00 GMT
  •         Itália: 13/03/2014 – 00h00 CET
  •         Espanha: 13/03/2014 – 00h00
  •         Reino Unido: 14/03/2014 – 00h00 GMT
  •         Austrália: 13/03/2014 – 00h00 EDT
  •         Nova Zelândia: 14/03/2014 – 00h000 NZDT

Outro lembrete: a versão para Xbox 360 será lançada apenas no dia 25/03.

 

 


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Principais índices bolsistas dos EUA fecharam em queda

10.03.14, Planeta Cultural
Os principais índices bolsistas dos EUA fecharam a sessão em queda, penalizados pela divulgação de que as exportações chinesas caíram, inesperadamente.

O Dow Jones caiu 0,21% para 16.418,68 pontos e o S&P500 cedeu 0,04% para 1.877,33 pontos. Já o Nasdaq cedeu 0,04% para 4.334,449 pontos.

 

As exportações chinesas registaram a maior quebra desde 2009, em Fevereiro, o que aumenta os receios em torno do crescimento económico chinês. O objectivo do Governo liderado por Li Keqiang é terminar este ano com uma expansão da economia de 7,5%.

 

As exportações chinesas caíram 18,1%, no mês passado, num período em que os economistas consultados pela Bloomberg estimavam um aumento médio de 7,5%.

 

Este indicador económico está a aumentar os receios em torno da China e da capacidade de crescimento desta economia, o que está a afectar a confiança dos investidores.

 

“Estamos apenas a ver o que vai acontecer no estrangeiro com a situação geopolítica”, afirmou à Bloomberg, Stephen Carl, da Capital Group, referindo-se à crise na Ucrânia.

 

A acção em destaque esta segunda-feira, 10 de Março, foi a Chiquita Brands, cujas acções avançaram 10,7% para 12 dólares, depois de ter anunciado que chegou a acordo para comprar a irlandesa Fyffes, num negócio que avalia esta última cotada em 526 milhões de dólares.

 

 

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Belmiro de Azevedo: "Só sou exigente para os mandriões

10.03.14, Planeta Cultural

O "chairman" da Sonae aconselhou as empresas e os trabalhadores portugueses a apostar na "formação permanente", a não perderem os "comboios da inovação" e avisou que "trabalhar não mata, estar quieto é que provoca obesidade".

 

Aos 76 anos, Belmiro de Azevedo recusa juntar-se "ao grupo de anciões" e admite o "vício" de trabalhar. "Às vezes dizem que sou exigente, mas só sou exigente para os mandriões. Se todos fizerem o que devem fazer não temos problemas", disse esta segunda-feira, 10 de Março, o empresário nortenho durante a conferência de lançamento do Prémio Caixa Empreender, no Porto.

 

Após receber o Prémio Inspiração, atribuído numa iniciativa conjunta do Negócios e da Caixa Geral de Depósitos "em reconhecimento de uma longa carreira de empreendedorismo, de reconhecido mérito e sucesso sustentado", o histórico líder da Sonae referiu que, quem quiser trabalhar na empresa, "tem que continuar a estudar, tem que ter disponibilidade e não arranjar desculpas para não estar no trabalho".

 

"Tem que haver uma postura de longo prazo, 'long living'. A empresa já fez 50 anos há uns anos, eu também já fiz 50 anos a trabalhar e continuo a levantar-me todos os dias às 5h30 da manhã e chego a casa às 20h. Há quem diga que devia ir para casa mais cedo, mas ao final da tarde dedico-me mais a ler coisas e menos a massacrar alguém. Só bati duas vezes na minha vida e foram no liceu. E também levei", gracejou Belmiro de Azevedo.

 

O empresário nortenho acrescentou que actualmente é "igual a qualquer um dos funcionários" da empresa e às "críticas" de quem aponta "exagero" à cultura da empresa detentora, entre outros, dos hipermercados Continente, respondeu que "trabalhar não mata, estar quieto é que provoca obesidade".

 

Na sessão de abertura da primeira conferência Prémio Caixa Empreender, que irá passar nas próximas semanas por várias cidades portuguesas, o presidente do banco público, José de Matos, elogiou Belmiro de Azevedo por ter "inspirado gerações de empresários portugueses". Também Paulo Fernandes, presidente da Cofina (proprietária do Negócios) apontou que o premiado "corporiza o espírito do empreendedor, inspirou e formou gerações de outros gestores e empreendedores" e "foi mentor de muitos deles".

 

"Não pode faltar dinheiro na economia"

 

Perante uma plateia que ao final da tarde preencheu o auditório do Instituto Superior de Engenharia do Porto, Belmiro de Azevedo recordou os tempos passados em que "para se melhorar a produtividade criavam-se empresas internas para fazer contabilidade e coisas desse género", para avisar os empresários e gestores portugueses que "toda a produtividade que se ganha com a criação dos serviços em casa acaba por ser um ninho de desperdícios".

 

Quanto aos pontos-chave para o sucesso empresarial, o engenheiro apontou a "mobilidade, formação permanente e agressividade em termos de inovação porque hoje em dia quem não apanhar um dos comboios da inovação fica fora de combate". Ainda que, reconheceu, "nem sempre é fácil manter uma pedalada forte, sobretudo na área industrial" num presente em que o financiamento às empresas ainda não é um problema completamente resolvido.

 

Exemplificando que "uma prensa moderna [para a área industrial] custa mais do que um Boeing, é um investimento pesado, difícil de substituir e que tem um payback muito longo", Belmiro de Azevedo deixou ainda uma "pequena reclamação aos banqueiros". "Concordo que o Estado português nas condições actuais tem de ter alguma prioridade nos investimentos porque o Estado central não pode falir (...). Mas onde não pode faltar dinheiro é na economia, sobretudo nos sectores primário e secundário. Aí está a origem da riqueza", concluiu o "chairman" da Sonae.

 

 

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