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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Angola e Moçambique prometem acabar com tráfico ilegal de rinoceronte, tigre e elefante

15.02.14, Planeta Cultural

 

Um grupo de países, entre os quais Angola e Moçambique, acordaram hoje em Londres tomar medidas práticas para tentar acabar com o tráfico ilegal de chifres de rinoceronte, partes do tigre e presas de elefante.

A declaração que resultou da Convenção para o Comércio Internacional de Espécies em Perigo de Fauna e Flora Selvagem reitera a atual proibição de comércio de marfim de elefante, o repúdio de produtos de espécies amaçadas de extinção e legislar para que a caça e tráfico de animais selvagens sejam considerados crimes graves.

Estima-se que o tráfico ilegal daqueles produtos gerem proveitos aos criminosos no valor de 19 mil milhões de dólares (14 mil milhões de euros) todos os anos, além dos prejuízos que provoca em termos de atividade económica de países em desenvolvimento.

Os cerca de 40 países presentes pretendem também reforçar a coordenação entre fronteiras, apoiar as redes regionais de proteção da vida selvagem e estudar as relações entre crimes relacionados com animais selvagens com a corrupção e o terrorismo.

A Conferência durou dois dias e acolheu a presença dos príncipes Carlos, William e Harry, herdeiros da coroa britânica, bem como representantes de países como Botsuana, Chade, Gabão, Etiópia, Indonésia, Tanzânia, Vietname, EUA e Rússia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, considerou a atual situação uma "crise sem precedentes" que ultrapassa a questão ambiental.

"Esta é agora uma indústria criminal global, que se comparada ao tráfico de drogas, armas e pessoas. Contribui para a corrupção e insegurança, prejudica os esforços para combater a pobreza e promover o desenvolvimento sustentável, principalmente nos países africanos", disse.

O Botsuana anunciou a intenção de organizar, no próximo ano, uma conferência para analisar o progresso dos compromissos feitos em Londres.

 

 

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Azeite reduz risco de problemas de circulação

15.02.14, Planeta Cultural

Um estudo agora publicado no 'Journal of the American Medical Association' revela que uma dieta mediterrânea à base de azeite ajuda a reduzir em mais de 65% os problemas de circulação arterial. As novas conclusões vêm, assim, dar a conhecer novos benefícios deste tipo de alimentação para a saúde.  

 

Entre os efeitos anteriormente conhecidos, sabia-se que a dieta mediterrânea, rica em azeite, ajuda a prevenir problemas cardiovasculares e a diabetes. Agora, o novo estudo aponta para uma redução em mais de metade do risco de enfarte do miocárdio, problemas circulatórios e também de acidentes vasculares cerebrais.  
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O mesmo foi feito com base nos hábitos alimentares de uma amostra de cerca de 7.500 cidadãos espanhóis e tem vindo a decorrer desde 2003, pelo nome 'PREDIMED'. Os homens participantes apresentavam idades entre os 55 e os 80 anos, enquanto que as mulheres iam desde os 60 aos 80 anos de idade. Nenhum possuía diagnóstico de problemas cardíacos, mas apresentavam risco 3.  
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Os mesmos foram divididos em três grupos: um incumbido de cumprir uma dieta mediterrânea rica em azeite extra virgem, outro uma dieta rica em frutos secos e um último, de controle, cujo regime alimentar era baixo em gorduras, quer vegetais, quer animais. 
 
"Verificámos que houve uma redução de 66% dos casos de má circulação entre as pessoas que seguiram uma dieta tipicamente mediterrânea, ou seja, que consumiram uma maior quantidade de azeite", afirma Martínez-González, líder da investigação e professor de Medicina Preventiva da Universidade de Navarra, em Pamplona.  
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As doenças causadas por má circulação tendem a afetar cerca de 5% da população mundial com idade superior a 50 anos, nomeadamente fumadores, diabéticos ou pessoas com problemas de tensão ou colesterol.
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Adolescente mata animal de estimação da família para se vingar de padrasto

15.02.14, Planeta Cultural

Motivado por vingança, um adolescente feriu com uma foice a cachorrinha de estimação de seu padrasto, que mora no Sítio Quati, zona rural de Arapiraca.

 

De acordo com a polícia, o menor, de 16 anos, teria discutido com o ex-marido de sua mãe, Margarida Ferreira Lima, de 40 anos, e logo depois utilizado a arma branca para ferir o cão, que pertencia ao padrasto.

 

O garoto prestou esclarecimentos da Central de Flagrantes do Agreste e foi liberado logo em seguida.  Ele foi autuado por maus tratos contra animais.  A Polícia Militar não informou se a cadela sobreviveu.

 

 

In' tnh1.ne10.uol.com.br