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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Tio do líder da Coreia do Norte foi comido vivo por cães?

04.01.14, Planeta Cultural

Um jornal chinês escreve que o tio de Kim Jong-un, até há pouco tempo considerado o número dois do regime norte-coreano e condenado por corrupção, jogo, drogas e adultério, terá sido lançado vivo para uma jaula e servido como refeição a 120 cães.

 

Esta revelação vem contrariar a informação de que Jang Song Thaek teria sido executado. O jornal «Wen Wei Po» adianta que o tio de Kim Jong-un e cinco dos seus homens foram colocados completamente nus numa jaula com 120 cães esfomeados. Os animais não comeriam há cinco dias e, acrescenta o jornal próximo do Partido Comunista Chinês, citado pela NBC, «não terá sobrado nada» de Jang Song Thaek.

 

Isso mesmo terá sido constatado pelo próprio Kim Jong-un que, na companhia do irmão e de 300 oficiais assistiu à morte do familiar.

 

No entanto, a notícia não tem qualquer confirmação oficial e apesar da crueldade com que o regime coreano é conotado, alguns especialistas em assuntos internacionais, citados pela imprensa, questionam a veracidade da informação.

 

 

 

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Colisão com cabos elétricos é causa provável de queda de helicóptero em Monchique

03.01.14, Planeta Cultural

Uma colisão do helicóptero com três cabos elétricos de alta tensão é a  causa provável do acidente registado a 18 de dezembro em Monchique, que  causou um morto e dois feridos graves, segundo o gabinete que investiga  acidentes aéreos.

 

Em declarações à Lusa, o diretor do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves, Álvaro Neves, explicou hoje que a causa apontada para o desastre "tem caráter provisório", porque o processo de investigação ainda decorre e o "relatório final só será conhecido no prazo de um ano".

 

No dia 18 de dezembro de 2013, pelas 13:50, o helicóptero Eurocopter Colibri EC 120B descolou do heliporto de Monchique para uma missão de inspeção de linhas elétricas de média tensão, instaladas próximo da povoação de Marmelete, Monchique, levando a bordo o piloto e dois técnicos da EDP.

 

"Após cerca de 30 minutos de voo e quando manobrava para iniciar a inspeção de uma nova linha, o helicóptero colidiu com três cabos elétricos de alta tensão, que se encontravam distendidos de forma perpendicular à rota da aeronave e que não foram visualizados pelo piloto nem pelo ocupante do lugar da frente", lê-se numa nota informativa do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves.

 

Segundo o relatório preliminar, da colisão resultou o corte dos cabos elétricos e danos severos no helicóptero e o piloto perdeu o controlo da aeronave, que prosseguiu a voar de forma descontrolada e acabou "por se despenhar, a cerca de 40 metros mais à frente, em cima de árvores que lhe amorteceram a queda".

 

"O contacto do helicóptero com o solo foi violento", acrescenta o gabinete, referindo que a cauda do aparelho se desprendeu e que as pás se soltaram "presumivelmente em consequência da colisão com as árvores".

 

Do acidente aéreo resultou a morte imediata do ocupante que viajava no lugar da frente e ferimentos graves no piloto e no ocupante que viajava no lugar traseiro, adiantou Álvaro Neves.

 

As vítimas foram socorridas por três madeireiros, que trabalhavam próximo do local do acidente. "A assistência destes três homens foi fundamental para a sobrevivência dos dois feridos e constituiu um ato assinalável de registo", refere o documento com a informação preliminar.

 

Álvaro Neves sublinhou que um processo de investigação sobre as causas do acidente "não tem por objetivo o apuramento de culpas ou a determinação de responsabilidades mas, e apenas, a recolha de ensinamentos suscetíveis de evitarem futuros acidentes".

 

A nota informativa divulgada agora serve para efeitos de prevenção de acidentes e tem caráter provisório, contendo um resumo dos acontecimentos e estando sujeita a alterações durante o processo de investigação.

 

 


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Beyoncé se mantém no topo da Billboard pela terceira semana seguida

02.01.14, Planeta Cultural

O disco de Beyoncé, que leva o seu nome, ficou pela terceira semana consecutiva em primeiro lugar no topo da parada Billboard 200 nos Estados Unidos, com 310.000 cópias vendidas na semana do Natal, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pela Nielsen SoundScan.

 

O quinto álbum solo da popstar vendeu um total de 1,3 milhão de cópias nos Estados Unidos nos 17 dias desde que foi lançado de surpresa, em 13 de dezembro, até o dia 29, a data final para o cálculo de vendagem da parada na semana.

 

"Beyoncé" é o primeiro álbum a permanecer em primeiro lugar por três semanas seguidas desde "The 20/20 Experience", de Justin Timberlake, em abril, segundo informou a Billboard.

 

O álbum, o primeiro de Beyoncé desde 2011, foi lançado no dia 13 exclusivamente na loja de música digital iTunes, da Apple, e só ficou disponível para outras revendas em 21 de dezembro.

 

A banda britânico-irlandesa One Direction subiu uma posição, ficando em segundo lugar com "Midnight Memories", que teve 142.000 cópias vendidas na semana, enquanto o rapper Eminem passou do sexto para o terceiro com "Marshall Mathers LP 2", tendo vendido 122.000 cópias.

 

 

 

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Governo cede no aumento da taxa a pagar pelas televisões de subscrição para o cinema

02.01.14, Planeta Cultural

A Lei do Cinema previa a progressão da taxa que as televisões por subscrição pagam para o cinema, que começaria nos 3,5 euros até chegar aos 5 euros. O Governo recuou, fixando a taxa única em 3,5 euros. O resto será pago pela Anacom.

 

O Governo aprovou esta quinta-feira, 2 de Janeiro, uma alteração à Lei do Cinema, para resolver o impasse com os operadores de televisão por subscrição que se recusaram, até ao momento, de pagar a taxa estabelecida nesse diploma.

 

A Lei do Cinema, aprovada em 2012, previa o pagamento por parte das televisões por subscrição de uma taxa que começava nos 3,5 euros, mas que anualmente teria de progredir até se chegar aos cinco euros. Jorge Barreto Xavier, secretário de Estado da Cultura, anunciou, na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros, que já não haverá essa progressividade e que a taxa “vai ser estabilizada em 3,5 euros por subscritor”.

 

Sérgio Monteiro, secretário de Estado das Comunicações, também presente na conferência de imprensa, explicou que, por outro lado, vai ainda haver um contributo indirecto, por via dos resultados líquidos da Anacom, regulador do sector, que irá financiar o ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual. Nem na conferência nem no comunicado do Conselho de Ministros é referido o montante que será destinado ao ICA por parte da Anacom. Sérgio Monteiro lembrou, ainda, que as verbas provenientes dos resultados líquidos da Anacom são originadas nos operadores de Telecomunicações.

 

Por isso, Jorge Barreto Xavier garante que não houve recuo por parte do Governo. E que o cinema irá receber os 10,7 milhões de euros previstos na Lei do Cinema. Sérgio Monteiro acrescentou que "a lei, que está em vigor, é plenamente cumprida", mas com esta solução "é sanada uma falha", já que havia uma separação de opiniões entre operadores e agentes do sector.

 

Ainda a fechar o ano o Governo fez publicar uma portaria que aumentou, em cerca de 10 milhões de euros, as taxas de espectro a pagar pelo sector das telecomunicações. A Anacom é que recebe esses valores, mas entrega ao Estado sob forma de dividendos. Nos últimos anos, a Anacom tem dado em dividendos mais de 20 milhões de euros, que o Governo tem aproveitado para pagar várias despesas públicas, como as verbas destinadas à Agência Espacial Europeia. Também dos resultados da Anacom é feito um financiamento à ERC, de um milhão de euros. E já serviu para pagar aos operadores o programa e-escolas.

 

Agora irá fazer uma dotação para o ICA. A Lei do Cinema, de 2012, criou a taxa a pagar pelos operadores de televisão por subscrição, que os operadores se recusaram a pagar em 2013 e que levou à existência de uma dívida estimada em mais de 12 milhões.

 

 


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