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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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UEFA quer acabar com a expulsão que dê penálti

12.12.13, Planeta Cultural

A UEFA pretende acabar com os cartões vermelhos que castiguem uma falta na área, cometida por um último defesa antes do guarda-redes, e que resulte em penálti. O organismo entende que a equipa que comete a infração é três vezes penalizada e, por isso, vai sugerir ao International Board a aplicação de apenas um cartão amarelo.

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O secretário-geral da UEFA, Gianni Infantino, revelou que a sugestão vai ser transmitida ao International Board, órgão que define as regras da modalidade, para que este se pronuncie sobre uma eventual alteração na sua reunião anual, que terá lugar em Zurique, de 28 de fevereiro a 2 de março.
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As declarações de Infantino surgiriam esta quinta-feira depois de uma reunião da UEFA, em Bilbau, Espanha.
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Robbie Williams no Rock in Rio Lisboa a 25 de maio

12.12.13, Planeta Cultural

O músico britânico Robbie Williams atua a 25 de maio no festival Rock in Rio Lisboa, no Parque da Bela Vista, anunciou hoje a organização.

A décima edição do festival brasileiro em Lisboa decorrerá nos dias 23, 25, 30 e 31 de maio e 01 de junho.

Robbie Williams, que já atuou antes em Portugal, será o artista principal do segundo dia, juntando-se a um cartaz que conta com os canadianos Arcade Fire, no dia 31 de maio, e com o músico norte-americano Justin Timberlake, no dia 01 de junho.

Robbie Williams lançou em novembro o álbum «Swings both ways», no qual interpreta versões de canções conhecidas e alguns originais, num registo «swing», que já tinha abordado em 2001 com «Swing when you're winning».

Neste novo álbum, décimo da carreira a solo, reinterpreta temas como «Dream a little dream» e «Puttin on the Ritz».

Robbie Williams, 39 anos, começou por ser conhecido nos anos 1990 como um dos elementos da banda pop masculina Take That.



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Descoberto um segundo código no ADN

12.12.13, Planeta Cultural

Cientistas descobriram um segundo código no ADN, contendo informações que deverão clarificar as mutações genéticas em doentes, revela um estudo que a revista «Science» publica na sexta-feira.

Desde que o código genético foi decifrado no início dos anos 1960, os cientistas pensavam que o ADN (ácido desoxirribonucleico) das células continha apenas a informação necessária à produção das proteínas do organismo.

Segundo John Stamatoyannopoulos, um dos coautores da investigação e professor-auxiliar de Medicina na Universidade de Washington, o genoma (estrutura de genes) usa o código genético para «escrever» duas informações em simultâneo: além da que permite fabricar proteínas, uma outra - a agora revelada -, que dá as instruções às células para determinar o controlo dos diferentes genes.

O estudo, citado pela agência AFP, sustenta que estes dois códigos no ADN evoluíram em consonância um com o outro, sendo que o que controla as instruções genéticas parece contribuir para estabilizar certas características benéficas das proteínas e o modo como são produzidas.

«O facto de o código genético poder, simultaneamente, escrever dois tipos de informação significa que numerosas alterações no ADN, que parecem modificar as sequências das proteínas, podem, de facto, causar doenças, ao perturbarem os programas de controlo dos genes e, mesmo, da produção de proteínas», defendeu John Stamatoyannopoulos que a Lusa cita.

A investigação foi conduzida no quadro do ENCODE, projeto internacional que visa descobrir onde e como os códigos das funções biológicas estão armazenados no genoma humano.




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Passos estranha “erro” admitido por Lagarde e ataca previsões do PEC IV de Sócrates

12.12.13, Planeta Cultural

O primeiro-ministro critica a diferença de opinião entre a liderança do FMI e os seus técnicos sobre os “erros” nos programas de ajustamento em vários países, incluindo Portugal. No caso português, diz Passos Coelho, o FMI poderia ter sido mais realista quando reajustou as metas previstas em 2012.


“È um bocadinho estranho, não é?”. Foi assim que o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho respondeu a uma pergunta sobre o facto de Christine Lagarde ter admitido “erros” na avaliação de políticas aplicadas em países como Portugal e Irlanda. “Não é só o português em média [que acha estranho]. Nós, no Governo, também estranhámos”.

 

Em entrevista à TVI e à TSF, transmitida na noite desta quinta-feira, 12 de Dezembro, Passos Coelho considerou que a “estrutura de topo do Fundo Monetário Internacional não é coerente com aquilo que o seu nível técnico dispõe quando faz negociações ao nível da troika”.

 

O chefe de Governo respondia ao facto de o FMI, um dos membros da troika (a par do Banco Central Europeu e a Comissão Europeia), não ter aceitado flexibilizar a meta do défice orçamental a alcançar por Portugal no próximo ano. “É uma inconsistência que torna mais difícil perceber a perspectiva do FMI nesta altura”, concluiu.

 

PEC IV com meta “totalmente irrealista”

 

“O aspecto que é importante, nesta altura, sublinhar é o seguinte: houve um erro, de facto, no programa que foi desenhado para Portugal”, disse Passos Coelho na entrevista, acrescentando que tal erro estava relacionado com as metas para o défice orçamental que foram definidas para 2011 e para os anos que se seguiram no memorando de entendimento assinado em 2011 entre o País e os membros da troika. “Não havia a perspectiva de que quer o défice de 2010 quer a previsão de défice de 2011 se afastassem tanto das previsões feitas pelo Governo e por essas entidades internacionais”.

 

O primeiro-ministro criticou, nesse sentido, o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) IV, apresentado pelo Governo de José Sócrates em 2011 e que acabou por ser chumbado pela oposição no Parlamento. Esse chumbo levou à demissão de Sócrates e, até hoje, o anterior primeiro-ministro ataca o PSD por essa decisão negativa face ao PEC IV que, na sua opinião, obrigou o País a pedir o resgate financeiro. Contudo, segundo Passos Coelho, o PEC IV apontava para um défice inferior a 6% para 2010 que, na realidade, terminou próximo de 10%. Para 2011, a meta de 4,5% também era “totalmente irrealista”.

 

É neste aspecto que o líder do Executivo difere Portugal da Irlanda. No caso irlandês, as estimativas eram “muito realistas”.

 

A troika aceitou reajustar as metas em 2012 mas Passos Coelho admite que, nesse reajustamento, “poderia ter havido mais realismo quer para 2012 quer para 2013. “É pena que o FMI não tivesse tido na altura, essa perspectiva que hoje é afirmada pela sua directora-geral”.

 

 

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