Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Papa Francisco pode estar na mira da máfia italiana

13.11.13, Planeta Cultural

Procurador adverte que a «operação de limpeza» que o Sumo Pontífice está a fazer nas finanças do Vaticano pode estar a colocar-lhe a vida em risco

 

Um perito na luta contra o crime organizado adverte que a «operação de limpeza», que o Papa Francisco está a fazer nas finanças do Vaticano, pode estar a prejudicar os interesses da máfia italiana que, se tiver oportunidade, poderá planear um atentado contra o Sumo Pontífice. A advertência vem do Procurador adjunto de Reggio Calabria, Nicola Gratteri, em entrevista ao diário italiano «Il Fatto Quotidiano».

O jornal refere que a máfia calabresa, a «Ndragheta», é menos conhecida fora de Itália, mas é mais poderosa e violenta do que a siciliana ou a «Camorra» napolitana. Nas últimas décadas, a máfia calabresa estendeu os tentáculos económicos por países como a Alemanha, o Reino Unido ou a Austrália. Em conjunto, as quatro máfias italianas, incluindo a mais pequena, a de «Puglia», controlam uma atividade económica equivalente a quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) italiano.

O Procurador adjunto de Reggio Calabria, e especialista na luta contra o crime organizado em Itália, avisa que «o Papa está num caminho correto e o seu objetivo é a limpeza total nas finanças do Vaticano. Quem se tem aproveitado até agora do poder e da riqueza que deriva de negócios ilegais através da Igreja está a começar a ficar nervoso».

Para Gratteri, «o Papa Francisco está a desmontar importantes centros de poder económico do Vaticano e se os chefes mafiosos puderem acabar com isso não irão vacilar».

Nicola Gratteri afirma ainda que «não sei se o crime organizado está em condições de atentar contra a vida do Papa mas, certamente, estará a colocar essa opção e isso pode ser muito perigoso».

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Bolsas dos EUA em máximos animadas por resultados

13.11.13, Planeta Cultural

Os principais índices bolsistas dos EUA fecharam a sessão a subir e em máximos históricos. A contribuir para o comportamento esteve a apresentação de resultados de algumas cotadas.

 

O Dow Jones subiu 0,45% para 15.821,63 pontos e o S&P500 avançou 0,81% para 1.782,00 pontos, ambos em máximos históricos. Já o Nasdaq cresceu 1,16% para 3.965,575 pontos.

 

A condicionar a negociação das bolsas tem estado a época de resultados do terceiro trimestre. Das 453 empresas do S&P500 que já apresentaram os seus resultados do terceiro trimestre 75% reportou lucros que superaram as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.

 

Esta quarta-feira, a Macy’s, a segunda maior retalhista multimarca dos EUA, reportou resultados que superaram as estimativas dos analistas. Os resultados líquidos do trimestre fiscal terminado a 2 de Novembro aumentaram 22% para 177 milhões de euros, ou 47 cêntimos pro acção, quando os analistas esperavam um lucro de 39 cêntimos. As acções dispararam 9,39% para 50,68 dólares, registando o maior ganho desde Maio de 2011, segundo a Bloomberg.

 

Já a Cisco, que apresentou os seus números depois do fecho dos mercados, fechou a subir 1,12% para 23,995 dólares. Antes dos investidores saberem que as suas receitas no primeiro trimestre fiscal, terminado em Setembro, se situara, nos 12,1 mil milhões de dólares, quando os analistas estimavam receitas de 12,3 mil milhões de dólares.

 

Mas não têm sido apenas os resultados a condicionar a negociação bolsista. As expectativas em torno da decisão da Reserva Federal (Fed) dos EUA também tem ditado algum nervosismo.

 

“Os investidores estão a precisar de mais indicadores para aferir quando é que a Fed pode retirar estímulos”, bem como para perceberem se a economia está a fortalecer-se, afirmou à Bloomberg Kate Warne, estratega da Edward Jones, acrescentando que os dados que têm sido divulgados são positivos para as acções, ainda que os investidores aguardem por indicações em relação à Fed.

 

Ainda na terça-feira, o presidente da Fed de Atlanta, Dennis Lockhart, afirmou que a redução do programa de compra de obrigações “deverá estar em cima da mesa nas próximas reuniões”. Os economistas, consultados pela agência americana, acreditam que o anúncio de redução do programa será feito após a reunião que está agendada para 18 e 19 de Março. Actualmente o programa de compra de activos está nos 85 mil milhões de dólares.

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui