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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Festival de música no Leste de Angola

19.10.13, Planeta Cultural


A cidade de Saurimo, na província da Lunda-Sul, acolhe a 3 de Novembro a fase final do Festival Nacional de Música Popular Angolana “Variante”, edição 2013, com a participação de representantes de todas as províncias do país.

 

Uma nota da Direcção Nacional de Acção Cultural informa que o festival se realiza no âmbito das comemorações do 38º aniversário da Independência Nacional de Angola, e que tem por objectivo estimular a criatividade dos artistas e preservar a identidade cultural no domínio da música. A participação no evento é individual ou em duo e os concorrentes devem apresentar a concurso apenas uma música inédita, cuja duração não pode exceder quatro minutos.


Os concorrentes são avaliados por um júri que vai analisar a estrutura melódica, letra, voz e entrosamento harmónico. O organizador do festival, o Ministério da Cultura, vai atribuir prémios aos três primeiros classificados e certificados a todos os participantes.


Os concorrentes das províncias do Bengo, Kwanza-Sul, Cunene, Bié, Huambo, Kuando-Kubango, Huíla, Cabinda, Namibe, Benguela, Uíge, Zaire, Kwanza-Norte e Luanda vão fazer os ensaios entre os dias 25 e 30 deste mês, na capital do país, acompanhados pela banda Voga. Os do Moxico, Malange, Lunda-Norte e Lunda-Sul fazem os ensaios em Saurimo, entre os dias 28 e 31 de Outubro, com o acompanhamento do grupo Moyowenus, da Lunda-Sul.


Os concorrentes que vão passar por Luanda partem para Saurimo no dia 31. Os dias 1 e 2 de Novembro vão estar reservados para o pré-ensaio e ensaio geral de todos os concorrentes acompanhados pelas bandas musicais.


O vencedor da última edição foi Eduardo Fernandes, da província de Luanda, secundado por Leopoldo Adeodat Ernesto Viana, do Namibe, e Branca Celeste Gonçalves, da Lunda-Sul.

 

 

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Casal chinês vende filha e compra iPhone

19.10.13, Planeta Cultural

Um casal de jovens chineses enfrenta uma condenação por ter vendido a sua filha e utilizado o dinheiro obtido para comprar um iPhone, informou nesta sexta-feira a imprensa oficial.

 

A procuradoria de Xangai apresentou acusações contra eles por tráfico de seres humanos por ter colocado a criança para adopção na internet e ter aceite dinheiro por ela, informou o jornal Liberation Daily.
               
No seu anúncio, o casal pedia 30.000 iuanes (3.600 euros; 4.900 dólares) em troca da sua filha, mas a quantidade exacta que finalmente foi entregue não foi divulgada.
         
Os investigadores descobriram que a mãe, cujo nome não foi revelado, utilizou o dinheiro para comprar um iPhone, sapatos desportivos e outros artigos, segundo o jornal.

O casal explicou à Polícia que agiu desta maneira para que a filha pudesse ter uma vida melhor, e porque já tinham dois filhos.
              
O tráfico de menores e de mulheres na China ainda é muito comum devido à restritiva política do filho único e ao desequilíbrio demográfico entre os dois sexos.

 

 


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Doentes abandonados no Hospital Sanatório de Luanda cometem o suicídio

19.10.13, Planeta Cultural

Alguns doentes abandonados no Hospital Sanatório de Luanda pelos seus famialiares acabam por suicidar-se, revelou nesta terça-feira, à Angop, o director de enfermagem, Zinga Rodrigues.

À título de exemplo, o enfermeiro sublinhou que, no início deste ano, um doente abandonado pelos seus familiares atirou-se do terceiro andar do hospital, acabando por perder a vida.

"Desde que trabalho aqui, já presenciei a morte de pelo menos 10 doentes que após de curados não sabem por onde ir, porque foram abandonados pelos seus próprios familiares", disse.

Acrescentou que, neste momento, no Hospital Sanatório estão 14 doentes com tuberculose pulmonar, cujos familiares os abandonou há mais de três meses, dos quais cinco já têm alta e não sabem onde se dirigirem.

Destes cinco, três são provenientes da província do Huambo, um de Benguela e outro de Luanda, que segunda-feira de manhã recebeu alta, mas regressou ao Hospital porque foi estigmatizado pelos seus familiares.

Afirmou que os funcionários do hospital por solidariedade vão fazer uma colecta monetária para ajudar estes doentes a regressarem para as suas terras de origem, o que tem sido constante.

Zinga Rodrigues recordou que há dois meses atrás, técnicos do Hospital foram agredidos por familiares de um doente quando o acompanharam à casa após ter recebido alta.

O número de doentes abandonados aumenta há cada trimestre que passa. Antes, começou-se com três e agora já são 14, o que deixa a crer que até ao fim do ano aumente para 20 ou mais.

De acordo com o director de enfermagem, esta situação provoca transtornos não só ao doente como também ao Hospital, deixando-o superlotado sem espaço para albergar novos doentes.

Por outro lado, o doente curado, ao permanecer no Hospital, pode vir a contrair outras enfermidades, para além da depressão que muitas vezes os leva à morte.

Quanto ao Hospital, os encargos sociais para com estes doentes são elevados, acrescidos à aquisição de bilhetes para o regresso, pois muitos deles são provenientes de outras províncias do país.

 

 

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Onde vai dar este caminho!

19.10.13, Planeta Cultural

Este governo tem anunciado constantemente que vai ser aumentado isto e aquilo, bem como ainda por cima, vem diminuir as nossas pensões e ordenados e isto, tem-me feito uma enorme confusão ou seja:

 

- Com estes "tiras" todos, quem é que vai ter dinheiro para comprar um pouco de carne, bem como outros produtos essenciais para ter na nossa mesa como se tinha antigamente?

 

- Quem é que vai poder ir a uma farmácia comprar aquilo que o médico receitou?

 

- Quem é que vai ter dinheiro para ir ver um cinema com os seus filhos ou amigos?

 

- Quem é que vai ter o prazer de poder comprar mais uma peça de vestuário para remodelar o seu guarda-roupa?

 

- Quem é que vai poder ir a um restaurante conforme ia antigamente?

 

- Quem vai poder organizar convívios com parentes e amigos, como o fazia noutros tempos?

 

- Quem vai ter dinheiro para comprar um carro melhor do que aquele velho que está parado na garagem?

 

- Quem vai poder gozar as suas férias fora de casa, como o fazia em outros tempos?

 

Assim, como  podem vir dizer que vai haver recuperação de emprego, pelo contrário, não havendo dinheiro, fecham-se talhos, restaurantes,salas de cinema, prontos a vestir, cafés e muitas outras empresas!

 

Por isso, o fechamento de empresas, não é sinónimo de evolução de emprego, mas sim, o desaparecimento do mesmo!

 

É com estas e com muitas outras, que este governo nos vai privando de levar uma vida saudável!