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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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GNR efetua detenções por posse em cativeiro e comércio de aves protegidas

13.10.13, Planeta Cultural

O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR deteve hoje seis pessoas por "detenção e comercialização de espécies de fauna protegidas", o que aconteceu pela primeira vez desde a alteração à lei.

A operação incidiu sobre a "feira dos pássaros", que se realiza aos domingos no largo da Cordoaria, no Porto, e foi efetuada em conjunto com o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), levando ao levantamento de sete autos pelo crime de danos contra a natureza e seis detenções de indivíduos, com idades entre os 19 e os 68 anos, que foram identificados e notificados para comparecer em tribunal na segunda-feira.

 

De acordo com o tenente-coronel Francisco Magalhães, é a primeira vez que tais detenções ocorrem desde que a lei n.º 56/2011 foi modificada "porque antes [a detenção e comercialização de espécies protegidas] era considerada contraordenação e agora é crime", prevendo "sem margem para dúvidas a detenção".

 

Em comunicado, a GNR informou terem sido apreendidos 147 pintassilgos, 41 chamarizes, 21 pintarroxos, 17 tentilhões, 16 Dom fafes, oito verdilhões, oito bicos-de-lacre, quatro travessos e um melro.

 

As aves apreendidas foram levadas para o Parque Biológico de Gaia, em Avintes, onde, "após serem sujeitas a avaliação de recuperação, uma parte será restituída à liberdade e outras permanecerão em quarentena".

 

A operação levou ainda a um auto de notícia por contraordenação devido a detenção de espécies autóctones em cativeiro e a três outros por falta de licença para comercialização de espécies não-indígenas.

 

O SEPNA e o ICNF estiveram no local entre as 06:00 e as 12:00, tendo sido mobilizados um oficial, quatro sargentos, 30 guardas da parte da GNR e cinco elementos do instituto.

 

 

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Indiferença religiosa é o maior desafio da Igreja

13.10.13, Planeta Cultural
Perante milhares de peregrinos que participaram nas celebrações, que incluíram a procissão do adeus, Tarcisio Bertone sustentou que uma das soluções passa por atrair a juventude para novos modelos de vida
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O secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, disse hoje que o maior desafio da Igreja Católica é a indiferença religiosa, durante a homilia que marcou o último dia da peregrinação de outubro em Fátima.

 

Perante milhares de peregrinos que participaram nas celebrações, que incluíram a procissão do adeus, o cardeal italiano sustentou que uma das soluções passa por atrair a juventude para novos modelos de vida.

 

“Confio-vos o que parece ser hoje a coisa mais importante no serviço da Igreja: o seu forte testemunho de fé diante da hodierna geração de homens e mulheres, tentada pela crescente secularização e indiferença religiosa que grassam por aí”, defendeu.

 

Tarcisio Bertone lembrou o episódio dos videntes de Fátima presos pelo governador de Ourém, definindo-os como “momentos aterradores para três crianças”, sobretudo por terem sido “ameaçadas que vão ser lançadas em azeite a ferver”.

 

O secretário de Estado do Vaticano salientou “a graça de uma criança” e “a ousadia de um homem de fé” demonstrada por Francisco para criticar o medo que muitas vezes as pessoas sentem de si próprios porque não sabem “o que fazer com a vida e com os dons que Deus concede”.

Afinal, “temos medo, porque não confiamos em Deus”, concluiu.

 

No sábado à noite, o ‘número dois’ do Vaticano já exortara os peregrinos a serem “semeadores de esperança e construtores da paz”, afirmando que de nada vale frequentar a Igreja [Católica] se os fiéis não se dedicarem aos mais desfavorecidos.

 

Hoje, é esperada na Capelinha das Aparições a imagem de Nossa Senhora de Fátima que, em Roma, foi o ícone das Jornadas Marianas, uma das últimas atividades inseridas no calendário oficial da Santa Sé para a celebração do Ano da Fé.

 

 

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Apenas os pensionistas com mais de 2.000 euros sofrerão corte na pensão de sobrevivência

13.10.13, Planeta Cultural

O Governo decidiu aplicar um corte nas reformas de sobrevivência, ou viuvez, apenas às pessoas que tenham duas ou mais pensões e cujo acumulado supere os 2.000 euros. Paulo Portas garante que 96,5% dos pensionistas que recebem reformas de viuvez "não são afectados por esta medida."

Paulo Portas garantiu ainda que o corte será aplicado apenas à pensão de sobrevivência e não ao bolo total. Ou seja, a primeira pensão não será afectada.

O responsável adiantou que, “desde o primeiro dia que afirmámos que [esta medida] teria um impacto muito limitiado” e que seria “limitado às pensõe mais altas.” E adiantou que actualmente o Estado gasta 2.700 milhões de euros e com esta medida de implementar uma condição de recurso, o Governo vai conseguir uma poupança de 100 milhões de euros.

Paulo Portas explicou que a condição de recurso obriga a quese some “uma pensão com uma segunda pensão e se veja se a recepção desse segundo valor se justifica na totalidadde.” E será apenas sobre esta segunda pensão que será aplicado o corte.

E com certas condições. “Só a partir da acumuladção de duas ou mais pensões com valor superior a 2.000 euros é que se gerará alguma forma de redução”, garantiu Paulo Portas.  O que signfica que dos cerca de 800 mil pensionistas que recebem uma pensão de sobrevivência “apenas 3,5%, não mais de 25 mil [pessoas] terão alguma forma de impacto. E mesmo assim moderado”, sublinhou o responsável durante a conferência de imprensa.

 

 

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