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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Wall Street sobe com expectativa de fim do impasse orçamental nos EUA

04.10.13, Planeta Cultural
As bolsas norte-americanas encerraram em alta, com os investidores optimistas quanto à possibilidade de as negociações entre o Senado e a Câmara dos Representantes quebrarem o impasse político que levou a uma paralisação parcial dos serviços do governo federal depois de o Orçamento não ter sido aprovado.
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Apesar de o presidente da Câmara dos Representantes, John Boehner, ter dito esta sexta-feira que continua a querer que o financiamento da lei de cuidados de saúde de Obama (Obamacare) tenha alterações, também sublinhou que não permitirá que os EUA entrem em incumprimento da dívida, o que deixa acreditar que talvez se chegue em breve a um acordo.

 

Se não for aprovado um aumento do limite da dívida dos EUA, o país corre o risco de deixar de conseguir honrar parte dos seus compromissos financeiros já a partir de 17 de Outubro.

 

Recorde-se que o governo federal está a disponibilizar apenas os serviços mínimos, devido à falta de fundos, tendo enviado para casa cerca de 800.000 funcionários públicos. Este foi o quarto dia de serviços públicos mínimos a nível federal.

 

A paralisação parcial do governo federal fez com que hoje não fossem divulgados os dados do emprego nos Estados Unidos.

 

O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,51%, fixando-se nos 15.072,58 pontos, e o Standard & Poor’s 500 somou 0,8% para 1.691,23 pontos.

 

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,89% para 3.807,75 pontos.

 

Os títulos do Facebook negociaram todo o dia no verde, encerrando a somar 3,8%, depois de a empresa responsável pela rede social ter dito que vai vender publicidade na sua aplicação de fotografia, o Instagram.

 

Também a Visa fechou a ganhar, valorizando 1%, depois de um juiz ter decretado que a empresa não violou uma patente da SmartMetric.

 

Por seu lado, a Union Pacific perdeu terreno, após anunciar estimativas para os lucros do ano que ficaram aquém das projecções dos analistas.

 

 


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Maddie: polícia inglesa trabalha com PJ em pista de telemóveis

04.10.13, Planeta Cultural

Seis agentes da delegação de Faro foram formados para assistir a unidade britânica responsável pela «Operação Grange»

 

A Polícia Judiciária já formou uma nova equipa para trabalhar nas linhas de investigação identificadas pela polícia britânica sobre o desapacimento da criança inglesa Madeleine McCann, confirmaram responsáveis da Scotland Yard.

Um grupo de seis agentes da delegação de Faro foi formado para assistir a unidade britânica responsável pela «Operação Grange» da Polícia Metropolitana, que está a rever todas as pistas relacionadas com o caso após a intervenção do primeiro-ministro britânico, David Cameron.

Madeleine McCann desapareceu poucos dias antes de fazer quatro anos, a 03 de maio de 2007, do quarto onde dormia juntamente com os dois irmãos gémeos, mais novos, num apartamento de um aldeamento turístico na Praia da Luz, no Algarve, enquanto os pais jantavam com um grupo de amigos num restaurante próximo.

"É uma equipa dedicada de pessoas novas. Ultrapassámos a primeira série de obstáculos jurídicos e a investigação está a caminhar na direção certa", saudou o comissário adjunto Marc Rowley, que, durante um encontro com jornalistas maioritariamente britânicos, se esforçou por sublinhar o bom entendimento existente.

Porém, admitiu que as diligências requeridas poderão não ser nem simples nem tão rápidas como o desejado: "São profissionais empenhados, mas que trabalham em quadros jurídicos diferentes", admitiu.

Este responsável espera que a relação entre as duas forças policiais "se fortaleça" e manifestou interesse, "à medida que a investigação progredir", em colocar "um pequeno número agentes em Portugal".

Portugal foi um dos 31 países a cujas respetivas autoridades foi enviada uma carta rogatória com um pedido de assistência relativo a elementos que a polícia britânica deseja ver esclarecidos, relacionados com pessoas ou dados telefónicos.

O detetive inspetor-chefe Andy Redwood, responsável pela equipa de cerca de 37 pessoas a trabalhar neste caso, adiantou que a polícia britânica está a tentar descobrir os proprietários dos telemóveis identificados como tendo estado na zona e altura do desaparecimento.

Esta base de dados relacionada com os telemóveis, afirmou, "já tinha sido observada, mas não ao nível de detalhe" que agora estão a fazer.

Em junho, a polícia britânica anunciou a existência de "38 pessoas de interesse" que deseja questionar, entre os quais vários portugueses.

"São pessoas que se encontravam num raio do local do desaparecimento e de quem há razões para desconfiar. É preciso um pouco mais do que questões circunstanciais", explicou Redwood.

Aos 12 britânicos inicialmente identificados juntaram-se entretanto mais três, que estão já a ser investigados, mas que o inspetor acredita que "possivelmente serão eliminados" em breve da lista.

A Scotland Yard, a trabalhar no caso há um ano, está confiante de ter encontrado "nova informação" relevante, com base nos 40 mil documentos e pistas recolhidos pelas polícias de Portugal, Reino Unido e por oito empresas diferentes de detetives privados.

Por isso, vai lançar um novo apelo televisivo, primeiro na BBC, dia 14 de outubro, e nos dias seguintes em estações da Alemanha e Holanda, estando em conversações para o fazer também na Irlanda.

 

 


In' TVI 24

Igreja australiana tentou acordo com polícia para evitar investigação a abusos sexuais

04.10.13, Planeta Cultural

A igreja católica australiana tentou fazer um acordo com a polícia do estado de Nova Gales do Sul que teria ajudado a encerrar as investigações abertas contra os sacerdotes acusados de abusos sexuais

 

O deputado David Shoebridge, do Partido Verde, denunciou o objetivo da igreja em duas ocasiões depois de consultar os registos policiais acessíveis pela lei de liberdade de informação.

 

Em ambos os casos, o acordo foi selado como caso de entendimento e não chegaram a entrar em vigor, acusou o deputado apesar de a polícia negar o tratamento de favor.

 

Geoffrey Watson, advogado australiano, defendeu que a chegada a um acordo vulnerava a lei dos delitos.

 

"Se temos conhecimento de um delito grave, temos de o denunciar (...). Os memorandos eram um acordo para que a polícia desculpasse o incumprimento da lei", refere o advogado em declarações ao canal de televisão ABC.

 

David Shoebridge sustentou também "ser provável que centenas, senão mais" dos casos tenham sido tratados da mesma maneira o que não protegia as vítimas nem ajudava a polícia a combater o crime "mas protegia o bom nome da igreja impedindo a obtenção de provas contra um sacerdote" e disse que os acordos terão sido tentados entre 2003 e 2004.

 

Uma comissão especializada investiga os abusos sexuais de menores cometidos em centros religiosos, sociais e estatais e terão sessões abertas para ouvir depoimentos de vítimas que decorrerão em dezembro.

 

A igreja católica admitiu, no ano passado, 620 casos de abusos sexuais de menores cometidos por sacerdotes na Austrália na década de 1930. 




In' Visão