Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Bilingues utilizam mais áreas do cérebro

19.09.13, Planeta Cultural

As pessoas bilingues desde pequenas utilizam mais áreas cerebrais e têm uma maior capacidade cognitiva, indica um estudo apresentado hoje num encontro sobre Bilinguismo e Neurociência Cognitiva na Universidade Pompeu Fabra (UPF) de Barcelona.

Aqueles bilingues têm ainda uma maior capacidade de se adaptarem às mudanças do que os monolingues, embora tenham um processamento da linguagem menos eficiente, concluiu o estudo «Consolider Brainglot».

«A investigação, com seis anos, estudou os mecanismos de cognição neurológica que possibilitam a aquisição e o uso de línguas diferentes e permitiu compreender que a morfologia do cérebro é determinada pelo número de línguas que são aprendidas simultaneamente», disse Núria Sebastián, coordenadora do estudo e professora na UPF.

O estudo foi realizado em Espanha porque o país constitui o «cenário perfeito» para tal, dada a existência de muitos indivíduos que utilizam línguas muito semelhantes, como o catalão e o castelhano, ou diferentes, como o castelhano e o basco.

As pessoas bilingues desde que aprendem a falar têm um processamento da linguagem menos eficiente porque «o seu cérebro tem que estar sempre a escolher o idioma em falam (...) e capacidade neurológica (...) tecnicamente conhecida como flexibilidade cognitiva», referiu Núria Sebastián, citada pela agência noticiosa espanhola EFE.

O estudo também analisou a aprendizagem de uma segunda língua, explicando a maior dificuldade em aprender uma segunda língua mais tarde com o facto de a primeira ter ocupado um espaço prioritário no cérebro.

A investigação, que observou diferenças cerebrais morfológicas entre os indivíduos nativos e os que aprendem uma segunda língua quando são mais velhos, abre caminho à identificação de padrões cerebrais relacionados com as melhores estratégias de aprendizagem.

 

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Bolsas dos EUA corrigem dos ganhos da última sessão e encerra com sinal vermelho

19.09.13, Planeta Cultural
As bolsas norte-americanas corrigiram dos ganhos da última sessão e fecharam a ceder terreno. A decisão da Fed de manter o programa de estímulos económicos tinha levado Wall Street a registar máximos históricos.
 

As bolsas norte-americanas encerraram em terreno negativo, com excepção do Nasdaq, corrigindo assim dos máximos históricos registados ainda nesta sessão e na anterior, a beneficiarem da decisão da Reserva Federal (Fed) norte-americana de manter o programa de estímulos económicos.

 

O índice industrial Dow Jones recuou 0,26% para 15.636,55 pontos, ao passo que o tecnológico Nasdaq somou 0,15% para 3.789,384 pontos. Já o S&P desceu 0,2% para 1.722,86 pontos.

 

Na última sessão, os mercados bolsistas norte-americanos reagiram de forma favorável à decisão da Fed em manter a política de estímulos, ou seja, a compra mensal de obrigações no valor de 85 mil milhões de dólares, que apanhou de surpresa os economistas. Contudo, o entusiasmo dos investidores parece ter-se esbatido, o que está a levar as bolsas a aliviar dos máximos.

 

Contrariando as expectativas do mercado e dos economistas, a Fed decidiu manter em 85 mil milhões de dólares o ritmo mensal de compra de activos, o que causou nesta quinta-feira uma subida generalizada das bolsas por todo o mundo, com muitas destas a atingirem máximos.

 

O Comité de Operações no Mercado Aberto (FOMC, na sigla inglesa) afirmou que quer mais provas de que as melhorias na economia norte-americana são sustentáveis, antes de partir para um ajuste, ou seja, para a redução dos estímulos à economia.

 

Um dado económico divulgado esta quinta-feira veio confirmar que a economia está em recuperação, já que os novos pedidos de subsídio de desemprego subiram menos que o estimado pelos economistas. Os pedidos atingiram 309 mil na semana passada, mais 15 mil do que na semana anterior, enquanto os economistas antecipavam um aumento para 330 mil.

 

“Nalgum momento os mercados têm de respirar e hoje terá sido esse dia”, afirmou Kevin Caron. O estratega da Stifel Nicolaus acrescenta que não houve um verdadeiro catalisador nos dados, esta quinta-feira.

 

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

Bolsa acompanha ganhos europeus com Fed a anular a ameaça de corte de "rating" da S&P

19.09.13, Planeta Cultural
O PSI-20 acabou por encerrar em alta numa sessão marcada pela volatilidade. A ameaça da S&P chegou a “empurrar” o índice para terreno negativo, mas a decisão da Fed acabou por ter mais peso.
 

O principal índice da bolsa nacional subiu 0,16% para os 5.980,71 pontos com nove acções em alta, oito em queda e três inalteradas. As restantes praças europeias registaram valorizações, sendo que algumas subiram mesmo mais de 1%, reagindo de forma positiva à surpresa da Reserva Federal, que decidiu não cortar os estímulos à economia norte-americana.

 

A bolsa nacional chegou a estar em terreno negativo penalizada pela ameaça da Standard & Poor’s em cortar o “rating” de Portugal, mas acabou por acompanhar o sentimento positivo europeu.

 

"A bolsa portuguesa não acompanha as subidas das suas pares europeias, que beneficiam da manutenção dos estímulos à economia por parte da Reserva Federal norte-americana, pressionada pelo alerta da S&P de que poderá rever em baixa a notação de crédito da República Portuguesa, o que levará à subida das 'yields' soberanas", disse Paulo Rosa, trader da Go Bulling, em declarações à Reuters.

 

A impulsionar esteve sobretudo a Zon Optimus, que somou 2,97% para os 4,263 euros. No restante sector das telecomunicações, a Portugal Telecom somou 0,59% para os 3,249 euros e a Sonaecom avançou 4,23% para os 2,096 euros, valor mais elevado de Setembro de 2009. Quem também tocou máximos, desta feita, de Janeiro de 2010 nos 0,928 euros foi a Sonae SGPS.

 

Determinante para a tendência foi ainda o BES, que apreciou 1,11% para os 0,821 euros. No restante sector da banca o Banco BPI valorizou 0,43% para os 0,937 euros e o BCP ficou estável nos 0,097 euros.

 

A travar maiores ganhos esteve o sector energético com a EDP Renováveis a cair 2,77% para 3,828 euros e a EDP a ceder 0,18% para 2,705 euros.

 

A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira, 18 de Setembro, ter dado início a um inquérito aprofundado para verificar se o preço pago em 2007 pela EDP pela extensão do seu direito de usar os recursos hídricos públicos para a produção de electricidade não foi artificialmente reduzido. Ao Negócios, o porta-voz do comissário da Concorrência admitiu que "a Comissão pode pedir a Portugal que remedeie a distorção concorrencial" e que isso pode passar por recuperar verbas da EDP, em benefício dos contribuintes.

 

Já a Galp Energia ficou estável nos 12,48 euros.

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui