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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Sistema operacional Sailfish ganha compatibilidade com hardware de Androids

16.09.13, Planeta Cultural

Engana-se quem pensa que os smartphones são divididos apenas em BlackBerry,  iOS, Android e Windows Phone, já que algumas empresas tentam emplacar o seu  próprio sistema operacional móvel. Agora, a Jolla anunciou que o seu Sailfish  terá uma chance de conseguir mais usuários ao ter compatibilidade com aparelhos  que já rodam Android.

 

A finlandesa Jolla informou que o Sailfish OS será compatível com hardware de  aparelhos com Android, como smartphones e tablets. Isso permitirá que esses  gadgets tenham o sistema operacional instalado, assim como apps Android rodando  nele sem problemas. O objetivo é que algumas fabricantes possam optar pelo  Sailfish quando lançarem seus smartphones e tablets no mercado.

 

O sistema operacional Sailfish é baseado em Linux e desenvolvido pela Jolla,  junto com o projeto Mer e financiado pela Sailfish Alliance.

 

 

 

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Síria e Summers animam índices bolsistas norte-americanos

16.09.13, Planeta Cultural
“Larry” Summers desistiu da corrida a presidente da Fed em vésperas de reunião do comité de política monetária da entidade. A sua “saída de cena” incentivou os investidores, mesmo com a possibilidade de a Reserva começar a reduzir os estímulos à maior economia mundial. Também o acordo entre a Rússia e os Estados Unidos que parece ter travado uma intervenção militar na Síria beneficiou as bolsas esta sessão.
 
 

A desistência de Lawrence Summers da corrida ao cargo de presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana pode dar mais espaço a Janet Yellen, vice-presidente da Fed, que também estaá na corrida para suceder a Ben Bernanke. Yellen, ao contrário de Summers, é mais apologista de medidas menos convencionais, o que pode fazer a diferença numa altura em que se aguarda com expectativa quando é que a entidade vai começar a reduzir os estímulos à economia norte-americana.

 

A notícia da desistência pareceu agradar aos investidores e os índices norte-americanos encerraram a primeira sessão da semana em alta, com excepção do tecnológico Nasdaq.

 

O Dow Jones encerrou a ganhar 0,77% para 15.494,78 pontos e o S&P 500 apreciou 0,57% para 1.697,60 pontos, chegando a tocar em máximos de cinco semanas durante a sessão.

 

Já o Nasdaq encerrou a perder 0,12% para 3.717,846 pontos, apesar de ter iniciado a sessão em linha com os outros índices e de ter beneficiado da desistência de Summers. Neste sector, a Apple continua a perder terreno desde que apresentou a última versão do iPhone na última semana. A gigante tecnológica perdeu 3,18% para 450,12 dólares, acumulando perdas pela segunda sessão consecutiva.

 

“Não penso que o mercado soubesse que tipo de presidente seria Summers e tê-lo fora da corrida torna as coisas um pouco mais certas”, indica Collen Supran, gestor na Bingham, Osborn & Scarborough, citado pela Bloomberg.

 

Esta semana, a reunião da Fed, que decorre entre esta terça e quarta-feira, vai marcar os mercados financeiros. Os economistas consultados pela Bloomberg acreditam que a entidade monetária deverá ditar o início da redução dos estímulos já nesta reunião. Os economistas apontam para uma redução de 10 mil milhões de dólares para 75 mil milhões de dólares por mês em compra de activos.

 

Também o acordo alcançado entre os Estados Unidos e a Rússia, para a entrega do arsenal químico sírio, continua a beneficiar os mercados, uma vez que o entendimento entre as duas potências adia uma possível intervenção militar na Síria.

 

 

 

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Espanha deverá poupar 33 mil milhões de euros com reforma do sistema de pensões

16.09.13, Planeta Cultural
A reforma a implementar pressupõe a introdução de duas novas variáveis na fórmula de cálculo das pensões: o factor sustentabilidade e a taxa de valorização anual. A nova fórmula deverá levar a uma redução das pensões entre 3,5% e 4%.
 

Tal como em Portugal, também Espanha enfrenta dificuldades na sustentabilidade do seu sistema de pensões. Para tornar o sistema mais “eficiente” e “sustentável”, o Governo de Mariano Rajoy tem já em marcha um plano para reformar o sistema de pensões.

 

O Executivo já fez as contas e a nova fórmula de cálculo desta prestação social vai permitir ao Estado poupar 32.939,95 milhões de euros entre 2014 e 2022. Apesar de os traços gerais da reforma já serem conhecidos, o Governo enviou esta segunda-feira o projecto de lei – já aprovado em Conselho de Ministros – para o Conselho Económico e Social (CES), onde apresenta as estimativas de poupança com a reforma.

 

No entanto, esta “poupança” do Estado com as reformas e pensões vai ser gradual. De acordo com o documento enviado para o CES, a que o “El País” teve acesso, o impacto da reforma vai notar-se pouco no próximo ano. Em 2014, o Executivo estima poupar cerca de 809 milhões de euros. No ano seguinte cerca de 1.637 milhões, quantia que deverá crescer até 2020, quando os cofres públicos deverão poupar cerca de 5.234 milhões anuais com pensões e reformas.

 

Os números avançados pelo Governo de Mariano Rajoy evidenciam, segundo o jornal espanhol, que durante os primeiros anos de implementação da reforma, os pensionistas deverão perder entre 0,7% a 0,8% do poder de compra, uma vez que as reformas deverão sofrer um corte entre 3,5% e 4%. Esta redução não resulta de um corte directo, mas da introdução de uma nova fórmula de cálculo.

 

A reforma do sistema de pensões espanhol pressupõe que a actualização anual deixe de ser feita directamente de acordo com a inflação e passe a depender de uma fórmula de cálculo mais complexa, que deverá ter em conta a conjuntura económica e a evolução da Segurança Social.

 

Segundo o projecto de lei, a nova fórmula de cálculo das pensões estabelece uma actualização mínima de 0,25% e um tecto máximo de 0,25% em relação à subida da inflação, a que o Executivo chama de taxa de valorização anual. Desta forma, as reformas e pensões não serão congeladas nem reduzidas, mas os aumentos serão travados.

 

Um dos outros parâmetros a introduzir na fórmula é o factor de sustentabilidade, a partir de 2019, que indexa o cálculo da pensão à evolução da esperança média de vida a partir dos 67 anos.

 

 

 

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Almerindo Marques: “Não voltarei a trabalhar no sector público. Não estou interessado em ser considerado gatuno”

16.09.13, Planeta Cultural
Almerindo Marques voltou, na comissão de inquérito aos “swaps”, a criticar a forma como a tutela tratou a Estradas de Portugal. Por isso, a decisão de se demitir da presidência foi, em 2011, “irrevogável”. “Mas essa foi mesmo irrevogável”.
 

Relembrando as buscas de que foi alvo pela Polícia Judiciária, em 2012, Almerindo Marques deixou esta segunda-feira, no Parlamento, fortes críticas à forma como os gestores públicos são tratados em Portugal.

 

“Não voltarei mais a trabalhar no sector público em Portugal porque não estou interessado em ser considerado gatuno”, declarou o presidente do conselho de administração da concessionária de auto-estradas entre 2006 e 2011.

 

Almerindo Marques, que foi administrador da RTP, cumpriu um mandato na Estradas de Portugal (2007-2010), tendo seguido para um segundo mandato que não terminou. Em 2011, o gestor disse ao Governo que tinha de sair, uma decisão “irrevogável”. “Mas essa foi mesmo irrevogável”, disse, referindo-se, implicitamente, ao pedido de demissão “irrevogável” feito por Paulo Portas a 2 de Julho deste ano, que acabou por não se concretizar.

 

Como já tinha dito publicamente, o antigo responsável da empresa pública já queria ter saído no primeiro mandato mas acabou por não o fazer porque, na altura, o Tribunal de Contas chumbou vistos para a construção de subconcessões. Só quando o visto foi dada é que deixou o cargo.

 

A demissão foi justificada, além da saída do visto às concessões pelo Tribunal de Contas, pelo facto de Almerindo Marques se sentir como alvo de um “massacre” todos os dias. Com a modificação do modelo de gestão e financiamento do sector rodoviário, a Estradas de Portugal passou a ser a concessionária geral e isso levou a um aumento significativo da dívida. “Eu era [considerado] o bandido-mor do reino porque endividava a Estradas de Portugal”, ironizou, em respostas a perguntas feitas pela deputada social-democrata Elsa Cordeiro.

 

O antigo administrador da EP falou na “complexa situação” que se enfrentava porque, segundo o próprio, não estava a ser cumprida a legislação criada para o sector rodoviário. No seio de um processo em que necessitava de dinheiro, a administração da empresa viu-se obrigada a solicitar crédito. Para obter o empréstimo, a concessionária teve de aceitar a subscrição de um “swap”, segundo contou aos deputados, embora sublinhe que aquele instrumento é "normal".

 

Buscas “chocam” Almerindo

Em Dezembro do ano passado, Almerindo Marques foi alvo de buscas pela Polícia Judiciária no âmbito do inquérito às parcerias público-privadas rodoviárias. “O que me chocou foi precisar de ter 70 anos de idade e, de só em regime democrático, ser invadido (...) para fazerem buscas à minha casa”.

 

“[Uma acção] com base num relatório que é incorrecto, que não é verdadeiro, arranjaram-me uma suspeição de ser autor de actos ilícitos”, acusou o antigo responsável da EP.

 

 

 

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