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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Dados económicos desanimadores impulsionam Wall Street

13.09.13, Planeta Cultural
As bolsas norte-americanas encerraram em terreno positivo, com os investidores a anteciparem que a redução de estímulos por parte da Fed seja moderada devido aos indicadores económicos aquém do esperado.
 

Além disso, a possibilidade de as tensões entre a Síria e os Aliados serem solucionadas através da entrega do arsenal químico por parte do regime de Al-Assad esteve também a animar a negociação.

 

O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,49%, fixando-se nos 15.375,98 pontos. No cômputo semanal ganhou 3%, o máximo desde a semana terminada a 4 de Janeiro.

 

O Standard & Poor’s 500 somou 0,3% para 1.687,98 pontos, fixando assim uma subida de 2% na semana, tornando-a a melhor dos últimos dois meses.

 

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,17% para 3.722,18 pontos.

 

Os investidores estão agora com os olhos postos na Fed, que se reúne na próxima semana e deverá dar alguma direcção relativamente ao programa de compra de activos (a chamada flexibilização quantitativa, que está na terceira ronda). Tem sido antecipado desde Maio que em breve a Reserva Federal poderá começar a reduzir esses estímulos à economia. A compra mensal de activos é actualmente de 85 mil milhões de dólares e especula-se que a redução seja muito gradual, começando por diminuir para 75 mil milhões mensais.

 

Com os dados económicos hoje divulgados, que ficaram abaixo do estimado, o mercado ficou ainda mais convicto desse gradualismo, esperando que a retirada de estímulos seja moderada.

 

As vendas a retalho nos EUA aumentaram 0,2% em Agosto, a subida mais fraca dos últimos quatro meses. Além disso, os inventários das empresas cresceram em Julho mais do que o previsto. Por último, o índice preliminar para Setembro da confiança dos consumidores, medida pela Thomson Reuters/Universidade do Michigan, caiu para 76,8 pontos, contra 82,1 no mês passado (que tinha já sido o nível mais baixo desde Abril).

 

As bolsas norte-americanas ainda inverteram a tendência de subida da abertura e passaram para o vermelho quando foi anunciado o dado da confiança dos consumidores, mas a perspectiva de isso poder levar a Fed a ser mais moderada na redução das compras de dívida acabou por pesar mais, levando as praças do outro lado do Atlântico novamente para terreno positivo.

 

A Barrick Gold e a Cliffs Natural Resources cederam terreno, num dia de quedas da generalidade das mateérias-primas.

 

Já a Intel esteve entre os destaques dos títulos tecnológicos, depois de o Jefferies Group ter revisto em alta a recomendação para as suas acções, de “manter” para “comprar”.

 

 

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